Death March – Revisado – CapĂ­tulo 6 – Arco 6

 

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Death March Kara Hajimaru Isekai Kyousoukyoku
Death March To The Parallel World Rhapsody

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Death March 6-6

[Taberna e Mais Rumores]

Satou aqui. Nos jogos de videogame mais antigos, a taberna era Ăștil apenas para trocar membros do grupo, porĂ©m em RPGs tambĂ©m era o melhor local para coletar informaçÔes das missĂ”es do jogo.
JĂĄ que bĂȘbados falam de mais.

◇◇◇

— Obrigado por esperar, Nana.

— Yes, Masuta.

Ugh, talvez eu a tenha feito esperar por tempo de mais.

Provavelmente por causa do capuz que estava usando, nenhum marmanjo com intençÔes duvidosas tentou se aproximar dela, mas pela sua expressão aborrecida era óbvio que Nana estava entediada.

— Masuta, “prosseguir, assim sugiro”. — Nana aconchegou-se no meu baço e começou a andar.

Hmm, Nana-san? Meu braço estå no céu.

Como a varinha longa que comprei para Mia estava atrapalhando, troco-a para a outra mĂŁo.

— Alguma coisa de errado?

— “Enquanto o Masuta estava na loja, observei organismos adultos de sexo oposto caminhando, assim informo”.

Que sensação de mal agouro Ă© esta que estou sentindo


— “Quando organismos adultos de sexo oposto caminham juntos, eles andam de braços e com os dedos interconectados”, assim explico.

Ela disse essa informação fazendo uma cara de “Sou ou nĂŁo sou inteligente?”. Eu podia atĂ© ouvir a onomatopeia disso.

Rudy: Coloquem no Google キăƒȘッ nas pesquisas por imagens e vocĂȘs vĂŁo entender. Os Japas usam onomatopeias para as coisas mais estranhas kkkkk

Como não havia qualquer razão especial para para me separar dela, continuamos as compras do jeito que eståvamos. No entanto, como a Nana parecia realmente que queria ser elogiada, li bem as entre linhas e lhe fiz um elogio. Foi sutil, mas ela pareceu satisfeita. Eu também estava satisfeito com a sensação incrível no meu braço.

Primeiro, compramos roupas para a Nana e a Mia.

Infelizmente, nenhuma das lojas nesta cidade vendia roupas jå prontas, exceto as de segunda mão. Se quiséssemos roupas novas, teríamos de costurå-las por conta própria. Se não me engo, a Arisa disse que sabia costurar, então decidi comprar tecido e materiais de costura.

As lonjas vendiam roupas íntimas sem problema, então comprei suficiente para as duas. Esse modelo de calcinhas era chamado de ceroulas ou coisa do tipo, não era? Parecia até que tínhamos entrado no País das Maravilhas de Alice.

Em seguida, hora de adquirir algumas ferramentas.

Ao perguntar a um pedestre a localização, comprei vårias ferramentas para marcenaria, escultura em metal, artesanato em couro e ferraria.

Também comprei cola, pregos e outros materiais, mas, fora os pregos, todos foram caros. Eu também queria comprar algumas dobradiças, mas não estavam disponíveis.

Outros itens necessårios para ferraria, como bigorna e fornalha também estavam em falta, então não pude comprå-las. Embora, mesmo que pudesse, não tinha como carregå-los de qualquer maneira.

Como seria muito chamativo trazer por conta prĂłpria madeira para a pousada, paguei para que fosse entregue depois.

— Nana, podemos ir para a loja seguinte?

— “Masuta, solicito um pouco mais de tempo, assim insisto”.

— Está se divertindo?

— “Sim, muito. É tĂŁo fofinho e macio… sim, totalmente macio
”

Como a Nana tinha ficado fascinada com os restos das raspas de madeira da aplainagem, passamos um pouco de tempo na marcenaria. Se o velho da oficina nĂŁo tivesse nos as aparas de madeira mais finas e longas, sem dĂșvida alguma terĂ­amos ficado na loja atĂ© o anoitecer.

Comprei frascos e recipientes para armazenar medicamentos que acidentalmente vi numa outra loja próxima da ferraria. O preço aqui era mais acessível do que na cidade de Seryuu, possivelmente em razão da lenha para acender as fornalhas serem baratas.

Por fim, fomos ao armazém geral.

De acordo com o que aprendi na loja de magia, poderia haver livros de culinårio neste local. Quando entramos, Nana ficou olhando incansavelmente o ambiente até que finalmente parou em uma vitrine em especial?

