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Digimon Tamers 00 – Capítulo 24

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Digimon Tamers 00

Web Novel Online – Capítulo 24
[A Queda do Lendário Sonhador]


— Vocês se recusam a aceitar o inevitável… Porque? É o destino que me fez vir até aqui… porque vocês são hereges!

No ponto emocional mais alto do conflito terrível, Strabimon estava incrédulo, frente ao desafio puxado por Takato, Lee e Ruki.

O lobo, após saltar, se sentou sobre um contêiner, um nível acima onde os domadores estavam.

Suas insistência no rótulo ao chamá-los de hereges era mais do que uma redundância: fortificava sua ideologia, diminuindo os domadores aos verdadeiros vilões.

Contra isso, Takato lhe entregou o que tanto procurou:

— E você não entende, não é? Vamos lutar até o fim! Vai Guilmon!

— Guilmon vai lutar com tudo! — seus olhos brilhavam.

Não só ele, mas também Lee:

— Terriermon, vamos com tudo!

— Tá bom! — Suas orelhas já estavam levantadas.

E Ruki:

— Vamos tirar a força de onde não há mais! Vamos lá, Renamon!

— Vamos, Ruki! — Mesmo muito ferida, a raposa estava pronta para lutar.

E nos pensamentos da raposa:

*Essa união… será o suficiente?”

Digimon Tamers – SLASH!

| Facing a Powerful Enemy |

| They chose to fight with everything they had |

| Digimons and Tamers…|

| United more than ever |

Era isso: a junção de poderes se fez naquele instante.

Mesmo debilitados e feridos, os digimons estavam dispostos a lutar.

Não só eles, como seus domadores também.

Strabimon partiu para o ataque: saiu de sua postura passiva e, com um salto para baixo, aterrissou e correu em direção aos três.

Começou a desferir farto repertório de chutes contra Renamon, que se esquivou e se defendeu.

Pressionada, também buscou o embate, devolvendo parte dos golpes.

— Raposa, sua queda será o ponto final na história maldita de vocês!

— Quero vê-lo tentar!

O lupino, feroz e bastante forte, iria lhe aplicar um golpe mais poderoso

— Garra Leviatã!

Contudo, foi impedido por Guilmon, que mordeu seu braço com toda a força que tinha e o prendeu.

Strabimon tentou se soltar, mas sem sucesso.

Aproveitando a oportunidade, Terriermon usou o Pequeno Tornado e, pela primeira vez, conseguiu o ferir com um arranhão.

Pouco para mudar o cenário, mas o suficiente para mexer com o lobo.

— O que?! — Ele abriu bem seus olhos. — Impossível!

Guilmon não o soltou, deixando sua defesa aberta para Renamon atacar.

Combinando socos e chutes, atingiu o dorso de Strabimon, que demonstrou ter sentido os golpes.

— Grr… sua desgraçada! Herege!

— Você teve sua chance de recuar. Tarde demais! — Renamon contraiu seus braços.

Prestes a executar sua Morte Gélida, Strabimon mostrou que sua desvantagem era só aparência.

Pelo contrário: mesmo com um dos braços presos, ele conseguiu chutar Renamon dizendo:

— Vocês acham mesmo que podem me vencer? Isso é alguma piada?

Takato não iria ficar calado após essa provocação.

Segurou seu digivice com força, gritando:

— Piada?! Você vai ver o que é piada!

Ele empunhou seu digivice junto a uma de suas cartas, a introduzindo ao dispositivo:

— Digi-mudança: Força Extrema!

O efeito foi imediato.

O corpo de Guilmon tomou uma coloração mais avermelhada, lhe trazendo mais força.

Isso foi trazido pela forma como os digimons no digimundo treinavam sua força e fortalecendo seus corações.

A carta lhe trouxe esse atributo.

Foi a primeira vez que Strabimon se surpreendeu ao ser puxado com força pelo digimon réptil e, livrando Renamon, tornou a girá-lo como um tufão,

Guilmon bradou, colocando tudo de si no golpe:

— Redemoinho Guilmon!

