Death March – CapĂtulo 34 – Arco 15
Death March Kara Hajimaru Isekai Kyousoukyoku
Death March To The Parallel World Rhapsody
Web Novel Online: CapĂtulo 34
[A Participação dos Cavaleiros de Ouro (2), O Jovem Cavaleiro da Cidade de Seryuu]
â» O CapĂtulo nĂŁo segue a perspectiva do Satou desta vez. â»
â O que houve Yuni?
â Martha-san, a cidade ficarĂĄ bem?
â A Sacerdotiza-sama disse que os caras maus sĂŁo os Weaselkins, nĂŁo foi? Nada vai nos acontecer.
A pequena empregada e a filha da proprietĂĄria, estavam tendo tal conversa na Hospedaria do PortĂŁo da Cidade de Seryuu.
Mesmo as pessoas que se reuniram no templo para buscar salvação logo após a Mensagem Divina, retornaram aos seus afazeres cotidianos.
Pelo menos externamenteâ
â
â Sumam daqui malditos semi-humanos!
â VĂŁo embora!
Uma ação de barbĂĄrie que poderia fazer qualquer pessoa sensĂvel furiosa, estĂĄ acontecendo em um dos terrenos baldios dentro da cidade.
Pirralhos vestindo roupas finas estavam jogando pedras nas crianças semi-humanas.
Muitas delas erraram o alvo, mas aquelas atiradas pelos mais velhos atingiram.
â P, por favor, pa, pare!
â Me, me perdoem!
â Por favor!
Nem os rĂĄpidos Dogkins, os ĂĄgeis Catkins ou mesmo os espertos Weaselkins, poderia escapar da ordem [NĂŁo se movam daqui] de seus mestres, entĂŁo eles imploravam por misericĂłrdia ao mĂĄximo que podiam.
Esta era uma cena horrorosa que faria qualquer humano descente enojado, mas parece que ser um divertido entretenimento para os humanos aqui.
Obviamente, nem todas as pessoas na cidade apreciam esse tipo de coisa.
â O que diabos estĂŁo fazendo! Parem com isso agora!
Uma linda jovem saiu da carruagem que estava estacionada ao lado da estrada. Com seu longo cabelo loiro, poderosos olhos azuis preenchidos com a dignidade de um nobre, estavam encarando as pessoas participando desse grotesco festival.
â A mulher ali, vocĂȘ Ă© uma oficial do governo? O Conde Seryuu ordenou que nenhum abuso fosse permitido levianamente contra os semi-humanos.
O Conde proibiu que os donos de escravos semi-humanos cometessem abusos dentro da cidade, por influĂȘncia do Visconde Pendragon e seus escravos.
Ao que parece, o fato de que a cooperação do Visconde é crucial para o gerenciamento do labirinto da Cidade de Seryuu não foi divulgado aos oficiais de baixa patente.
â Este Ă© um local imundo, NĂŁo Ă© o lugar para uma grande sacerdotisa-sama vir.
Para uma oficial que estĂĄ ciente de sua prĂłpria falta de beleza, uma bela jovem acompanhada por um cavaleiro atraente Ă© um objeto de grande inveja.
E por nĂŁo ser capaz de controla-la, esta oficial estĂĄ cuspindo essas palavras para tentar amedrontar a sacerdotisa.
â VocĂȘ estĂĄ dizendo que nĂŁo irĂĄ obedecer ao decreto do Conde Seryuu?
â E vocĂȘ ouviu outra coisa?
A garota levantou suas sobrancelhas em desagrado.
Por isso era equivalente a se rebelar contra um lorde.
Seria uma história diferente se ela fosse uma ignorante, mas isso é absolutamente intoleråvel para alguém pago pelo governo.
â Sir Marientail, execute esta oficial. Tenho confirmado que ela abertamente se rebelou contra o conde.
