Death March – Revisado – CapĂtulo 12 – Arco 6
Death March Kara Hajimaru Isekai Kyousoukyoku
Death March To The Parallel World Rhapsody
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Death March 6-12
[A População do TerritĂłrio Muno â Parte 3]
Satou aqui. Gente chorando enquanto come Ă© uma histĂłria tĂpica de tempos de guerra ou no pĂłs-guerra, mas, se eu tiver que dizer, a Ășnica vez que vi presencialmente isso foi quando tive de consolar um amigo que ficou de coração partido e se entregou Ă comilança. Por Satou.
âââ
â VovĂŽ, a gente trouxe um pouco de comida!
â E dessa vez nĂŁo foram ervas daninhas~!
As crianças que encontramos Ă tarde vieram correndo enquanto comĂamos uma refeição de cereais, vegetais e carne de lobo junto dos idosos. Eles jĂĄ tinham falado das crianças para gente mais cedo, mas como nĂŁo sabiam quando iriam voltar, decidimos comer primeiro.
â Ah, sĂŁo os caras de antes!
â SerĂĄ que vieram pegar a comida de volta?
â Eles vieram atrĂĄs de nĂłs!
As crianças se esconderam atrĂĄs do lĂder.
SerĂĄ nĂŁo perceberam a atmosfera pacĂfica aqui?
â Temos mingau de sobra. Por que vocĂȘs nĂŁo comem com a gente?
â Isso mesmo meninos, vocĂȘs tambĂ©m podem comer tambĂ©m!
â Vamos, sentem-se logo, crianças.
As crianças estavam cautelosas com meu convite, mas quando os mais velhos os convidaram e, acima de tudo, encantadas com o mingau servido, em pouco tempo se juntaram à refeição conosco.
â D-delicioso!
â NĂŁo Ă© erva daninha?
â Uau, que cheiro gostoso!
â Tem carne cozida aqui!
â Mentira?
â Ă verdade, Ă© carne~!
â EstĂĄ tĂŁo boooooooom… Buaaaaaaaaaaa!!!
Fico feliz que tenham gostado, mas nĂŁo precisa chorar por causa disso.
Pochi, que terminou seu prato mais rĂĄpido, iniciou a guerra com poucas palavras.
â Mais um por favor, nano desu!
Com essas poucas palavras, a tensão aumentou entre as crianças. Provavelmente, sentindo essa tensão sutilmente, ou talvez nem isso, a sempre inexpressiva Nana se aproximou e preparou outra porção.
â NĂŁo precisam ter medo, Pode-!
â Certo pirralhos, temos o bastante, podem comer Ă vontade!
Eles começaram a comemorar ao ouvir as palavras da Arisa, interrompendo as minhas. A velocidade com que as crianças comiam aumentou. Os idosos repreendiam os meninos que se engasgavam com a comida, “Mastiguem bem antes de engolir.”
Como parecia que a comida não seria suficiente, voltei para a carroça para cozinhar algumas batatas. Descasquei cerca de 20 e as fervi junto com a Lulu, que veio me ajudar. Ouvindo sons de passos olhei para o lado e encontrei Mia.
â Satou.
â VocĂȘ tambĂ©m quer mais uma porção, Mia?
Mia balançou a cabeça levemente para os lados.
â Humanos… por quĂȘ?
Ela se esforçou para juntar as palavras.
â Abandonam… crianças… idosos?
Quando perguntei mais detalhes, parece que os elfos valorizam muito suas crianças e idosos, então ela estava chocada com essa situação.
Vamos deixar esse tipo de assunto pesado para a Arisa-sensei.
â VocĂȘ jĂĄ perguntou Ă Arisa?
â Nn.
â O que ela disse?
â NĂŁo entendi. Coisas como ricos e pobres, ou estrutura social.
Droga, Arisa, nĂŁo use palavras difĂceis para sair pela tangente.
â Mia, raças que produzem muitas crianças, nĂŁo apenas os humanos, sĂŁo fundamentalmente fracas.
â Nn.
â Como sĂŁo fracas, lutam muito e salvam a si mesmas, mesmo Ă s custas de muitos.
â Todas?
