Death March – Revisado – CapĂ­tulo 31 – Arco 6

 

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Death March Kara Hajimaru Isekai Kyousoukyoku
Death March To The Parallel World Rhapsody

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Death March 6-31
[A Batalha das Meninas – Parte 4]

◇ Liza ◇

NĂŁo havia fim para tudo aquilo.

Eu provavelmente jĂĄ tinha derrotado dezenas de zumbis, mas mesmo conseguindo eliminĂĄ-los com apenas um golpe da minha lança, o nĂșmero deles ultrapassava qualquer expectativa.

Depois de muito esforço, alcançamos o local de onde era possível avistar os portÔes da cidade. No entanto, mais de uma centena zumbis ainda infestavam a årea nosso objetivo. Era fåcil lidar com zumbis goblins ou ladrÔes, mas enfrentar zumbis de ursos ou outros monstros que às vezes se misturavam era uma batalha årdua.

E, como se nĂŁo bastasse, havia aquilo!

As cobras de mĂșltiplas cabeças que surgiam por trĂĄs dos zumbis nĂŁo eram apenas grandes. Elas cuspiam bolas de fogo como se fossem dragĂ”es. Graças Ă  magia de Mia, conseguimos escapar por pouco, mas aquilo nĂŁo era algo que poderĂ­amos defender muitas vezes. Eu nĂŁo tinha escolha senĂŁo tomar a iniciativa e acabar com aquilo rapidamente. Para isso, precisava diminuir a distĂąncia atĂ© a cobra de mĂșltiplas cabeças.

— Mia, o caminho!

Mia deveria entender o que eu queria. Ela usou a magia que tinha empregado para empurrar os soldados mais cedo, abrindo caminho entre os zumbis.

Eu concentrei cada gota do pequeno poder mĂĄgico que tinha na lança mĂĄgica…


◇ Lulu ◇


Eu podia ouvir barulhos vindos da direção da cidade Muno.

SerĂĄ que Liza-san e as outras estavam bem?

TĂ­nhamos acabado de reunir as 100 pedrinhas. NĂŁo, quase 200 na verdade. Todos pareciam realmente motivados pelo risoto.

Agora mesmo eu estava aprendendo as receitas da regiĂŁo com as donas de casa que tinham vindo me ajudar. Eu planejava surpreender o mestre mais tarde.

— Está realmente tudo bem oferecer tanta comida assim para a gente, mocinha?

— Sim, sem problema.

Enquanto provava a comida, o chefe da aldeia, alto e magro, se aproximou. Nana-san estava me apoiando. Eu ainda não conseguia lidar muito bem com outros homens além do mestre.

— Chefe! É terrível, refugiados estão vindo da cidade de Muno para cá.

— O que disse!?

— Por hora, eles pararam na frente da aldeia, mas há uma multidão com mais de cem pessoas.

Parecia que a preocupação da Arisa tinha se tornado realidade.

O que eu deveria fazer?

◇ Cavaleiros ◇


A Lizardkin nee-san iniciou seu ataque, acompanhada por um brilho avermelhado ao cair da noite.

Que coragem admirĂĄvel.

— Ei, vamos ampliar o caminho que a Elfa abriu!

— Entendido!

— Vice-capitão, vá ajudar a nee-san!

De qualquer forma, era a magia que nos atingiu, mas eu jamais imaginei que alguĂ©m poderia usar magia de ĂĄgua daquela forma. Devia ser alguma arte secreta dos elfos, sem dĂșvida.

— Donovan, pode haver outras hidras por aí! Procure vasculhe com um feitiço!

— Sim, capitão!

Esperava que fosse apenas um temor infundado.


◇ Liza ◇

Eu perfurei a cobra de mĂșltiplas cabeças com um golpe que envolveu todo o meu corpo, fazendo-a soltar rugidos.

Tinha em mente o ataque em espiral que o mestre me demonstrara uma vez enquanto realizava o golpe, mas, como esperado, nĂŁo era algo que pudesse dominar de um dia para o outro.

Mesmo assim, parecia que eu tinha conseguido neutralizar uma das cabeças da cobra.

No entanto, nĂŁo podia me dar ao luxo de desanimar. Meu poder mĂĄgico estava esgotado, entĂŁo restava apenas o meu corpo treinado.

[Perfurar]

[Bloquear]

Quando via uma oportunidade, desferia o [Golpe Pesado].

Estava intrigada com a escassez de ataques por parte da cobra, mas antes que percebesse, um soldado empunhando duas espadas decepou duas das cabeças da criatura.

Alguns goblins podres surgiram por baixo do flanco da cobra, mas pedras voaram de trås e atingiram suas cabeças, esmagando-as. Parecia que Tama também estava me dando suporte.

O soldado das duas espadas era bem habilidoso para um humano. Claro, ainda estava longe de se comparar ao Mestre, mas ele manejava as espadas como se dançasse.

— Liza!

Mia desceu do cavalo e me entregou uma garrafa de poção. Eu nĂŁo precisava de uma poção de recuperação de saĂșde, certo?

— Poder mágico.

Entendi.

Engoli a garrafa e deixei o lĂ­quido levemente adocicado descer pela garganta. Era assim que se sentia ao recuperar o poder mĂĄgico? Parecia um pouco diferente da sensação de recuperar a saĂșde.

