Isekai Maou – Capítulo 1.8 – Volume 1
Isekai Maou to Shoukan Shoujo no Dorei Majutsu
How NOT to Summon a Demon Lord
Light Novel Online – Capítulo 1.8:
[Sendo invocado – Parte 8]
Capítulo 1: Sendo invocado – Parte 8
Considerando que haviam sido avisados para não fazer barulho…
Seria a garota-propaganda da pousada?
Diablo saiu de frente da porta. Nesse momento, ao se mover para o lado de Rem, Shera fez uma expressão de choque, mas… ele fingiu não notar. Se fosse se aprofundar naquilo agora, seria um dilema.
Rem, que estava pagando pelo quarto, respondeu como se fosse a representante.
― Entre.
― Com licença ― disse uma voz que soava como um sino.
A porta abriu-se.
A visitante era uma mulher deslumbrante, que parecia extremamente amável.
Seu longo cabelo azul escorria da cabeça, passando pelos lados de seus seios.
Ela vestia um manto vermelho fechado, com um bordado extravagante em ouro, como um revestimento. Ao cumprimentá-los, passou os dedos pelo tecido.
Sob o manto, usava uma roupa de um azul suave, que ia dos ombros aos tornozelos, sem expor nenhuma pele. Mas, por ser bem justa, suas curvas corporais ficavam evidentes.
Ele ficou um pouco perturbado sobre onde deveria olhar.
Na mão, carregava um belo cajado de porcelana branca com ornamentos dourados. Ele entendeu que ela pertencia à ocupação de Mago.
Julgando por suas roupas de primeira linha, ela era certamente alguém de alta posição — foi o que Diablo pensou.
Parecia ter por volta de vinte anos. Mesmo apenas sorrindo, transmitia uma mente aberta e acolhedora.
― Olá, pessoal… Rem-san, então vocês estão realmente dividindo um quarto. Fico feliz com isso ― cumprimentou a Maga.
Rem balançou a cabeça.
― Nós não somos amigos. Ele foi invocado por mim de outro mundo, e ela é um extra que não entende nada. Por favor, pense nela como musgo agarrado à parede e ignore-a. Suas roupas são verdes, afinal.
― Isso não é um pouco malvado? ― lamentou-se Shera.
Quando a mulher riu agradavelmente, refez sua introdução:
― Ufufu… Essa é a primeira vez que nos encontramos, não é? Eu sou Celestine Bordorel. Podem me chamar de Celes, ok? Apesar de hoje ter vindo tratar de negócios com a Rem-san, gostaria de ouvir a história de vocês dois.
Seu comportamento, levemente inclinando a cabeça para o lado, era cativante.
Mesmo sendo madura e gentil, também tinha o charme de uma criança.
“Celestine? Esse é outro nome que li em algum lugar… Se não me engano, ela é da Sociedade dos Magos…”
Lembrou-se disso, mas não falou em voz alta — seria estranho um Rei Demônio de outro mundo saber.
Felizmente, Shera também parecia ter notado.
― EH!? Por acaso, você é uma das membros da Sociedade dos Magos!? Celestine Bordorel-sama!?
― Sim. Algumas circunstâncias me levaram a atuar atualmente como chefe da Sociedade dos Magos de Faltra.
Embora Celes parecesse envergonhada, confirmou.
“Sociedade dos Magos”
No jogo, era uma organização inacessível aos jogadores, mas frequentemente mencionada na história.
Quando novas variedades de magia eram atualizadas, era explicado como “uma nova descoberta da Sociedade dos Magos”.
Seu nome aparecia várias vezes como requisitante de missões.
Como organização, passava a impressão de uma instituição estadual de pesquisa.
Geralmente, havia apenas uma por cidade, mas em casos raros podia haver duas ou mais.
Todas as Sociedades Mágicas mantinham uma relação de cooperação flexível, mas, devido a características diferentes em cada cidade, havia méritos e deméritos.
No entanto, tinham algo em comum:
A barreira que protegia as cidades era mantida pelo chefe da Sociedade dos Magos.