â Sim, como nĂŁo podem salvar a todos, deixam uma parte ser sacrificada.
â EntendoâŠ
Espero que ela tenha ficado convencida, mas eu mesmo nunca refleti muito sobre isso.
Mesmo a maioria das coisas que disse a ela antes foram apenas informaçÔes que obtive na internet e na TV.
â Se alguĂ©m como o mestre se tornasse rei, o mundo seria um lugar muito mais pacĂfico.
Lulu disse isso sorrindo, mas ela estava me superestimando. Se alguĂ©m como eu se tornasse rei, o paĂs inteiro iria Ă falĂȘncia rapidamente, fim.
âââ
â Hou? Eu estava me perguntando por que tinha uma jovenzinha usando capuz durante a refeição, mas na verdade ela era uma elfa, hein?
Uma velha se aproximou sozinha. Mia rapidamente cobriu-se com o capuz, mesmo que jĂĄ fosse tarde demais.
â Ela Ă© tĂmida perto de estranhos.
â Compreendo. Mocinha, nĂŁo vou contar para ninguĂ©m, entĂŁo, por favor, me perdoe.
â Nn.
Mia assentiu e correu levemente para se esconder atrĂĄs de Lulu, que estava cuidando da panela.
â SerĂĄ que eu a assustei?
â NĂŁo, ela Ă© apenas tĂmida. Mais importante, aconteceu alguma coisa?
â Ă doloroso aceitar sua gentileza e sĂł comer, entĂŁo pensei se poderia ajudar em algo.
â Acabamos de colocar algumas batatas no fogo, entĂŁo jĂĄ foi tudo concluĂdo aqui.
â Imaginei que eu poderia ajudar limpando ou algo assim. NĂŁo tenho nada de valioso para retribuir, mesmo depois de tanto que vocĂȘs fizeram por nĂłs.
â Foi apenas um capricho meu, entĂŁo por favor, nĂŁo se preocupe.
A velha pareceu hesitar por um momento, mas, como se tivesse decidido algo, continuou falando.
â Mercador-san, o senhor nĂŁo gostaria de levar essas crianças como seus escravos?
â Desculpe senhora, mas jĂĄ tenho escravos o suficiente e nĂŁo preciso de mais.
â Apenas um ou dois jĂĄ estaria bom, por favor. Se forem deixados aqui, vĂŁo morrer de fome mais cedo ou mais tarde. NĂŁo me importo se ossos velhos como os meus morressem, mas Ă© doloroso ver as crianças sofrendo desse jeito.
Sinto muito pela velha senhora, mas me recusei. Para ser franco, viajar neste mundo era muito perigoso. Se apenas Lulu e Nana, eu poderia fazer algo a respeito, mas se o nĂșmero de pessoas que precisassem de proteção aumentar, como as nove crianças ali, eu nĂŁo conseguiria.
Para acalmar meu coração, deixo a comida de lado por um momento.
â Seria bom se as crianças pudessem cultivar seus prĂłprios vegetais, nĂŁo seria?
â Sim, seria Ăłtimo se houvesse um campo onde pudĂ©ssemos plantar comida.
â O solo por aqui nĂŁo Ă© bom?
â A exposição ao sol Ă© boa, mas o solo Ă© muito frĂĄgil, entĂŁo nĂŁo darĂĄ certo.
Mia estava ouvindo a conversa entre Lulu e a velha sem fazer nada, mas entĂŁo puxou minha manga.
â O que houve?
â Floresta.
â Sim, tem uma floresta.
Aparentemente irritada com minha resposta, Mia fez um beicinho.
â Muu, hĂșmus.
O que ela queria? Procurar besouros-rinocerontes no meio das folhas secas?
â Bom para plantas.
â Agora que penso nisso, Arisa mencionou algo sobre isso tambĂ©m.
Algo sobre uma reforma agrĂcola?
Sim, isso mesmo. Se nĂŁo me engano, ela disse que houve um surto de uma grande quantidade de monstros insetos.
â Monstros insetos?
â Sim, Arisa disse que uma grande quantidade deles surgiram quando ela tentou.
â NĂŁo, superstição.
â Ă mesmo?
â Lia disse isso.