Com minha lança mågica, bloqueei o ataque da cobra que aproveitava a chance. Um de meus braços sentiu uma leve sensação de calor.

Pelo visto, Mia lançou o feitiço [Balão] ao meu lado. Uma névoa verde explodiu por baixo do abdÎmen da cobra, derrubando-a. Parecia que ela tinha usado o sangue da cobra que estava no chão.

[Lñmina mágica] — envolvi a lança mágica com uma luz vermelha.

Gritando com toda minha força, enfiei a lança mågica no ponto fraco da cobra que Mia expÎs, seu estÎmago.

Aquele corpo imenso se contorceu vĂĄrias vezes antes de parar de se mover. Esse poderoso inimigo nĂŁo foi derrotado apenas pelo meu poder. O poder dos amigos era, de fato, algo grandioso.


◇ Mia ◇

Como esperado da Liza, nano. Liza Ă© incrĂ­vel, certo?

Ela conseguiu derrotar uma cobra de mĂșltiplas cabeças tĂŁo grande. EstĂĄ tudo bem, mesmo sem o Satou. EstĂĄ tudo bem.

Sim, era isso que eu pensava.

Mas a realidade era terrĂ­vel. TerrĂ­vel!

TrĂȘs cobras semelhantes surgiram do outro lado! O que deverĂ­amos fazer? O que deverĂ­amos realmente fazer? Foi tĂŁo difĂ­cil derrotar apenas uma!


◇ Cavaleiros ◇

— Embora o vice-capitĂŁo tambĂ©m tenha se saĂ­do bem, aquela nee-san derrotou a hidra, hein?

— Vamos nos esforçar atĂ© alcançarmos o portĂŁo.

— Mas esses enxames de zumbis continuam atĂ© o outro lado da muralha externa.

— Que coisa, de onde Ă© que estĂŁo saindo?

— NĂŁo vai me dizer que o Rei-Sem-Vida ressuscitou, nĂ©?

Contudo, o momento para nossas conversas banais acabou.

— CapitĂŁo, trĂȘs delas estĂŁo vindo da floresta!

Franzi a testa com o relatĂłrio de Donovan. Por que meu pressentimento ruim tinha que se provar correto assim?
TrĂȘs hidras surgiram jĂĄ era demais.

— Eu… quando este trabalho acabar, vou me casar com a Pina-chan da cozinha.

O tolo jĂĄ estava fugindo da realidade.

Não havia outra escolha senão recuar agora. Como Donovan jå estava cansado de lançar o [Martelo de Ar], tínhamos que bater em retirada de uma vez.

◇ Liza ◇

Eram, de fato, inimigos impossĂ­veis.

Mesmo estou tão próxima de alcançar Mestre agora


Tive que me esforçar para impedir que Mia e Tama se machucassem.

Estava preocupada se os soldados humanos de antes haviam escapado para longe o suficiente, mas não tínhamos escolha a não ser recuar naquele momento. No entanto, me perguntei se conseguiríamos fugir em segurança com inimigos tão perigosos.

Decidi preservar meu poder mågico por hora. A luz vermelha da lança mågica, que eu havia deixado de alimentar com magia, tornou-se opaca.

Como se refletisse minha fraqueza, aquilo me causava uma sensação desagradåvel.


◇ Tama ◇


Eu estava protegendo a Ășltima linha de defesa junto com os cavalos.

Era outra cobra que cuspia fogo.

Dessa vez, eram trĂȘs~?

Se nĂŁo me engano, ouvi dizer que, se transformadas em kabayaki, ficavam deliciosas.

O que seria kabayaki? — Me perguntei.

Haah, meu estĂŽmago estĂĄ com fome~.

A luz da lança de Liza se apagou e Mia respirava com dificuldade.

Aperto?

Mas estava tudo bem.

Contra as cobras que se preparavam para lançar fogo em direção a Liza e as outras, muitas e muitas flechas transparentes começaram a cair.

Viu?

Sempre que Tama e os outros estavam em perigo, o Mestre sempre nos protegia, nyan.
Quero comer carne rĂĄpido~â™Ș

◇ Cavaleiros ◇

— Eu estou sonhando?

— Talvez seja o suporte do exĂ©rcito do barĂŁo.

— Idiota, uma pessoa sĂł pode lançar, no mĂĄximo, trĂȘs flechas mĂĄgicas, certo? Quantas dezenas de pessoas seriam necessĂĄrias para disparar aquela quantidade?

Além disso, as flechas visavam os zumbis que tentavam atrapalhar os ataques de lança da nee-san, e isso não acontecia só uma vez. Pensava que provavelmente era um companheiro da nee-san, mas torcia para que não houvesse disparos acidentais.

 Que coisa, jĂĄ tive o suficiente de absurdos por hoje.

— Ei, olhem para aquilo! Gigantes estão do outro lado da muralha externa!

As cabeças dos gigantes podiam ser vistas do outro lado da muralha da cidade. Parecia que eles não estavam destruindo a muralha, mas atacando algo nos arredores. Não tinha certeza do que era, mas provavelmente estavam derrotando os zumbis do outro lado.

Ouvi dizer que o barão Muno era um sujeito tranquilo e despreocupado, mas estaria ele empregando até mesmo gigantes? Impossível. Histórias de gigantes ajudando humanos só aconteciam em contos de heróis.

Vou repetir, jĂĄ tive o suficiente de absurdos por hoje.


Tradução feita por fãs.
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