— Encontrou alguma coisa de interessante?

— Masuta, “o que Ă© isso?” Assim questiono. — Nana disse pegando uma presilha de madeira em sua mĂŁo.

O design foi simples, com trĂȘs pequenas pedras claras atadas na presilha. As pedras nĂŁo eram pedras preciosas, mas seixos comuns que poderiam ser achados no leito de um rio. Parecia jade, entĂŁo avaliei por um instante e o resultado foi [Actinolita]. O nome soava como se pudesse ser usado como catalisador para a Magia de Luz, mas era apenas uma pedra bonita.

O preço de mercado da presilha era de duas moedas de cobre. Ao todo, havia outras 5 presilhas de madeira, mas todas tĂȘm o mesmo preço.

Elas eram um pouco simples demais para decorar o cabelo cor de mel da Nana. Provavelmente uma presilha prateada ficaria melhor no cabelo dela.

Porém, Nana a estava admirando sem se cansar.

A velha da loja quando viu isso começou a promover suas presilhas.

— Fe, fe,fe, se estiver interessado, eu tambĂ©m tenho uma feita de prata e atĂ© inclusive com pedras preciosas de verdade. Gostaria de ver?”

— Já que a senhora está oferecendo, vamos dar uma olhada sim.

A velha senhora entĂŁo coloca trĂȘs presilhas caras feitas de prata sobre a mesa e eu imediatamente coloco uma contra o cabelo de Nana.

Sim, o prateado combina bem com ela.

◇◇◇

— Ah meu Deus, que linda esposa o senhor tem.

— Sim, muito obrigado. Eu ainda fico encantado às vezes.

Eu certamente tinha me acostumado com os belos rostos de Lulu e Arisa, mas Nana e Mia tinha feiçÔes Ășnicas e lindas tambĂ©m. Claro, ela nĂŁo era realmente minha esposa, mas nĂŁo tinha razĂ”es para refutar os elogios.

Nana acaricia o primeiro prendedor de cabelo com os dedos em ĂȘxtase, mesmo enquanto conversĂĄvamos.

VocĂȘ realmente gostou dele, hein?

Sinto muito pela velha por trazer as outras coisas, mas no final, acabei comprando a presilha de madeira. Também comprei vårias tranças azuis que estavam por perto como lembrancinhas. O que vinha bem a calhar, pois a Lulu costumava amarrar um cordão de cùnhamo no cabelo quando sempre que preparava o café da manhã. Também tinha fitas, mas não as comprei. Eu jå tinha dado algumas para Lulu de presente antes, mas nunca a vi usando. Provavelmente não era do seu agrado.

Agora, tudo o que restava era os livros de culinĂĄria, mas acabei tendo uma surpresa quando pedi por eles. Ao invĂ©s de um livro de receitas com as comidas tĂ­picas da cidade, ou listando os ingredientes disponĂ­veis na regiĂŁo, havia apenas um guia gourmet. Claro, eu comprei de qualquer jeito, mas nĂŁo parecia que seria Ăștil para melhorar minhas habilidades na cozinha.

— O senho está procurando por ingredientes incomuns? Que tal algumas ervas ou vegetais em conserva?

A velha trouxe de dentro de uma prateleira algumas garrafas e potes lacrados com barbante.

Cerca de 20 tipos diferentes de ingredientes como alho e alho-porĂł no Ăłleo em conserva, repolho e repolho chinĂȘs em conserva, e pĂł amarelo que se parecia com mostarda seca, entre outros.

Mesmo com tanta variedade, nada de ameixa em conserva, hein? Que pena.

Por sorte, tinha ingredientes doces como mel, um tipo de adoçante feito com folhas de uma espécie de chå-verde secas e maceradas chamadas de Ugi, as quais comprei sem ressalvas.

Além disso, de alguma forma fui persuadido a comprar uma ferramenta para extrair a gordura da carne.

Velha, a senhora Ă© boa em negĂłcios.

Devido ao monte de coisas que comprei, pensei em fazer vårias viagens da loja até a pousada, mas a velha chamou rapaz forte dos fundos da loja e o mandou levar as compras.

Certo, quase me esqueci.

— A senhora teria um alaĂșde?

— Sim, eu tenho. — A velha aponta para Nana.

Na mesma mesa em que estavam os prendedores de cabelo. Eu nĂŁo vi apesar de estar bem na frente dos meus olhos.

Acontecia com frequĂȘncia.

Compro o alaĂșde e as cordas para a Mia. Tentei tocar a corda e, [Tiin], os sons fluĂ­ram normalmente.

