Death March – Revisado – CapĂtulo 4 – Arco 2
Death March Kara Hajimaru Isekai Kyousoukyoku
Death March To The Parallel World Rhapsody
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Death March 2-4
[O Encontro Ă Tarde Com a Soldado-san]

Satou aqui. Ao invĂ©s de um herĂłi, prefiro ser um mago. Infelizmente a dificuldade dos encantamentos desse jogo difĂcil partiu meu coração, mas ao menos fui curado um pouco depois da conversa de Zena-san e suas amigas.
âââ
â Sinto muito pela confusĂŁo. Elas nĂŁo sĂŁo garotas ruins, Ă© sĂł que Ă© meio incomum me verem acompanhada de um homem…
Zena-san voltou até onde eu estava com o olhar virado para o outro lado. Diferente de antes, não me parecia ser uma travessura, mas sim um claro sinal de embaraço.
â Suas amigas parecem ser divertidas. Eu particularmente nĂŁo me importo com isso.
â Fico feliz que pense assim. O que me lembra, vocĂȘ parecia estar incomodado na frente da loja de magias, nĂŁo era? O que houve?
â Bem, sim. Acabei me deparando com um obstĂĄculo nos meus estudos sobre encantamentos, entĂŁo pensei em vir comprar alguns livros de referĂȘncia, mas como pode ver, estĂĄ fechado.
â Satou-san, vocĂȘ, hmm… tudo bem se eu te chamar de Satou-san?
â Claro, sem problema.
Eu jĂĄ estou te chamando de Zena-san sem permissĂŁo mesmo…
â Satou-san, vocĂȘ nĂŁo apenas Ă© um vendedor ĂĄgil, como ainda um mago em treinamento? Falando nisso, suas roupas hoje sĂŁo um pouco mais simples do que antes. Na minha opiniĂŁo, essas combinam muito mais com vocĂȘ.
Continua fixada nessa coisa de ĂĄgil, hein?
â Quero aprender a usar Magia Cotidiana, por isso estou treinando, mas nĂŁo importa o que eu faço, simplesmente nĂŁo consigo fazer o encantamento direito…
â Vejamos, quando se trata de Magia do Vento, as pessoas geralmente começam com â â â â , mas se tentam forçar a pronĂșncia, fica algo como âlyu~lia la~lule li la~oâ. Se fosse apenas para memorizar as palavras, entĂŁo qualquer um conseguiria usar magia.
Ela inclinou a cabeça para o lado, fazendo um olhar que dizia âComo eu deveria explicar isso?â.
â Ritmo! Sim, tente recitar lentamente o cĂąntico para decorar o ritmo, por favor. Depois disso, vocĂȘ o mantem enquanto gradualmente aumenta a velocidade do encantamento atĂ© que se torne um â â â â !
Faz sentido.
No entanto, o que ela me falou nĂŁo era exatamente um segredo, portanto nĂŁo deveria ser algo que qualquer um poderia ser facilmente ensinado?
â Ritmo, hein… Entendo, muito obrigado, Sensei. Vou trabalhar duro nessa direção.
â Fico contente em ter ajudado.
Zena-san sorriu amavelmente para mim. Eu deveria dar algo a ela como gratidĂŁo.
âââ
Decidi acompanha-la até o Templo de Parion no distrito oeste.
â Falando nisso, quanto tempo vocĂȘ levou atĂ© conseguir usar Magia do Vento, Zena-san?
â O treinamento propriamente dito foi de trĂȘs anos, mas em retrospectiva, muitas das coisas que fiz ao longo da minha vida foram para que me tornasse uma maga.
Me pergunto que tipo de coisas…? Espero que nĂŁo tenha sido nada sĂ©rio.
â A fim de aprender a histĂłria da magia, desde que eu era criança tive de ler livros ilustrados em voz alta, cantar poemas, praticar leitura fluĂda, respiração abdominal… brinquedos para sentir o fluxo mĂĄgico e atĂ© mesmo as brincadeiras de criança serviram como treinamento para que me fazer uma boa maga.
Por um breve momento, Zena-san parecia ter ficado um pouco sombria.
â NĂŁo Ă© como se eu estivesse magoada com meus pais por terem me criado assim, sabe? Aprender magia Ă© divertido e tenho o sonho de um dia poder voar pelo cĂ©u.
Mas vocĂȘ nĂŁo teve o direito de escolha ao longo do caminho…
â E vocĂȘ, Satou-san? Por que gostaria de aprender Magia Cotidiana? SerĂĄ porque Ă© Ăștil para os negĂłcios?
â NĂŁo, na verdade nĂŁo tem um quarto de banho na minha pousada, entĂŁo pensei que se aprendesse a usar magia, nĂŁo teria que usar o poço no lado de fora…
Ah, acho que a deixei desapontada…
Ela me olhou diretamente nos e olhos e entĂŁo… começou a rir.
Isso foi engraçado?
â Ahahaha! Ă a primeira vez ouço alguĂ©m querendo aprender a usar magia por uma coisa dessas!
Zena-san nĂŁo parava de gargalhar de forma alguma.
â Ă tĂŁo estranho assim?
Honestamente eu achava que era uma razĂŁo relativamente apropriada. Afinal, quem nĂŁo iria querer tornar mais fĂĄcil algo inconveniente?
â Sim, Ă© estranho!
Sua resposta foi imediata.
â Quero dizer, se vocĂȘ tem tempo e dinheiro para aprender Magia Cotidiana, nĂŁo seria mais rĂĄpido apenas construir um banho na sua casa? DaĂ poderia simplesmente comprar um escravo para cuidar de aquecer a ĂĄgua do banho.
