Death March – Revisado – CapĂtulo 24 – Arco 6
Death March Kara Hajimaru Isekai Kyousoukyoku
Death March To The Parallel World Rhapsody
Web Novel Online:
Death March 6-24
[Batalha na Cidade Muno â Parte 2]
Satou aqui. Certa vez, um amigo me disse que a cultura Moe salvaria o mundo. Em verdade, admirar coisinhas fofas alegram o nosso dia independente do mundo em que esteja. De forma inexperada, talvez a cultura Moe possa realmente salvar o dia.
âââ
Eu sabia pelo [Mapa] que o castelo do barĂŁo era imenso, mas, depois que entrei nele de fato, revelou-se ainda mais vasto do que imaginava. Nos arredores, ainda tinha uma floresta e um grande lago que ocupavam cerca de trĂȘs vezes a ĂĄrea do prĂłprio castelo.
As pessoas ocupavam apenas uma pequena porcentagem de todo o territĂłrio.
SerĂĄ que nĂŁo era difĂcil manter tudo aquilo?
Hayuna-san e os outros haviam se separado de nĂłs, jĂĄ que nĂŁo estavam envolvidos nos problemas.
Eståvamos seguindo em direção a uma enorme mansão de quatro andares localizada, não no castelo em si, mas em uma colina na mesma propriedade. O que não era um problema, pois o barão, Hayuna-san e os demais estavam lå. E claro, o falso herói encontrava-se próximo ao barão.
O corpo dividido do demÎnio também estava presente, mas a uma certa distùncia do barão. Seu corpo verdadeiro, no entato, permanecia dentro da floresta, como de costume. Parecia que ele não participava da batalha diretamente, deixando os soldados goblins lutarem em seu lugar.
SerĂĄ que o demĂŽnio planejava se divertir vendo os dois lado se matarem?
Enquanto pensava nisso, a carruagem entrou no pĂĄtio circular em frente Ă mansĂŁo.
Embora nĂŁo tivesse um tapete vermelho estendido, cerca de 20 empregadas estavam alinhadas Ă esquerda e Ă direita para nos receber.
Mesmo sendo empregadas, nĂŁo usavam aventais ou toucas brancas, mas vestidos simples de cor azul-marinho. Provavelmente era o uniforme, jĂĄ que todas estavam usado o mesmo.
Pude sentir Pochi olhando ao redor inquieta atrĂĄs de mim, mesmo sem vĂȘ-la. Deixei isso a cargo de Arisa, que a advertiu em voz baixa.
â Sejam bem-vindos. Ă um prazer recebĂȘ-los, Mago Satou-sama e as pequenas damas.
Um homem vestindo uniforme de mordomo nos cumprimentou. Agradeci pela recepção grandiosa, embora quisesse perguntar por que ele me chamou de Mago e não de Mercador.
â Se tiverem bagagens, permitam-me carregĂĄ-las.
Como o mordomo disse isso, entreguei a ele minha bolsa, a faca e o bastão curto que carregava na cintura. A faca era apenas um acessório ornamental para combinar com minhas roupas, transmitindo uma sensação de sofisticação.
No entanto, o mordomo pegou apenas a bolsa, devolvendo a faca e o bastĂŁo.
â Satou-sama, estĂĄ tudo bem levar o punhal e a varinha para autodefesa.
â NĂŁo seria descortĂȘs da minha parte portar armas na presença do barĂŁo?
Perguntei por via das dĂșvidas, mas o mordomo balançou a cabeça lentamente, negando.
â NĂŁo hĂĄ com o que se preocupar. Essa Ă© uma ordem do cĂŽnsul. AlĂ©m disso, hĂĄ uma pessoa verdadeiramente confiĂĄvel ao lado do barĂŁo. Ele nĂŁo serĂĄ ferido, a menos que seja o prĂłprio rei demĂŽnio atacando.
â Ah, isso Ă© impressionante. Gostaria muito de conhecer essa pessoa.
â Tenho certeza de que ficarĂĄ surpreso. Por favor, aguarde com expectativa.
A pessoa de quem ele falava devia ser o herói falso. Contudo, permitir que visitantes carregassem armas parecia confiança demais nesse herói falso.
Ou serå que o objetivo do demÎnio era deixar alguém causar problemas?
Seguimos o mordomo, que nos guiava pelo caminho com duas empregadas tambĂ©m nos acompanhando. Pensei que poderiam ser cavaleiras disfarçadas monitorando nossos movimentos, mas, ao verificar seus nĂveis e habilidades, percebi que eram realmente empregadas.