> Habilidade: [Performance Musical] foi adquirida.

◇◇◇

— Ehehe ~ Olha, olha essas belezinhas!

A carruagem estava carregada de ingredientes, madeiras e ferramentas que comprei. O que Arisa apresentou foram ovos dentro de uma cesta, com cerca de 20 deles.

— Foi meio caro, mas consegui alguns ovos de pato ~ â™Ș Com isso a gente vai poder comer pratos de ovos!

— Ovos estragam rĂĄpido, entĂŁo precisamos pensar no que fazer o mais rĂĄpido possĂ­vel. Por quanto tempo vocĂȘ acha que podemos guardar?

— JĂĄ que Ă© inverno, talvez por uns 2 ou 3 dias?

— Hmm, acho que com karaage ou croquete cairia bem.

— Vo-vocĂȘ sabe fazer isso?

— Se alguĂ©m me disser a receita, nĂŁo teria problema, agora eu sĂł me lembro vagamente dos ingredientes e do processo


Tentei levantar o assunto para Arisa, mas parecia que ela também não sabia.

— Ugh, eu não deveria ter desistido de aprender a cozinhar por conta própria.

Eu mal me lembrava se realmente eram ovos e farinha. Serå que não era fécula de batata?

Jå que o [Armazém] conseguia conservar os alimentos, decidi colocar 5 ovos dentro e partir para o tentativa e erro durante a jornada.

Mais tarde, Liza me ensinou que ovos levavam meses para estragar.

Os ovos modernos nĂŁo tĂȘm prazos de validade muito curto?

Eu nĂŁo sabia dizer se o motivo foi de estarmos em um universo paralelo ou nĂŁo, mas eu nĂŁo iria reclamar da durabilidade.

Decidimos jantar na taverna do primeiro andar da pousada naquela noite. Como havia um espaço vazio atrås, juntamos duas mesas e sentamos ali. Mia se sentou na cadeira mais atrås, pois em breve o salão ficaria cheio e ela não se dava bem com multidÔes.

A refeição consistiu de uma quantidade moderada de lombo com legumes cozidos, sopa de peixe e rabanete, legumes fritos, frutas vermelhas secas, pão achatado feito de fruta Gabo e folhas de Gabo em conserva. Não tinha muita carne, mas as meninas beastkin ficaram satisfeitas em conseguir encher a barriga com alguma proteína.

Do meu lado oposto, Mia continou tocando o alaĂșde que tinhamos acabou de comprar mesmo durante o jantar. Ela tinha gostado com toda certeza.

— Mia, coma primeiro a sua refeição.

— Nn.

Ela acenou com a cabeça ao ouvir minhas palavras, mas nĂŁo largou o alaĂșde. Suas mĂŁos pararam de dedilhar as cordas, mas parecia que ela estava se questionado se continuava ou se comia.

— Aan.

Ela abre a boquinha ao mesmo tempo em que voltou a tocar o alaĂșde. Como ela parecia um pĂĄssaro jovem e fofo, coloquei um pedaço de legume cozido em sua boca. Ela mastigou com força enquanto tocava mĂșsica.

Eu me pergunto se é uma canção típica dos elfos. Talvez ela esteja tocando como forma de aliviar a saudade de sua casa.

Minhas mangas foram puxadas para o lado, e quando olhei para lĂĄ, Arisa estava abrindo a boca enquanto aponta o dedo para si.

— Aa~an.

— Se vire.

— Ei! Fazer isso apenas com a Mia, nĂŁo Ă© injusto?

Colocando dessa forma vocĂȘ me deixa sem escolha.

Eu dei a ela um bocado de folhas de Gabo em conserva. Era um sabor Ășnico, azedo e amargo. Ela provavelmente nĂŁo iria pedir de novo depois disso.

Ela ficou murmurando “Mugu!” e “Do-doce, preciso de algo doce!”, mas como nĂŁo veio me amolar mais quer dizer que foi um sucesso.

— Satou, Aan.

— Aa~n?

— Aan, nano desu.

O que me aguardava era Mia, com Pochi e Tama abrindo a boca para mim. Quando as trĂȘs ficavam alinhados assim, eles realmente se pareciam com filhotes de pĂĄssarinho. Eu coloquei um bocado para cada um por sua vez.

Em seguida, Lulu tambĂ©m veio fazendo, “Aan” de maneira tĂ­mida.

Olha, uma garota atraente prendendo seu cabelo de lado e fechando os olhos enquanto abrindo a boquinha me causa uma reação bem diferente.