O lobo foi arremessado com bastante brutalidade para cima, alcançando o teto.

Feito de alvenaria com colunas sólidas de aço, próprias para alocar trens do Japão, Strabimon se chocou contra o teto, o deixando tonto.

Ele veio em queda, com semblante de dor e com um dos olhos fechados.

— M-miseráveis…

Aproveitando o momento de vulnerabilidade, Lee sacou sua carta, a passando em seu digivice:

— Digi-mudança: Ventos de Jetsilphymon!

Terriermon recebeu um enorme catavento, o fincando no chão com força.

Ele, a postos, começou a girar suas orelhas junto com seu corpo, gritando:

— Pequeno Tornado!

O tornado do canino já tinha poder, fazendo com que a poeira e fuligem em volta levantassem.

Mas ao usar do catavento, seu poder aumentou em dez vezes: Strabimon foi golpeado mais uma vez, voltando a encontrar o teto, que rachou ao choque violento.

Ainda sob efeito do vendaval tempestuoso de Terriermon, Ruki tomou sua postura de domadora.

— Renamon, prepare-se!

De braços abertos, ela esperava pelo próximo passo.

— Digi-mudança: Fúria dos Cavaleiros Reais!

Renamon, no passado, já possuía forças para derrotar qualquer digimon, inclusive de níveis acima do seu.

Ciente do atual estado de sua amiga digimon, Ruki a fortificou com o espírito dos cavaleiros reais, onde sua fúria triplicou a vontade de vencer e quadruplicou sua força.

Usando desse atributo milagroso, não se conteve em gritar:

— Morte Gélida!

Todas as farpas de gelo que saíram de seu movimento atingiram Strabimon em cheio, causando danos maiores.

O ataque conjunto de todos foi demais para o lobo, que sentiu o impacto fulminante do último golpe.

A força foi tanta que seu corpo ficou suspenso no ar antes de ir em queda livre e se chocar contra os maquinários do galpão.

Um silêncio ocorreu.

Ele só foi quebrado pela respiração profunda de Guilmon, Terriermon e Renamon, exaustos pelo incrível esforço.

Takato, Lee e Ruki estavam na mesma situação, dado o apelo dramático ao combate.

— A-acabou…? — falou o líder, com suor escorrendo por seu rosto.

A calmaria generalizada veio junto com uma brisa, como se fosse um anúncio soturno.

Quebrando o clima quieto, ruídos de metal retorcido foram ouvidos.

De escombros formados por partes de vagões abandonados e de maquinário antigo, eis que Strabimon surgiu, tirando de cima de si pedaços de metal.

Embora sem muitos danos físicos aparentes, seu esgotamento era visível.

Enquanto puxava ar, os olhares de será oponentes, cheios de horror e incredulidade,

— Não é possível… — falava Takato. — Como ele ainda pode estar de pé depois de tudo isso?!

— Ele… — desta vez era Lee. — Definitiva ele… não é normal!

— Mas porquê? — Ruki também reagiu. — Nós usamos tudo que podíamos contra ele!

O fato era que o inimigo estava de pé, frustrando a todos.

— Nosso maior poder… — Terriermon era o maior retrato deste sentimento. — E ele não parece ter enfraquecido!

— Guilmon não sabe o que falar… Ele é tão forte assim?!

Renamon se limitou a fitá-lo.

Mesmo de longe, a provocação só no olhar se manteve.

O ambiente, pesado e carregado de incertezas, chegou a seu ápice de dramaticidade.

Strabimon, mesmo demonstrando cansaço, passou a caminhar, mas levando consigo algumas questões.

— “Eles me atacaram como se estivessem lutando por algo importante…”

Sua fúria parecia ter diminuído.

O lupino olhava para o sexteto como se estivesse procurando por respostas, que não vieram.

Em seu lugar, mais dúvidas e questões.