No entanto, o que seria essa leve sensação de desconforto que eu estava sentindo?
âââ
Chegamos em frente ao quarto do barĂŁo, guiados pelo mordomo.
Arisa apertava os punhos com força.
SerĂĄ que estava preocupada com o sonho?
Assim que entramos na sala, Arisa olhou para o barĂŁo e, entĂŁo, relaxou, exibindo um evidente alĂvio. Com isso, parecia que ela havia confirmado que o sonho nĂŁo era profĂ©tico.
Graças a ela, também me senti um pouco mais tranquilo. Por conta do incidente de atropelamento que enfrentamos no caminho, minha mente estava cheia de pensamentos sombrios sobre como encarar o barão. Era melhor confirmar a pessoa em si antes de tirar qualquer conclusão.
â Ah, vocĂȘ finalmente chegou! Primo-dono, deixe-me apresentĂĄ-los: Satou-dono, o Mago, e Arisa-dono, a Mercadora. Hum, aquela ali deve ser a irmĂŁ mais nova de Arisa-dono, imagino.
Assim que entramos no quarto, conforme o mordomo havia indicado, Toruma-shi (ossan), que estava Ă vista, nos apresentou ao barĂŁo.
Pensando bem, nunca disse que Arisa era uma escrava, nĂŁo Ă©?
Seu colar estava escondido pelas roupas, entĂŁo nĂŁo tinha como aquele sujeito alheio ao que acontecia nas entre-linhas ter percebido. Ainda assim, do ponto de vista dele, Arisa era uma mercadora.
No entanto, gostaria de elogiĂĄ-lo por nĂŁo ignorar Pochi.
â Ă uma honra conhĂȘ-lo, sua excelĂȘncia. Eu me chamo Satou, Embora inexperiente, um Mago e principalmente um Mercador.
Fiquei um pouco perdido, mas decidi enfatizar a parte do mercador.
Arisa fez uma reverĂȘncia segurando a barra da saia sem dizer seu nome. Pochi, depois de olhar ao redor inquieta, imitou o gesto de Arisa e tambĂ©m fez uma reverĂȘncia.
Desconsiderando as empregadas Ă serviço, havia mais trĂȘs pessoas presentes no quarto alĂ©m da famĂlia do Ossan.
Primeiro, o homem que parecia ser o barĂŁo. Ele era um homem corpulento, com cabelo preto e bigode. Eu esperava que fosse um tĂpico sujeito detestĂĄvel, sentado com as pernas esticadas de maneira arrogante, mas, em vez disso, estava sentado com um sorriso no rosto.
Rudy: Completamente diferente da versĂŁo do MangĂĄ. Embora talvez tenha sido um equĂvoco da Megumu-sensei, jĂĄ que embora o BarĂŁo vai estar presente em toda a histĂłria de Death March a partir de agora, ele nunca recebeu uma ilustração na Light Novel.
A segunda era uma mulher de cabelos negros que emanava uma atmosfera calma.
Parecia ser a filha do barĂŁo e, apesar do cabelo preto, suas feiçÔes nĂŁo eram asiĂĄticas, mas lembravam mais as de uma mulher de origem grega. Se tivesse que descrever, diria que ela era bonita, mas nĂŁo tinha caracterĂsticas marcantes, exceto uma pinta no canto do olho. NĂŁo consegui observar bem a sua figura devido Ă posição em que estĂĄvamos.
Por Ășltimo, um homem musculoso sentado no sofĂĄ, inclinado em direção Ă mulher. Era um jovem atraente, com cabelos e olhos negros. Este jovem, claro, era o herĂłi falso.
Ă primeira vista, ele parecia apenas um jovem simpĂĄtico. Ele portava uma espada reta com uma bainha azul, combinando com suas roupas brancas de cavaleiro. De aparĂȘncia, ele era um herĂłi e tanto.
Seus companheiros estavam em outro edifĂcio, junto com o corpo dividido do demĂŽnio (DivisĂŁo).
â Entendo, entĂŁo vocĂȘ Ă© o jovem mago-dono que comanda poderosos escravos semi-humanos. Obrigado por salvar a vida de Toruma. NĂŁo posso agradecer o suficiente, por mais vezes que o diga. Este territĂłrio Ă© vasto, mas nĂŁo pode ser chamado de prĂłspero. Gostaria que descansasse tranquilamente aqui para recuperar suas forças. Me dĂłi o coração nĂŁo poder oferecer um serviço mais significativo, mas receberia vocĂȘ de bom grado pelo tempo que desejar ficar.