Em outras palavras, graças a ela, a fronteira de Faltra estava protegida de seres e bestas demoníacas.
Ele também lembrava de ter lido o nome “Celestine Bordorel” como requisitante de missões, mas não a recordava como uma NPC. “Então ela tinha essa aparência.”
“Por que alguém tão importante veio a esta hospedaria na periferia?”
Celes, que provavelmente tinha sua força exaurida por manter a barreira no departamento interno da Sociedade, visitá-los pessoalmente indicava um motivo importante.
Ela juntou as mãos com um Pon.
― Já sei! Pessoal, não gostariam de comer algo comigo? Pelas aparências, vocês têm circunstâncias complicadas.
Seus olhos, meio fechados pelo sorriso, pousaram nos pescoços de Rem e Shera.
Lá, as Slavery Chokers estavam presentes.
Diablo afirmou com um aceno.
― Muito bem. Já estava ficando com fome.
― …… Então, vou sentar-me com você. Sou a mestra de Diablo, afinal de contas.
― Isso é baixo, declarar isso na frente de Celes-sama! Já disse que Diablo é meu!
Era o de sempre.
Celes inclinou a cabeça.
― Uun… Parece que a situação é mais complexa do que pensei, não é? Junto com esse problema, provavelmente só conseguiremos apontar algumas formas de resolvê-lo. Agora, vamos lá.
Virando-se, ela deixou o quarto.
Rem seguiu-a.
Comparado com como discutia momentos antes, Shera seguiu com passos leves.
― Comida~, comida, ~ comida, comida normal―
Era uma canção bastante triste.
Embora Diablo tivesse dito isso, não estava particularmente com fome.
O que precisava mais que comida era informação.
Podia ser considerado sortudo por conversar com uma figura-chave da cidade.
Ele saiu do quarto.
Imaginou que houvesse um bar/restaurante associado à hospedaria.
O bar localizava-se em um corredor à esquerda da recepção.
O teto, o chão, o balcão, as mesas — tudo era feito de madeira escura e lustrosa, com um espaço moderado entre eles. As paredes eram de pedra.
Dos convidados presentes, não havia ninguém além deles.
O bar que Diablo conhecia no jogo estava sempre cheio de NPCs e janelas de chat de jogadores.
Talvez Celes tenha pedido para reservarem o lugar.
Diablo, Rem e Shera sentaram-se de um lado da mesa; Celes, do outro.
Além disso, dois homens estavam diagonalmente atrás de Celes, vigilantes em relação ao grupo de Diablo.
Ambos eram jovens Magos, usando robes marrom-claros até os pés e empunhando um cajado.
O homem em frente a Diablo tinha um corpo magro, mas um olhar tenso e encarava-os diretamente.
“Ele está vigilante? Nojado? Ou com desdém? Essa é a primeira vez que nos vemos, certo?”
Que desagradável.
Como eram escoltas, não se sentaram.
Celes sorriu.
― Me desculpem. Por ter esta posição, normalmente não posso sair sozinha…
Era natural.
Se algo inesperado acontecesse a ela, a barreira que protegia a cidade desapareceria. Ele nunca vira uma cidade nesse estado, mas — se bestas ou seres demoníacos atacassem, duvidava que as pessoas comuns saíssem ilesas.
Em vez disso, trazer apenas dois guardas podia ser um sinal de respeito por eles — ou melhor, por Rem.
Diablo afirmou com confiança:
― Não me importo.
Parece que a resposta foi ofensiva. A escolta em frente a Diablo contraiu a expressão facial como em uma câimbra.
― Ei, seu bastardo? Que forma de falar é essa com a Senhora Bordorel? Não vou perdoar falta de respeito.
“Que voz arrogante.”
Celes, parecendo incomodada, acalmou o homem atrás dela.
― Galark-san, isso é rude… Eles gentilmente nos acompanharam, apesar de tudo.
― Senhora Bordorel, talvez não se importe de não ser levada a sério por um Demônio de origem desconhecida, mas isso afeta a dignidade da Sociedade dos Magos.