— “Sou superior, essa luta é desigual, mas eles insistem em querer lutar!” — rangeu os dentes, mostrando os caninos. — “Por que? Amaldiçoados como eles não deveriam saber o significado de…”

Sem que pudesse ter controle, uma voz lhe trouxe um brilho singelo.

— “Irmandade.”

Um lapso, coberto por sentimentos positivos, fez parar o fluxo do tempo, levando Strabimon para um passado não muito distante, e que guardava em sua mente.

Ele se viu sob a sombra de uma árvore enorme.

O clima era confortável: brisa fresca, sol quente, digimons bebês brincando em uma cachoeira.

Era o digimundo, em seu esplendor.

Ele observava a felicidade estampada em cada rosto naquele dia.

Um calor aquecia seu coração sem parar naquele momento.

O lupino, sentado ao pé da árvore, foi interpelado por outro digimon.

— Ei, peludo… Vamos!

Ele se virou: era um digimon réptil antropomórfico, que possuía uma imensa espada larga nas costas, e uma pequena nas mãos.

Tinha também o couro todo verde, e vestia calças de pano de cor lilás.

Descalço, uma tiara presa na testa prendia uma pena, dado seu visual indígena.

Ele falou outra vez:

— Está me ouvindo… ou só está me ignorando?

Strabimon se levantou.

— Te ignorei… porque você é muito chato.

Os dois trocaram olhares, como se estivessem prestes a lutar.

Raios de tempestade se colocaram entre eles, com faíscas atingindo o ar e trepidando o ambiente.

Claro, era só uma ilustração. Não era literal.

Enfim, os dois cessaram a provocação e caíram na gargalhada.

— Você não perde esse seu jeito, Dinohumon.

— E nem você, peludo. — disse, passando a caminhar. — Venha, Renamon está esperando.

A dupla de amigos caminhavam juntos por um bosque florido e cheio de vida.

A fartura de frutos ao longo do caminho era como um presente da natureza, mesmo em um mundo digital.

Alguns digimons, de várias espécies, faziam a colheita, com graça e amabilidade.

Durante o trajeto, Strabimon começou uma conversa.

— Será que Ranamon fez cogumelo outra vez? Já estou enjoado…

— Não reclama — Dinohumon retrucou. — Esteja feliz por ter o que comer sem precisar matar o outro.

O comentário causou reações em Strabimon: ele respirou fundo, como se algo apertasse seu coração.

O réptil, percebendo isso, foi logo acudi-lo.

— Ei, peludo, desculpa! — falou, o apoiando no ombro. — Eu não queria ter tocado nesse ponto, está bem?

— Não, tudo bem… — se recuperava devagar. — Você não fez nada errado…

— Você não superou aquilo, não demonstra fraqueza em admitir isso.

— Eu estou bem…

Enquanto ajudava o amigo, um riacho ao fundo foi observado por Dinohumon.

Ele tinha algo a dizer:

— Irmandade.

— Hã? Por que disse isso?

— Naquele dia você poupou muita gente…

— Naquele dia…?

Lembranças nada agradáveis vieram à mente de Strabimon, logo apagadas pelas palavras sábias de Dinohumon.

— Quanto existem sentimentos bons, qualquer ser pensa duas vezes. Sabe o porquê, peludo?

— Sentimentos bons…?

— Sim… — divagou em seguida. — Onde há bondade, a positividade delimita o que é certo ou errado. Você só tinha mortes nas garras, até encontrar o que te faltava.

— O que… me faltava? — relutava, gaguejando.

— Irmandade. Saber que tem alguém ao seu lado te protegendo. E, de acordo, proteger quem te quer bem… e que se importa com você.

Strabimon tentava entender conceitos que eram difíceis de compreender.

Sua vida era de batalhas, cada dia.

— Quando tem alguém te esperando é mais fácil viver. Você sabe para onde ir. Essa é a vida, meu amigo. Essa é a vida…

“Essa é a vida.”

A frase ecoou na mente do lobo.

Ela se tornou tão alta e precisa que, como um sino, o fez acordar na realidade.

