Dare ga Yuusha wo Koroshita ka – Capítulo 6
PorTioRudy
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Dare ga Yuusha wo Koroshita ka
Who Killed the Hero?
Quem Matou o Herói?
Mangá Online – Capítulo 06
[Capítulo de Maria — Parte 3]





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📖 Ver a Transcrição do Capítulo 📖
Tradução: Rudeus Greyrat – Anime X Novel
■ Memórias de infância…
Mãe…
Por que todos estão orando?
É para fazer um pedido a Deus, querida.
Para que todos possam ser felizes.
Mas, mãe…
Deus, não está…
…Olhando para nós.
—————————————–
O Volume 01 do Mangá já está a venda!!
Capítulo 6: [Capítulo de Maria – Parte 3]
Quem matou o herói?
* Desde que me entendo por gente, a maior diferença entre mim e as outras pessoas era…
* Que diferente deles, eu sempre pude sentir a presença de Deus.
* Sim… apenas a sua presença.
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* Meus pais, que eram devotos fervorosos, e as pessoas ao meu redor diziam que isso era um milagre.
* Eles diziam que, sem dúvidas, eu era uma “Santa”.
* Mas eu não conseguia pensar naquilo como um milagre.
* Pois Deus não tinha o menor interesse em nós, seres humanos.
* Embora meu pai, minha mãe e muitos outros fiéis oferecessem suas preces com toda a dedicação, Deus simplesmente não lhes daria a menor atenção.
* Era uma cena tão cruel que chegava a parecer uma comédia.
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* Para exemplificar, era como se a humanidade vivesse um amor unilateral e impossível por Deus.
* Eu não queria ser assim.
* Por isso, uso o “poder de Deus”, a “magia de cura”, o “milagre divino”, apenas pensando em como utilizá-lo da melhor forma possível.
* Não há um pingo de fé nisso.
* Afinal… é inútil.
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* No início, eu pensava que todos aqueles que se tornariam sacerdotes pensavam da mesma forma.
* Que os sacerdotes também tentavam, através da oração, de alguma forma se agarrar ao poder de Deus para que Ele realizasse milagres.
* Mas eu estava enganada. Parece que eles sentem um pouco da presença divina, mas provavelmente é algo vago como uma névoa, sem conseguirem percebê-la com clareza.
* Por causa disso, acabam interpretando Deus como algo grandioso.
* Como eu era uma criança sagaz, não dizia nada que pudesse negar a fé deles.
* Se eu apenas mantivesse as aparências, eles me exaltariam como “Santa” ou “Filha de Deus” por eu ser capaz de sentir a presença divina e exercer milagres.
* Desde pequena, agir dessa forma tornou-se um hábito.
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* Eu não achava que isso fosse um incomodo.
* No entanto, a “Santa” não era quem eu sou de verdade.
* Quanto mais eu agia daquela forma, mais sentia que um abismo se criava entre mim e as pessoas ao redor.
* A única exceção era um garoto da mesma idade chamado Solon.
* Ele era uma criança tão inteligente que, desde cedo, era chamado de prodígio…
* E, por isso mesmo, parecia duvidar de Deus.
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Se Deus estivesse do lado dos homens, os monstros, que são inimigos da humanidade, simplesmente não existiriam.
Dado que os monstros existem, Deus não está do lado dos homens.
Ou então, este mundo não foi criado por Deus.
* Como ele era o tipo de criança que dizia tais coisas com naturalidade…
* Mesmo sendo um prodígio, ele era evitado pelas pessoas ao redor.
* Eu sabia que ele era o único dizendo a verdade, então senti uma certa afinidade e passamos a conversar um pouco.
* Mas mantive uma certa distância para que não pensassem coisas estranhas de mim também, porém…
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* Desde pequena, fui muito elogiada por minha aparência e, somado a isso, passei a ser chamada de Santa.
* Mas isso se deve apenas ao fato de meus pais terem boa aparência, então Deus não tinha absolutamente nada a ver com isso.
* Talvez por causa disso, conforme eu crescia…
Maria-dono!
Por favor, aceite namorar comigo!
Não, não! Com o meu filho…
Saiam da frente, senhores.
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Maria Loren. Darei a você a sorte de se tornar noiva de alguém de uma família Ducal como a minha.
Para o status da sua família, esta é uma oportunidade única, não acha?
Os sentimentos de todos os senhores são imensamente valiosos…
No entanto, eu decidi entrar para a Igreja.
Para ouvir a voz de Deus e salvar este país… e o mundo.
Para isso, devo continuar meu treinamento.
Uma Santa…
Verdadeiramente…
Como esperado da mulher que eu escolhi…
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A autoridade de Deus e da Igreja é absoluta e, nessas horas, ela era bem útil.