Diablo deu de ombros.
― Ora, ora, então uma simples escolta está ensinando a Presidente Celes sobre dignidade?
Ele era sensível ao comportamento alheio, mas parecia insensível à própria grosseria.
Parecia problemático lidar com ele.
O Diablo real, para ser claro, não tinha habilidades de comunicação. Não mudara, mesmo em outro mundo. Se tentasse falar normalmente, as palavras não saíam bem.
Estava incomodado por ser desprezado, mas, se quisesse pagar respeitos, não possuía a arte avançada da conversa que lhe permitiria preservar sua majestade.
Mesmo sem querer causar discórdia, só conseguia articular palavras grandiosas graças à sua atuação como Rei Demônio.
Provavelmente seria mais seguro ignorá-lo por agora — Diablo concluiu.
O homem pareceu não consentir, mas…
Celes mudou de assunto.
― Pessoal, antes de conversarmos, vamos comer. Como hoje é por minha conta, por favor, sirvam-se à vontade, ok?
― Isso está tudo bem? Sério?
― Sim, tenha o quanto quiser.
― OKKK!
Shera ergueu as mãos com alegria e, quando a garota-propaganda veio anotar os pedidos, solicitou isso e aquilo.
Pouco depois, vários pratos foram servidos:
Salsichas grandes e pequenas com batatas cozidas, uma sopa simples com poucos ingredientes e pão branco. Havia também vegetais que pareciam legumes, berinjelas e frutas com formato de maçãs e uvas.
A bebida à frente de Diablo lembrava cerveja. Rem e Shera tinham suco de frutas, e Celes, vinho.
― Yay, Itadakimasu!
Shera estendeu a mão para a comida.
Olhando para sua reação, ele pensou: “Mesmo sendo assim, acho que é uma bela festa.”
“Isso não parece tudo delicioso?”
Diablo mordeu a salsicha.
Ao mastigar um pedaço moderado, o sabor rico da carne espalhou-se por sua boca.
“Huh, isso é delicioso!?”
Era um sabor intenso, transbordando rusticiade.
Baku baku — Shera comia com um vigor incrível. Era suficiente para imaginar onde tudo ia parar naquele corpo magro de elfa. “Então era por isso que seus seios eram daquele jeito…”
Rem olhou de relance para Shera, mas, sem comentar, direcionou a conversa ao assunto principal.
― … Então, Celes-san… Por acaso, é uma conversa sobre “aquilo” de novo?
Era uma voz que soava saturada.
Por tê-la tratado de forma informal, ele pensou que o homem rude atrás dela começaria uma briga, mas ele não reagiu.
“Então, para esses homens, Rem e Celes estão no mesmo nível?”
“Isso significa que, do ponto de vista da Sociedade dos Magos, ela é igual ao chefe da organização.”
A situação de Rem estava à beira do incômodo.
Celes juntou as mãos como se estivesse implorando.
― Rem-san, eu estava pensando se não seria legal eu me tornar sua força, sabe? Tenho certeza de que há coisas em que não pode acreditar, mas gostaria que entendesse que esses são meus verdadeiros sentimentos.
― Não quero ir à sede da Sociedade dos Magos e também não quero os guardas que me foram oferecidos.
― Mas parece perigoso recentemente. Em outras cidades, há surtos de incidentes envolvendo seres demoníacos enganando pessoas para entrar nas barreiras… Embora, se fosse um membro, não acho que as cidades invadidas imporiam qualquer problema a você.
― Agradeço sua consideração. Mas posso me proteger.
― Por acaso você me odeia?
Celes fez uma expressão infeliz.
Rem suspirou.
― … Já disse isso antes, mas… em relação à sua personalidade, não tenho desconfiança. Porém… não sei como confiar em outras pessoas. E porque faço as coisas do meu jeito… mesmo de agora em diante, vou continuar usando apenas minha própria força. E com meu poder… Vou exterminar o Rei Demônio Krebskrem.
― A Sociedade dos Magos talvez seja capaz de investigar como lidar com as Slavery Chokers.
Rem tocou a gargantilha.