Zhuqiaomon lhe fez refletir.

— O que lhe restou, minha criança? Olhe para trás e veja… Depois olhe para a sua frente.

Seus olhos tomaram foco, ele viu os domadores e digimons que tanto tem ódio.

O sentimento negativo voltou com força.

— “Não há mais ninguém… me esperando!” — ele fechou seus olhos, contento uma imensa dor de perda e lamentação.

Tudo que lembrou, os momentos felizes, deu lugar ao dever que tinha em seu âmago.

— “Eles duvidaram das palavras do senhor Zhuqiaomon no passado, e não deixarei que façam isso agora e nunca mais…”

Caminhando com toda sua imponência, Strabimon, com apenas algumas escoriações pelo corpo, expôs a aterradora realidade.

— Digimons que lutam com humanos, sendo ajudados a ficarem mais fortes, por aí só já é uma heresia. Os Deva tinham um objetivo digno, mas sucumbiram na ambição da evolução perfeita… mas não eu.

Ele conteve parte do ódio, o que o impediu de atacá-los por enquanto.

Era só um respiro, quase uma provocação.

— As palavras do senhor Zhuqiaomon possuem razão. Lhe pedi perdão por duvidar de seus ensinamentos enquanto tive tempo… e aqui estou para fazer justiça.

Palavras destrutivas, de quem guardava um estigma nas entranhas de uma mente bagunçada, decretaram sua sentença:

— Todos vocês devem morrer! Não só por terem tirado o que era valioso para mim… mas por sua existência ter trazido a tormenta ao digimundo!

Ele fechou seus punhos à frente, começando a concentrar sua força.

Ela se expandiu, tomando todo seu corpo.

Isso não era bom sinal.

— Ruki, Takato, Lee… — dsse Renamon, bastante ferida. — O poder dele está aumentando…

Todos olharam para a raposa.

Não só ela reagiu ao estado.

— A força dele tá crescendo… — Terriermon estava com as orelhas suspensas.

Lee jogou a real:

— Ele está ferido mas, mesmo assim, está mais forte?! Não pode ser…

Guilmon, também fraco pelo ferimento de mais cedo, também opinou:

— Takato, isso não é nada bom… Guilmon está preocupado…

— Droga… — seu olhar temeroso continua curiosidade. — O que ele vai fazer?!

O medo contagiava a todos, em uma escalada rápida.

Os pelos de Renamon já estavam ouriçados, temendo pelo pior.

Fugir não era algo possível, dado o estado emocional e físico do sexteto

O lobo possuía uma gama implacável de seguir com seu plano terrível: uma imensa bola de energia surgiu à frente de seus punhos naquele instante.

O poder era imenso, causando uma ventania em volta de seu corpo, que se expandiu para todo o galpão.

O brilho quase ofuscante daquela esfera de energia trouxe ainda mais aflição aos domadores.

Strabimon não estava se contendo.

— O senhor Zhuqiaomon honrou-me com treinamentos para ter poder! — falou o lupino, com fúria nos olhos. — Derrotar todos vocês é minha missão de vida!

Longe de retroceder, a energia aumentava a cada segundo, com a mesma força de suas palavras, que voltaram a ser ouvidas.

— Eu jurei lealdade às palavras dele e a seus ensinamentos. Todos que eu amava estão comigo agora… e iremos fazer justiça!

O poder de Strabimon era incomum.

Um digimon de sua natureza não deveria possuir tal dádiva.

Isso estava grifado em cada olhar dos digimons que estavam à frente de seus domadores.

Era como se eles dissessem que “não há o que fazer, não há escapatória”, esperando pelo pior.

Takato não acreditava no que estava acontecendo.

— Como ele conseguiu todo esse poder?! — seus olhos arregalados deixaram aparente espanto. — Por que isso?! Por que?!

Em situações do passado, um subterfúgio ocorreria, salvando o dia como sempre foi.

A verdade era dolorosa dessa vez.

A fuga não era uma opção, tampouco uma milagrosa digievolução.