Liza tambĂ©m se juntou ao grupo dizendo “Aan” como se estivesse participando de alguma coisa interessante, mas para ela eu nĂŁo tinha comentĂĄrios. Seu rosto nĂŁo mostrava qualquer timidez ou  desconforto, por isso provavelmente nĂŁo tinha problema.

Minha manga foi puxada novamente.

Eu pensei que era Arisa outra vez, sĂł que o puxĂŁo veio do lado oposto. Ali, Nana estĂĄ fazendo, “Aan”, enquanto apresenta um prato.

Entendi. Como a Nana não pode comer ainda, ela estå se oferecendo para me servir ao invés.

Eu nĂŁo tinha problema em alimentar garotinhas, mas quando se tratava de mulheres atraentes, o poder destrutivo era avassalador. Acabei comendo ainda assim enquanto me sentia envergonhado.

A nossa Violeta-san do lado oposto aparentemente nĂŁo suportou a minha atitude, e ela estava agora resmungando coisas como “Flertar Ă© proibido” ou “Riajuu deveria simplesmente explodir”. Pelo visto, um novo “Aan”, estava terminantemente proibido a partir de agora.

Quem começou com isso em primeiro lugar foi vocĂȘ Arisa, lembra?

Após ser repreendida por Liza, Mia passou a se concentrar na sua comida, o que foi um pouco chocante, pois ela me ignorou completamente — talvez eu a estivesse mimando de mais — e assim o jantar prosseguiu enquanto eu me sentia como um pai com filhas na fase rebelde.

Tendo terminado o jantar primeiro, Mia começou a tocar algumas mĂșsicas. Por outro lado, Arisa e as garotas beastkin estavam comendo a sua segunda porção.

No começo a mĂșsica era calma, mas depois ficou mais animada a pedido dos bĂȘbados. Mesmo que Mia estivesse tocando com um rosto inexpressivo e desinteressado, ela ainda atendia aos pedido impulsivo dos bĂȘbados sem questionar.

Assim que começou o recital, os visitantes foram aumentando até lotar a taberna, sendo que, quando chegamos, estava tudo vazio. Arisa decidiu ajudar anotando os pedidos da plateia de bebuns. Ela conseguiu fazer isso ao mesmo tempo em que mordiscava sua refeição, de maneira habilidosa.

E entĂŁo, quando terminaram de comer, Arisa levou Pochi e Tama para dançar e cantar juntas ao ritmo da mĂșsica. As trĂȘs estavam usando capuzes, entĂŁo pareciam sutilmente suspeitas. Achei a canção estranhamente nostĂĄlgica atĂ© que percebi que se tratava da anisong que Arisa cantou durante viagem.

— Que mĂșsica divertida, hein?

— É algo muito famoso na cidade natal daquelas meninas.

O comerciante no assento atrĂĄs começou a falar comigo, entĂŁo estĂĄvamos conversando enquanto servindo nossos copos com bebida. Apenas como nota adicional, eu estava tomando suco de frutas, nĂŁo de ĂĄlcool. A Ășnica bebida servido no bar era uma cerveja  muito azedada, ou melhor, de acidez intragĂĄvel.

As histórias do nosso bate-papo foram em sua maioria inofensivas, mas também com algumas interessantes. Em resumo, os chats foram assim.

— Acabei de passar pelo território do barão Muno e a população das vilas me ofereceram para comprar pessoas escravos de várias aldeias por lá. Foi terrível.

— A colheita deste ano nĂŁo foi tĂŁo ruim, entĂŁo eu me pergunto o por quĂȘ?

— Falando em escravos, se vocĂȘ trouxer algum do territĂłrio do barĂŁo Muno Ă© precisa pagar um imposto. Fazendeiros que querem ir para outro territĂłrio tambĂ©m precisam pagar uma taxa de emigração. Os soldados da fronteira sĂŁo especialmente restritos quanto a isso.

Os mercadores estremecem exageradamente por quase se tornarem eles prĂłprios em escravos.

De acordo com o meu guia de viagem, o territĂłrio Muno supostamente deveria ser um Marquesado, por isso perguntei.

— VocĂȘ nĂŁo sabia, meu jovem? Eles certamente foram marquĂȘses atĂ© cerca de 20 anos atrĂĄs, mas toda a famĂ­lia Muno acabou sendo atacada por enormes hordas de mortos-vivos. O castelo, os soldados, e a famĂ­lia, todos foram massacrados.

— Esqueci do tĂ­tulo, mas tenho certeza de que escreveram um livro e drama atĂ© ganhou uma peça de teatro sobre o assunto.