― Isso é…
― Isso não foi colocada porque você quis, certo? Não penso que alguém como você seria forçada a ser escrava… Então foi colocada por algum tipo de acidente inesperado? E também, o dono dessa gargantilha é o Diablo-san ali — ou estou errada?
― … Não.
― Oh? ― Diablo deixou escapar a voz sem intenção.
― Essa é uma dedução incrível.
Deduzir os eventos que levaram à colocação das gargantilhas sem que tivessem dito uma palavra — ela provavelmente especulou com base na breve conversa.
Isso confirmava que não era possível ser chefe da Sociedade dos Magos apenas com poder.
Celes olhou para Diablo.
― Por favor, eu imploro. Você poderia libertar a Rem-san? Ela é uma pessoa importante neste mundo. Naturalmente, prometo expressar minha gratidão.
Ela transmitia a expectativa de que Diablo a libertasse.
No entanto, algo como um método para cancelar a escravidão — nem mesmo ele, que jogara o jogo, sabia como fazê-lo.
Diablo balançou a cabeça.
― Não tenho interesse em fazer os outros me obedecerem usando magia, mas… como não sei o método, não posso libertá-las, mesmo que queira.
Isso provavelmente foi transmitido com clareza.
Celes soltou um suspiro desapontado.
― Então é isso. Como você parece ser um mago muito habilidoso, pensei que talvez soubesse coisas que eu não… Parece que não há outra escolha senão investigar desde o início.
Shera fez uma expressão descontente.
― Nn~… Como foi refletido por Diablo, que tem um poder mágico muito forte, mesmo que descubram o método, acho que magos normais não terão poder suficiente para isso, não é?
― Foi refletido? Entendo… Então parece que vou precisar da ajuda do Diablo-san para investigar o método.
Diablo suspirou com a conversa de Celes e dos outros.
― Não serem capazes de cancelar sua própria magia… Que bando de incompetentes… Mas tudo bem. Se descobrirem o método, me avisem. Nessa hora, darei uma mão.
DAN — O som de madeira sendo golpeada ecoou.
Ele virou-se para a origem.
Atrás de Celes, o homem frio havia batido o cajado no chão.
― Seu… Seu bastardo! Que direito tem de recusar o pedido da Senhora Bordorel!? Além disso, você escravizou a Rem Galeu-sama!? Que direito tem de fazer isso!
Como se Diablo soubesse.
Agora mesmo, estavam discutindo o quão infeliz foi o acidente e como era impossível Diablo cancelá-lo sozinho.
“Acho que não havia NPC tão chato assim, não é?”
Celes levantou-se.
― Como mais do que isso seria um aborrecimento para vocês… Peço desculpas, mesmo pensando que estão realmente cansados.
Diablo não imaginara que a conversa seria interrompida pela histeria do guarda.
Ela provavelmente era uma pessoa ocupada, mas era uma pena — ele queria obter pelo menos um pouco de informação.
― … Celes-san… Recuso ir para a Sociedade e recuso os guardas. Você talvez pense que sou algum tipo de escória egoísta. Porém… você poderia investigar… o método para cancelar a escravidão?
― Claro. Quero apenas protegê-la.
Celes sorriu docemente — um sorriso genuinamente amável.
Rem abaixou a cabeça.
― Obrigada.
― Não se preocupe com isso. Mas se mudar de ideia, pode confiar em mim sempre, ok? A Sociedade dos Magos precisa protegê-la pelo bem do mundo… E também penso em você como uma irmãzinha.
Celes virou-se e deixou o bar.
Os guardas seguiram-na.
Porém, ao sair, o homem frio lançou a Diablo um olhar carregado de ódio.
“Bem, tenho certeza de que não nos encontraremos de novo.”
O mais importante:
Rem carregava um segredo importante.
Surpreendentemente, era um segredo que fazia a chefe da Sociedade dos Magos dizer “Protegê-la pelo bem do mundo”. Não havia erro em dizer que isso se desenvolveria em algo problemático.
“Preciso saber sobre isso”, pensou Diablo.