Não havia cartões azuis, não havia Gulumon, sequer os digimons possuíam força suficiente para eles mesmos evoluírem.

Tudo se encaminhava para um fim… o pior possível.

No ápice da concentração de sua bola de energia, Strabimon bradou tão alto que fizeram com que todos recuassem um passo.

Enfim, o inevitável aconteceu.

— Tomem isso! — levantou a esfera sobre a cabeça com uma das mãos. — Execução de Luz! (光の処刑 | Hikarinoshokei)

O clarão repentino explodiu, na velocidade da luz, como uma expansão poderosa.

Todos foram atingidos em milionésimos de segundos.

Mais rápido que o piscar de olhos, todos tombaram.

Instantaneamente, os efeitos trouxeram o terror e o fim fatídico da batalha:

Guilmon estava desacordado, junto a Takato.

Terriermon, assim como Lee, estavam desmaiados, ao fundo do salão.

Contudo, um lapso de esperança ainda estava acesa: Ruki era a única acordada; estava de joelhos e bastante ferida.

Uma ferida estava aberta em seu braço, onde sangrava.

Com uma das mãos sobre sua barriga, sentindo dores, ela viu Renamon caída à sua frente… derrotada.

— R-renamon… — tossiu, sentindo fortes dores.

Ela olhou em volta.

Percebeu que não era só sua amiga que estava caída.

Todos foram derrotados.

Lágrimas caíram, escorrendo pelo seu rosto.

A garota tentava raciocinar o que estava acontecendo.

— Esse é mesmo o… fim? — sua fé se esgotava. — Isso… Isso nunca nos ocorreu desde…

Em sua mente, vieram as lembranças ruins, de quando lutaram contra Beelzebumon.

Aquela sensação, sentimentos negativos e incapacidade de fazer algo, retornaram com força.

Só que, dessa vez, tudo estava mais sombrio que antes.

Não havia mais ninguém de pé.

Neste cenário agonizante, Strabimon caminhou até Renamon e, a olhando, disse:

— O peso da justiça é o que estava destinado a todos vocês. Sua queda é uma reparação ao que suas ações causaram ao digimundo…

Ruki, cambaleante, ficou de pé.

Tão rápido quanto se levantou, foi ao chão.

A dor física era muita, mas a do ego era ainda maior.

— S-saia de perto dela! — gritou, com uma das mãos sobre o ferimento aberto.

O lupino, ainda com a fúria no rosto, lhe mostrou as garras, onde estendeu seu braço.

Contagiado pela doutrina justiceira que tanto tinha orgulho, preparou o golpe final.

— Morra, raposa! — bradou, com suas garras afiadas à frente.

— NÃO! – Ruki se desesperou, incapaz de se levantar.

O fim estava certo.

Um pacto com o destino foi assinado.

Strabimon pôs em ação toda sua ideologia e saiu vencedor.

Sem louros de vitória, muito menos felicidade.

A vingança só era veneno.

Onde o único fruto era a corrosão da alma.

De todas elas.

Entretanto, eventos paralelos, daqueles que vêm e vão, são a grande vertente do acaso.

Por intermédio desse viés, o imenso portal do galpão se abriu, o que chamou a atenção de Strabimon, que recuou em seu golpe.

Tomado pela curiosidade, ele se virou, observando a direção.

De lá, ouviu passos firmes, determinados a seguir em frente.

Caminhando pela escuridão, uma silhueta apareceu.

E já deu a que veio:

— Matá-los? Não no meu turno!

Não demorou muito até que a tal pessoa surgisse mais próximo, onde as poucas lâmpadas acesas que iluminavam o galpão mostrasse seu paradeiro.

Trajando um terno e usando óculos escuros, era alguém conhecido.

Ruki sabia muito bem quem era.

— O que?! — ela arregalou seus olhos. — Senhor Yamaki?!

No meio de uma escuridão ainda havia uma luz.


Tradução feita por fãs.
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1 comentário

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Nayeli Kerluke

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