Assim, completei quinze anos…
E ingressei na Academia Pharme.
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* Minha vida na academia era pacífica.
* Os professores me tratavam com reverência e meus colegas me respeitavam ainda mais que os professores.
* Não havia ninguém nesta academia… ou melhor, neste país, capaz de usar magia de cura melhor do que eu, então as aulas não faziam sentido algum.
* As aulas eram entediantes, mas como minha vida sempre foi assim…Eu não tinha nenhuma queixa em particular.
* Mas foi então que ele apareceu.
Você poderia me ensinar magia de cura?
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* Ares Schmidt.
* Um garoto de origem plebeia da classe dos guerreiros.
* Até eu fiquei surpresa.
* Tanto pelo fato de um plebeu dirigir a palavra a uma nobre…
* Quanto por um guerreiro estar tentando aprender magia de cura.
* A princípio, pensei que ele estivesse usando esse assunto apenas como uma desculpa para me cortejar.
* Porém, ao ouvi-lo um pouco mais, percebi que ele estava falando sério.
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* Ele parecia estar visando seriamente o posto de Herói.
* Almejava ser um guerreiro capaz de usar tanto magia ofensiva quanto magia de cura.
* Ao que me parece, este homem não possui afinidade alguma com o divino.
* As chances são nulas. Não seria exagero dizer que é impossível.
* No entanto… os olhos dele falavam sério.
* Ele era diferente dos outros, que vivem seus dias presos ao senso comum e sendo levados pela correnteza.
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“Isso parece interessante!”
* Pela primeira vez, um novo sentimento brotou dentro de mim.
* Não sei bem o que era,
* mas aceitei o pedido dele.
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* A partir daquele dia, minha vida na academia começou a ganhar cor.
* Como eu poderia fazer alguém sem talento aprender magia de cura?
*Tum-tum*
*Suspiro*
Através de métodos comuns, seria absolutamente impossível aprender magia de cura.
* Sim… através de métodos comuns.
* Enquanto eu pensava em várias coisas, acabei ficando com fome.
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* Pão!
* Sim, eu poderia simplesmente pedir para o Ares comprar pão para mim.
* Procurar por pães enquanto busca pela presença de Deus… Este seria um bom teste.
* Mas Ares simplesmente comprou o pão na cantina da academia.
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* Que decepção.
* Será que lhe falta o desejo de sentir seriamente a presença divina?
* Isso não está certo.
* É necessário impor provações ainda mais rigorosas.
* Tudo isso são provações pensando apenas no bem de Ares.
* No entanto…
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* O que seria este sentimento efervescente?
* Talvez isso seja o que chamam de amor?
* Qual será a próxima provação que darei a ele?
* Só de pensar nisso, meu coração não parava de bater forte.
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Pães.
Doces.
Farei com que ele procure pedras no fundo do rio.
Será que a próxima deve ser uma provação de fogo?
Ou seria melhor de terra?
Quem sabe de trovão!?
* Viver observando a figura de Ares realizando com determinação mortal as provações que eu planejava…
* Que dias prazerosos e gratificantes.
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* Pela primeira vez na vida, agradeci a Deus.
Obrigada, ó Deus.
Por me conceder uma pessoa tão maravilhosa em minha vida.
* Pensando bem, desde que comecei essas provações, eu estava mostrando a ele quem eu sou de verdade.
* E, mesmo assim, ele aceitou a mim, que não sou uma Santa, e continuou enfrentando as provações.
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* Sem que eu percebesse, passei a desejar que Ares sentisse a presença divina.
* Ao mesmo tempo, comecei a sentir medo de que este tempo doce e agradável chegasse ao fim.
* A figura dele enfrentando as provações com uma determinação inabalável era cômica…
* Mas, ao mesmo tempo, me fazia sentir a beleza da humanidade.
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* E então…
* Aquele dia chegou subitamente.
OBRIGADO, MARIA-SAN!
GRAÇAS A VOCÊ, EU FINALMENTE CONSEGUI USAR MAGIA DE CURA!
SÉRIO!?
* Fiquei tão chocada que acabei deixando escapar palavras vulgares.
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* Pela primeira vez na vida, eu presenciei um milagre.
* E não foi algo feito por Deus, mas sim um milagre alcançado pelas mãos de um homem.
* Eu não acreditava na existência de alguém como um “Herói”.
* Pensava que tal figura não passava de uma fantasia.
* Mas, agora, diante dos meus olhos…
—————————————–
O Herói estava presente.
■ Seguindo as orientações de Deus…
Tradução feita por fãs.
Apoie o autor comprando a obra original.
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