― Ei, você.
― … O que foi?
― Esse segredo que carrega parece ter circunstâncias extraordinárias. Meu interesse está crescendo… Vou permitir que me conte agora mesmo.
― Eu…… não posso fazer isso…
Ela hesitou.
Parecia que não falaria facilmente.
Esperar que revelasse um segredo significativo para alguém que conhecia há meio dia era irracional.
Porém, esta não era hora de recuar.
“Minha intuição como jogador está dizendo: o que Rem esconde fará a história se tornar um problema sério.”
Normalmente, há coisas como “a pessoa de alta posição de seus pais interferir” ou “não pode ser contado a ninguém”…
Esse tipo de circunstância oculta é revelado após várias missões da história serem completadas, perto do clímax.
E, várias vezes, pensa-se: “Se eu soubesse disso mais cedo, poderia ter completado mais facilmente, não?”
Circunstâncias ocultas são apresentadas quando as coisas ficam ruins. Elas tornam a história mais emocionante, mas…
Tudo bem se for um jogo.
Porém, mesmo sendo outro mundo, ainda é a realidade.
Ele queria evitar riscos o máximo possível.
Para Diablo, queria resolver as coisas antes que algo que Rem carregasse se tornasse uma missão da história.
“Mesmo que tenha que ir contra sua vontade, vou ouvir seu segredo e destruir a trama antes que se desenrole.”
Quando pensava em termos de um guia passo a passo de jogo, tornava-se assertivo a ponto de ser milagroso.
― Ei, você.
― … O que é?
Diablo levantou-se da cadeira.
Segurou o braço de Rem — que parecia disposta a continuar comendo — e puxou-a para cima, envolvendo-a com o braço sob sua barriga e erguendo-a.
― Você é bem leve.
― O quê? O quê? O quê? O que você está planejando fazer!?
Enquanto enfiava as bochechas com salsichas, Shera olhou para eles.
― Hangungun Gofu Para onde vocês dois estão indo? Ainda há muita comida sobrando, sabia?
Pensando bem, Rem prestara atenção indevida a Shera e hesitara em falar. Se fosse ouvir seu segredo, seria mais conveniente se estivessem sozinhos.
Diablo dirigiu-se ao quarto.
― Vou torturá-la.
As duas ficaram sem palavras.
Para a calma e inexpressiva Rem ficar tão abismada era inesperado.
Após paralisar por um momento, ainda com um pedaço de pão branco na mão, Shera desviou o olhar.
― Vou comer essa comida, ok.
Rem soltou uma voz quase chorosa.
― V, Você… Você… Não éramos companheiras de viagem!? Não vai considerar nem um pouco me salvar…!?
― Mesmo depois de me chamar de elfa estúpida o tempo todo!? Recentemente, não me chamou de musgo na parede!?
― … Para não ser enganada apesar de ser estúpida, qual o significado disso?
― Você disse de novo! Me chamou de estúpida de novo! Não vou salvá-la!
― E, Essas palavras só podem ser ditas por pessoas que tenham a intenção de me salvar!
Ela estava aterrorizada.
As pausas na atuação de Rei Demônio não funcionavam — se fosse capaz de algo tão hábil, teria conversado normalmente desde o início.
No entanto, para tentar aliviá-la um pouco, Diablo pensou em algumas palavras. Não era como se fosse tirar a vida dela — só queria que fosse franca sobre suas circunstâncias.
― Ku ku ku… Não precisa ficar assustada. Não farei nada como matá-la… No entanto, quero que me conte seu segredo rapidamente.
“A sutileza não mudou nem um pouco?”
Ele viu um sorriso em seu rosto.
Rem fechou os olhos, como se tivesse aceitado algo, e murmurou:
― Talvez esta vida de 14 anos seja considerada longa, ou curta… Otou-sama, Okaa-sama, parece que vou encontrá-los esta noite.
Parece que teve o efeito oposto.
Como não havia nada que pudesse fazer, Diablo dirigiu-se rapidamente ao quarto, carregando-a sob o braço.
Tradução feita por fãs.
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