A bela sacerdotisa ordenou implacavelmente ao jovem Cavaleiro que a acompanhava. Uma leve angĂșstia flutuou na face do jovem, que era muito semelhante ao de sua irmĂŁ mais velha, Zena Marientail.
â Auna-sama, estĂĄ certa sobre isso?
â NĂŁo importa. Um tolo que nĂŁo pode cumprir ao decreto de seu lorde, nĂŁo Ă© nada mais do que uma ameaça.
Um sorriso frio se mostrou na face da bela sacerdotisa e ela murmurou, â esta Ă© a minha misericĂłrdia.
Parece que ninguém ali estå ciente que Auna é o nome da filha do Conde Seryuu.
â AlĂ©m disso, se nĂłs a prendermos aqui, sua famĂlia inteira serĂĄ executada por traição.
O jovem, ciente da profunda compaixĂŁo da sacerdotisa e sua nobreza inflexĂvel, sacou sua espada.
Uma pĂĄlida luz azul surgiu na superfĂcie da lĂąmina.
â Esteja em paz, farei isso de forma indolor. As pessoas aqui sĂŁo seus amigos? Eu terei que executa-los caso sejam.
â N, nĂŁo, eu nĂŁo!
â Nem eu!
â Ne, nem eu, nĂŁo sou!
O jovem cavaleiro deixou os homens no terreno baldio saĂrem, mas ele reagiu quando os garotos que jogaram as pedras tentaram o mesmo.
â Alto lĂĄ! NĂŁo posso deixar vocĂȘs irem embora assim.
O jovem cavaleirou cortou o caminho que os garotos usaram usando [Movimento Oscilante] e entĂŁo deu um soco neles.
A pessoa em si, intentava dar uma punição leve, mas devido ao aumento sĂșbito de seu nĂvel em um curto perĂodo de tempo, sua versĂŁo de âleveâ, nĂŁo foi tĂŁo leve afinal.
Os garotos estavam rolando em agonia na grama do terreno baldio.
O jovem cavaleiro pareceu um pouco aflito de inĂcio, mas ele imediatamente tornou-se sĂ©rio quando ouviu o som do alarme.
â Auna-sama!
â Parece que começou.
â Sim.
Auna entendeu que uma crise sem precedentes tem caĂdo sobre a cidade de Seryuu pela breve troca com o cavaleiro.
â NĂŁo hĂĄ o que ser feito. Vamos terminar aqui com o nosso encontro.
â En, encontro?
A face do jovem cavaleiro corou com a piada de Auna.
Esta Ă© uma cena inocente entre um garoto e uma garota, mas parece que os Deuses deste mundo nĂŁo sĂŁo gentis o suficiente para permiti-la.
PartĂculas negras se estenderam no cĂ©u e foram diretamente ao labirinto.
â Parece que os monstros do labirinto estĂŁo fluindo para fora. VĂĄ, Cavaleiro Marientail. Quanto a mim, cumprirei com a ordem atribuĂda a mim.
â Sim, Auna-sama!
O jovem correu pelos becos com a velocidade do vento.
Serå que alguém percebeu como ele se parecia com sua irmã quando ela correu pela primeira vez em direção ao labirinto?
â Eu desejo pelo NĂșcleo da Cidade. Com a minha autoridade como nobreza de Seryuu, cancele o contrato com estas pessoas.
[Confirmado a qualificação como nobreza de Seryuu para cancelar o contrato.]
Quando Auna falou para o anel que retirou de seu peito, uma voz poderia ser ouvida de algum lugar.
[Cancelando os Contratos]
Ao mesmo tempo que a voz falou, uma luz azul fluiu do anel de Auna e envolveu as crianças semi-humanas.
â Seus tratamentos serĂŁo realizados no Templo de Parion. VĂŁo nessa carruagem.
â Mas, nĂŁo pode mover.
â Ordem, estar…
â Eu jĂĄ as libertei de seu contrato de escravidĂŁo. NĂŁo temos muito tempo, movam-se rĂĄpido.