O barĂŁo levantou-se expressamente e aproximou-se de mim para agradecer.
Que estranho.
Normalmente, nobres eram arrogantes, mas ele estava sendo extremamente amigĂĄvel. Por outro lado, essa cordialidade era suspeita demais.
Serå que esse também era um impostor?
Confirmei pelo [AR], mas ele era realmente o barĂŁo, sem sombra de dĂșvida. TambĂ©m nĂŁo possuĂa qualquer status anormal.
â Pai, sei que o senhor estĂĄ animado por encontrar um jovem corajoso, mas poderia pelo menos convidĂĄ-lo a se sentar? Fico com pena das pequeninas.
Desta vez, foi a filha do barĂŁo que repreendeu o pai. Seu tom era tĂŁo calmo quanto sua aparĂȘncia sugeria. Contudo, sua voz era infantil, destoando de sua idade.
SerĂĄ que essas pessoas agiam assim normalmente?
Com pessoas tĂŁo simples governando o territĂłrio, por que os moradores passavam por tantas dificuldades?
NĂŁo, eles ainda eram nobres.
Isso podia ser uma encenação. Talvez existissem habilidades que permitissem esse tipo de comportamento, embora a possibilidade fosse baixa. Decidi permanecer cauteloso por mais um tempo.
âââ
â Ara, ara, que meninas adorĂĄveis.
A filha se levantou, apoiando-se na mão do falso herói, e caminhou em direção a Arisa e Pochi.
*Boing*
Rudy: Sim, o Bostou estĂĄ olhando para a linhagem sanguĂnea avançada da famĂlia do BarĂŁo.
Sim, não tinha uma onomatopéia mais adequada para isso.
Meus olhos nĂŁo estavam focados no barĂŁo, que falava amigavelmente Ă minha frente, mas sim naquilo que oscilava no momento em que a filha se levantou.
Eram grandes â nĂŁo, eram ENORMES seios (Bakunyuu), uma palavra agora representada na vida real.
A filha caminhava lentamente, e, acompanhando seus movimentos, aquilo balançava e tremia, me cativando.
Era verdadeiramente uma arte. JĂĄ que sutiĂŁs nĂŁo eram amplamente difundidos nesse mundo, fiquei me perguntando como essas massas eram contidas.
NĂŁo me diga que era magia? Devia ser magia!
AĂ!
Arisa chutou minha perna enquanto eu pensava nessas coisas estĂșpidas. Ela me lançou um olhar de reprovação de baixo para cima.
â OlĂĄ, pequena senhorita. Eu me chamo Soruna, pode me dizer seu nome?
A filha abaixou-se para ficar na mesma altura de Arisa e Pochi, e começou a falar com uma voz que parecia ter notas musicais ao final. Arisa bloqueou minha visão do vale profundo com todo o seu corpo.
NĂŁo, bem, acho que, no momento, era mais importante evitar que a jovem tocasse Pochi descuidadamente.
â Pochi, nano desu!
â Que fofa! Eu adoraria ter uma garotinha assim!
Pochi se apresentou com a pose usual de “Swoosh!” e, talvez sem resistir, a jovem a abraçou de repente.
Arisa tentou puxar Pochi para o lado, mas nĂŁo conseguiu a tempo. Eu poderia ter bloqueado mais rĂĄpido, mas hesitei, jĂĄ que parecia que isso resultaria em uma situação difĂcil de justificar de outra maneira. Mesmo se tivesse conseguido a tempo, a mĂŁo dela atravessaria a ilusĂŁo, expondo tudo.
Pochi, sendo abraçada pela jovem, inclinou a cabeça para o lado. Apesar de estar sendo apertada, ela retribuiu o abraço com alegria, mantendo o rosto inexpressivo da ilusão.
â Ara? A sensação do toque dela… parece diferente do que aparenta?
As mĂŁos da jovem atravessaram a ilusĂŁo.
NĂŁo havia mais como dar desculpas. Resolvi usar essa oportunidade para avaliar a verdadeira natureza da famĂlia do barĂŁo.
Pedi para Arisa desfazer a ilusĂŁo em Pochi.
â Minha nossa! Aquela garotinha amĂĄvel se tornou uma adorĂĄvel garotinha canina! Que fofura! Parece um bichinho de pelĂșcia desuwa!
A filha, agora vendo a verdadeira aparĂȘncia de Pochi, continuou a abraçå-la sem mostrar repulsa. Eu e Arisa relaxamos, enquanto Pochi permanecia sendo apertada pela jovem.