— Naquela Ă©poca, foi um alvoroço porque todo mundo imaginou que fosse um ataque de Rei DemĂŽnio. Os preços dos mantimentos e remĂ©dios subiram muito e acabei tendo um enorme lucro.

Foi uma histĂłria de imprudĂȘncia e o fazia parecer um comerciante sem escrĂșpulos.

— TambĂ©m me lembro de me sentir aliviado por o rei ter ordenado que os cavaleiros templĂĄrios fossem despachados, limitando o exĂ©rcito morto de transbordar para outros territĂłrios.

— Todas as famĂ­lias relacionadas ao marquĂȘs Muuno, incluindo membros que se casaram em outras casas, morreram de causa misteriosa. O barĂŁo atual supostamente nĂŁo tem absolutamente nenhuma relação com o antigo. Ele Ă© sobrinho ou irmĂŁo mais novo do duque vizinho e sucedeu o nome da famĂ­lia para administrar o territĂłrio.

Essa história me soava familiar. O que me veio à mente foi um rosto esquelético (do Zen).

Eu me aproximei da conversa e fui distraindo as pessoas servindo bebidas para elas enquanto a histĂłria prosseguia.

— Há um boato estranho sobre aquele ducado. O comprador de cadáveres que paga bem pela carcaça de qualquer coisa.

— Isso nĂŁo Ă© apenas um boato? Ouvi falar de uma floresta que virou local sagrado de enterros para alguma ceita. Pelo que me disseram, o boato começou com alguĂ©m que viu o processo no meio da floresta.

— É isso mesmo! As pessoas falam que essa ceita viaja na estrada onde monstros e lobos aparecem por vĂĄrios dias enquanto carregam os cadĂĄveres. As pessoas fazem qualquer loucura em nome da fĂ©.

— Ei, esse nĂŁo Ă© um comentĂĄrio que possa ser dito por mercadores como nĂłs.

No entanto, [Comprador de CadĂĄveres] soa como algo que daria um excelete tĂ­tulo de romance.

Falando no duque, eu tinha ouvi um boato pela manhĂŁ.

— Aparentemente vai acontecer um torneio de luta no ducado. Todos estão familiarizados com isso?

— Pode apostar que sim. Onde houver pessoas reunidas, nĂłs comerciantes estaremos por lĂĄ tambĂ©m.

— Embora quando o comĂ©rcio aflora em um lugar assim, quer dizer que em outro ponto uma nova oportunidade de negĂłcio se vagou. Pretendo preencher essa lacuna para o meu comĂ©rcio.

Imaginei que este fosse um mundo em que a circulação de mercadorias levasse tempo, mas, pelo visto, havia muitas maneiras de se ganhar dinheiro.

A performance de Mia parou antes que eu percebesse. Os que estavam ao seu redor insistiam com ela continuasse, mas pelo visto jĂĄ tinha sido mais que o suficiente, quando ela disse “Cansada.”, e se deitou no meu colo.

Eu acho que vocĂȘ nĂŁo precisava ter ido ir tĂŁo longe como sentar em mim por debaixo dos panos da mesa.

Aproveitamos a chance e voltamos para o quarto e a Arisa disse:

— Recebemos muitas oferendas ~ â™Ș. — enquanto mostra uma tigela com muitas moedas.

Eram principalmente moedas de um centavo, mas algumas moedas de cobre se misturaram no meio. Bastante generoso, de um bando de bebuns.

Deixei a Mia dormindo na cama.

Como esperado, sem chance de haver um quarto para oito, entĂŁo aluguei dois quartos com quatro camas. Eu e as meninas beastkin ficĂĄvamos em um, enquanto a Arisa e as outras no outro.

Tivemos vĂĄrias disputas para saber quem dormiria com quem e, sinceramente, eu precisava bolar algum plano para impedir a Nana de inocentemente querer dormir comigo. Muito perigoso.

A minha intenção era fazer uma passeio na vida noturna enquanto as meninas se recolhiam, mas acabei sendo parado pela Pochi e a Tama que me chamaram “dormir juntos, nanodesu” com os olhos brilhando de antecipação enquanto atavam as minhas mãos nas delas. A provável responsável por isso era a dona Arisa no outro quarto, mas eu não tinha coração de pedra o suficiente para afastar as duas crianças alegres a fim de me entregar aos meus próprios desejos.

Bem, a noite Ă© uma criança e hoje eu estaria deixando a programação adulta de lado



Tradução feita por fãs.
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