Lia? NĂŁo Ă© a mĂŁe da Mia?
â Em outras palavras, devemos limpar a floresta e cultivar terras agrĂcolas lĂĄ?
â Nn.
â Isso seria bom. Se pudĂ©ssemos fazer algo assim, as crianças e nĂłs trabalharĂamos duro nisso.
A velha estava dizendo isso, mas nĂŁo parecia estar falando sĂ©rio. Se tivĂ©ssemos maquinĂĄrio pesado, entĂŁo limpar a terra nĂŁo seria difĂcil, mas, claro, nĂŁo tĂnhamos nada assim. Mesmo que conseguĂssemos cultivar a terra, sĂł poderiam colher apĂłs um ano, enquanto sofreriam durante esse perĂodo.
â Certo, existem culturas que podem ser colhidas rapidamente, mas apenas fruta Gabo durante esta estação. Esse dĂĄ para ser colhido em apenas um mĂȘs. No entanto, qualquer um, exceto os nobres em suas mansĂ”es, estĂŁo proibido de cultivar plantas, entĂŁo nĂŁo temos nem como adquirir as sementes.
A velha tinha experiĂȘncia no cultivo de fruta Gabo quando foi forçada a trabalhar em uma mansĂŁo.
â Aquilo cresce de forma assustadoramente rĂĄpida. Ă por isso que Ă© classificado como erva daninha.
Eles só precisam ter comida o suficiente até a primavera, serå que realmente não hå nada que possamos fazer?
â Se houvesse um mĂ©todo assim, nĂłs, ossos velhos, nĂŁo terĂamos sido expulsos da vila.
â NĂŁo me importo se for absurdo.
â Certo, entĂŁo poderĂamos caçar um urso-aranha na floresta. Se tivermos apenas trĂȘs carcaças e as defumarmos, poderĂamos sobreviver tranquilamente atĂ© a primavera.
Um Urso-Aranha era um monstro que vivia em vĂĄrios pontos nas profundezas daquela floresta. Havia cinco deles por perto com nĂveis em torno de 24~28.
Agora, Ă© um urso* ou uma aranha*? Decidam-se logo!
Rudy: Em JaponĂȘs Urso = Kuma e Aranha =Kumo. Um trocadilho japa sem graça para o povo tupiniquim. Talvez se fosse um Porco-Aranha…
â VocĂȘ nĂŁo estĂĄ realmente pensando em fazer isso, nĂ©? Sei que suas escravas sĂŁo fortes, mas elas nĂŁo venceriam um urso-aranha dentro da floresta. Quando eu era criança, teve uma vez que enviaram um batalhĂŁo de cavaleiros, samurais e soldados liderando o caminho, mas ninguĂ©m voltou.
Mais do que o problema de lutar dentro da floresta, acho que Ă© simplesmente uma questĂŁo de diferença de nĂvel.
â Se essa pequena elfa aqui um dia crescer, talvez com a magia da floresta ela poderia se mover com facilidade entre as grandes ĂĄrvores e ajudar a cultivar a terra na floresta que nem nos contos de fadas.
â MuuâŠ
Mia ficou emburrada por ser tratada como criança.
â Senhora, apesar de parecer pequena, a Mia em verdade Ă© bem mais velha que a senhora.
â Oya oya, Ă© mesmo? Agora que vocĂȘ me disse, Elfos certamente tĂȘm uma vida longa.
O humor de Mia nĂŁo estava melhorando, mas quando a velha soprou uma flauta de folha para acalmĂĄ-la, ela ficou interessada.
Como Mia tambĂ©m vinha da floresta, ela jĂĄ tinha assoprado inĂșmeras flautas de folha na sua vida e, por isso, seu timbre musical e poder de expressĂŁo estavam em outro nĂvel em comparação com a velha, mesmo usando a mesma folha. Isso podia ser um resultado inesperado de seus longos anos de estudo.
Antes que eu percebesse, todos tinham se reuniram ao redor da Mia, envergonhada, ela parou, então a atenção de todo mundo se mudou para as batatas. No final, as batatas não foram suficientes, e acabamos cozinhando cereal e mingau mais uma vez.
Tradução feita por fãs.
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