NĂŁo, espere, parecia que Pochi estava curiosa com os seios pressionados contra ela e se divertia empurrando-os repetidamente de baixo para cima.
Que invejaânĂŁo, que ultraje!
â Ei, ei, Soruna, seu valioso vestido ficarĂĄ cheio de pelos. AlĂ©m disso, o que faria se cheirasse a animal?
â Eu odeio quando o Tio Toruma fala este tipo de coisa, desuwa.
Ossan fez um comentĂĄrio rude, como de costume, mas a jovem Soruna recusou secamente com um “Pun” em vez de “Tsun”, combinando com seus gestos infantis.
Ossan tentou buscar apoio do barĂŁo, mas…
â Que adorĂĄvel criança. Aquela aparĂȘncia de antes era um feitiço seu, Mago-dono?
O barĂŁo ignorou levemente as palavras de Ossan e fez a pergunta sem qualquer tom de repreensĂŁo em sua voz. Pelo contrĂĄrio, ela soava estranhamente pura. Deixei Ossan aos cuidados de Hayuna-san e me concentrei no barĂŁo.
â Perdoe-me por isto. Ouvi dizer que nobres nĂŁo gostavam de semi-humanos, entĂŁo considerei ao menos fazer com que ela se parecesse humana.
Embora fosse minha própria desculpa, soava extremamente superficial. Normalmente, eu nem a traria sem pensar em disfarçå-la com magia.
â Eu Ă© que me desculpo por preocupĂĄ-lo de tal maneira. PorĂ©m, nĂŁo imaginei que uma criança canina poderia ser tĂŁoa dorĂĄvel. Em verdade, confeço que as Ășnicas que jĂĄ vi foram na capital real ou na arena, e todas pareciam ferozes como animais selvagens. Terei que rever meu pensamento sobre isso.
Os olhos do barĂŁo estavam fixos em Pochi, que estava sendo mimada pela filha.
â A propĂłsito, Satou-dono.
â Pois nĂŁo, sua excelĂȘncia?
â Eu tambĂ©m poderia acariciar a cabeça dessa menina canina?
Pochi balançou a cabeça para cima e baixo enquanto era abraçada pela filha. Concordei com o barão após obter a permissão de Pochi.
â Oh, como Ă© macia! O pelo dela Ă© tĂŁo bom.
â AlĂ©m disso, ela tem um cheiro maravilhoso. Ă cheiro de frutas? NĂŁo conheço nenhum perfume natural assim, desuwa.
HĂŁ? Cheiro de frutas?
Perguntei em voz baixa para Arisa, que estava ao meu lado.
â (Mia fez sachĂȘs com cascas de frutas e colocou junto com nossas roupas.)
Entendi, embora nĂŁo soubesse bem, parecia algo como um sachĂȘ contra mofo. Eu sabia que Mia estava coletando cascas de frutas, mas tinha certeza de que era para lanches na madrugada, quando sentia fome. Teria que tomar cuidado para nĂŁo dizer isso em voz alta, ou seria obrigado a fazer âSeizaâ novamente.
Nosso encontro com a famĂlia do barĂŁo terminou inesperadamente em um clima acolhedor, mas naquele momento, um desenvolvimento rĂĄpido ocorria na floresta.
Embora o exĂ©rcito do barĂŁo devesse ter vantagem, de repente, as baixas do lado deles aumentaram de forma avassaladora, junto com o lado dos goblins. AlĂ©m disso, pessoas que ainda nĂŁo haviam entrado em contato com o inimigo tambĂ©m começaram a cair vĂtimas, uma por uma.
O inimigo teria preparado armadilhas desde o inĂcio?
Falando de algo estranho, 10 corpos divididos apareceram perto do corpo principal do demÎnio e então voaram ao redor sem rumo sobre ambas as forças.
Pensei que talvez estivessem usando veneno, mas, ao verificar o estado deles, entendi a causa.
A grande maioria dos soldados estava sofrendo com condiçÔes de [Confusão] e [Enfurecido].
Entendi agora por que Arisa havia dito que “Magia PsĂquica era desprezada” antes. Era uma magia padrĂŁo em jogos, mas provavelmente poucos feitiços pudessem se comparar a uma que fosse incontrolĂĄvel e ainda muito eficaz contra grupos. Tenho certeza de que esse mĂ©todo tambĂ©m foi usado para aniquilar o grande grupo de ladrĂ”es.
Tradução feita por fãs.
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