EntĂŁo Ă© assim que as coisas funcionam… Mas sinceramente farei sozinho tudo aquilo que puder fazer por mim mesmo!
Ou ao menos era o que eu gostaria de dizer, mas, mesmo neste mundo, a norma foi contratar pessoas para fazerem o trabalho, especialmente porque os serviços eram muito baratos.
âââ
â Senhor, poderia comprar uma flor, por favor?
Quando chegamos Ă rua oeste, uma menina pequena carregando uma sacolinha de tricĂŽ cheia de floreste veio nos abordar. Eu jĂĄ a tinha visto diversas vezes por aqui, mas foi a primeira vez que me chamava…
Queria saber se homens acompanhados sĂŁo mais fĂĄceis de se convencer. Para uma menina tĂŁo nova, ela Ă© bastante inteligente.
â Tudo bem. Quanto custa?
â Apenas um centavo.
Entregando a flor em troca de um centavo, a menina me agradeceu contente e saiu em direção ao próximo cliente em potencial.
Eu então a ofereço para Zena-san ao meu lado, que pareceu ficar surpresa.
NĂŁo, quero dizer, o que mais posso fazer com isso, nĂŁo Ă©?
â Hmm, tudo bem mesmo se eu aceitar?
â Claro. Na verdade, eu estaria com problemas caso vocĂȘ nĂŁo aceitasse.
JĂĄ que nĂŁo posso simplesmente jogar fora…
Zena-san mordeu os lĂĄbios enquanto parecia muito feliz.
Hm? SerĂĄ que Ă© tanto para ficar feliz assim?
Contanto que ela estivesse contente, estava tudo bem.
â Ă mesmo! Satou-san, vocĂȘ tem algum negĂłcio importante depois daqui?
â NĂŁo, como jĂĄ terminei meu treinamento para uso de cĂąnticos, nĂŁo tenho nada em particular.
…Bem, tinha a loja de alquimia, mas posso fazer a qualquer hora mesmo.
â Ne-n-nesse caso, p-por que nĂŁo olhamos as b-barraquinhas no caminho p-para o templo?
â Sim, eu adoraria. Se possĂvel, pode me mostrar as especialidades da cidade?
Ela provavelmente nunca passou pela experiencia de convidar alguém, visto como seu rosto ficou vermelho durante a sugestão.
JĂĄ que sou eu, nĂŁo precisa ficar nervosa ao ponto de gaguejar.
O que me lembra, quando foi que ficou decidido que irĂamos ao templo? Como ela tinha me dado dicas sobre o uso de cĂąnticos fora que seria um encontro com uma garota, nĂŁo havia qualquer razĂŁo para recusar.
â Especialidades, nĂŁo Ă©? Pode deixar comigo!
Ela estava cheia de confiança. Provavelmente seria bom manter algumas espectativas. Só talvez.
âââ
â Isto Ă© feito de batata-doce. VocĂȘ primeiro as cozinha no vapor e entĂŁo as filtra atĂ© formar uma geleia, atĂ© que depois mistura com a massa para fazer pĂŁo. Esta Ă© uma das especialidades de Seryuu desde muito tempo atrĂĄs.
Algo como amassar batatas-doces para fazer pĂŁo, hein? A aparĂȘncia Ă© bastante sutil.
â Estas sĂŁo asas de morcego fritas, condimentadas com miso escuro.
Rudy: Miso Ă© um tempero tradicional japonĂȘs feito com arroz, sal e soja fermentados.
Pelo visto, Zena-san nĂŁo se lembrava do nome especĂfico e o lojista aborrecido falou que se chamava âAsa de DragĂŁo Fritaâ. Aparentemente, diziam que se tratava de um alimento que trazia sorte.
â E esse aqui Ă© algo que ouvi da Lilio. Ah, Lilio era a garota mais baixinha que estava com o trio de antes.
Deixando de lado o nome da garota, a coisa que Zena-san estava me recomendando agora era… marrom-claro? Queria saber o que era aquilo.
Por enquanto, decidi comprar duas porçÔes do tio da barraca e ele me entregou duas jarras de um lĂquido marrom com um canudo.
Ă xarope de amido!
â Xarope de amido, hein? Que nostĂĄlgico.
â Ah, entĂŁo vocĂȘ jĂĄ conhecia.
Ela pareceu ficar meio desapontada. Talvez eu devesse ter fingido ficar surpreso… foi mal.
â O xarope de amido que conheço Ă© incolor e transparente, entĂŁo eu nĂŁo sabia o que era.
â Nobre-sama, xarope transparente Ă© um item de alta classe feito com grĂŁos de açĂșcar muito caros. Este aqui Ă© destinado a plebeus e Ă© feito a base de batata-doce, fruta gabo e malte, por isso Ă© marrom-claro.
O dono da barraca nos interrompeu com exagero.
Quem Ă© um nobre? Ele definitivamente nĂŁo estava falando apenas para a Zena-san.
â Senhor, eu sou apenas um cidadĂŁo comum. Acontece apenas que provei o xarope transparente e incolor de um conhecido hĂĄ muito tempo. NĂŁo sabia que se tratava de um item de luxo.
Quero dizer, custava apenas 200 ienes durante festivais.
Depois disso, continuamos a nos divertir passando por diversas barracas enquanto comĂamos.
Foi uma Ăłtima tarde.
Tradução feita por fãs.
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