Os semi-humanos obedeceram a Auna, quem jĂĄ estava acostumada a ordenar, e entĂŁo deram gritos de agradecimento.
No terreno de onde saiu a carruagem com as crianças, a oficial, que quase foi executada, erguei a sua cabeça timidamente.
â Ela esqueceu de mim… Ăłtimo, quem ela pensa que…
A oficial nĂŁo pode terminar as suas palavras.
A Ășltima coisa refletida em seus olhos, foi um gigantesco grilo-camelo e uma garra brutal, que mais se parecia com a foice da morte, afundar em seu peito.
â
â VocĂȘs estĂŁo bem!?
â Marientail-sama! O bloqueio do labirinto falhou!
Um soldado do exército territorial com ferimentos em todo seu corpo, respondeu ao jovem cavaleiro.
â De inĂcio, o bloqueio estava funcionando…
Uma parte do exĂ©rcito territorial constituĂdo de nobres, achou que os monstros no labirinto fossem fracos, entĂŁo desfizeram parcialmente o selo para lutar e ganhar algum mĂ©rito para si.
â O que aconteceu a eles?
â Seus ossos estĂŁo ali.
Um dos soldados de uma risada com uma expressĂŁo amarga.
â Marientail-sama! Perdoe o atraso. NĂłs estaremos ajudando a defender esta ĂĄrea. Marientail-sama, por favor, extermine os monstros que adentraram na cidade!
â Entendido. Deixarei este assunto com vocĂȘs.
A Gerente da filial da Firma Echigoya, surgiu com um grupo de golens e foi reparar o bloqueio da entrada do labirinto.
â Comandante de PelotĂŁo Allison, eu irei confiar o comando a vocĂȘ. Deixe o confronto direto para os golens, por favor, nĂŁo deixe qualquer monstro que cruzar o bloqueio sair vivo.
â Onde vocĂȘ estĂĄ indo, Comandante de Companhia?
â Estou indo exterminar os monstros espalhados pela cidade.
Estas palavras soaram como abandono do dever como comandante, mas havia uma razĂŁo especial para isso.
O level do jovem cavaleiro Ă© maior que qualquer um ali, mas sua experiĂȘncia atual em combate Ă© a menor. AlĂ©m disso, ele decidiu ceder o comando para o experiente comandante de pelotĂŁo Allison e foi realizar uma varredura pela cidade.
â O PelotĂŁo Marientail serĂĄ dividido em quatro grupos. Darei o direito de comando aos oficiais nĂŁo comissionados. Cacem cada monstro que verem enquanto aguardam os reforços do exĂ©rcito territorial chegar.
â â â â Sim, comandante!â â â â
As quatro unidades militares saĂram para exterminar os monstros que estavam atacando os cidadĂŁos.
Entre elesâ
â IncrĂvel, ele derrotou um monstro que poderia mesmo se defender contra um grande machado, com apenas um golpe!
â Uwaah, olhem aquilo! Ele derrotou outro!
â IncrĂvel, eu nĂŁo sabia que havia um cavaleiro tĂŁo forte alĂ©m de Kigori-sama.
â Oh! QuĂŁo hĂĄbil! Ele chutou a parede para chegar no telhado!
Os cidadãos que viram os feitos do jovem cavaleiro, gritavam a medida que assistiam suas açÔes dignas de cinema.
â Mas, vocĂȘs viram? A espada daquele cavaleiro-sama…
â VocĂȘ viu tambĂ©m?
â Estava brilhando azul, nĂŁo estava?
Tais conversas continuaram a se repetir e se espalhar pela cidade, atĂ© que em um determinado momento, as pessoas começaram a dizer: â A verdadeira identidade do jovem cavaleiro Marientail Ă© o [HerĂłi com MĂĄscara Prateada].
E entĂŁo eles viveram felizes para sempre…
â
â Ou assim seria maravilhoso.
â A espada sagrada estĂĄ chorando, Eu (Wagahai) aviso.
O jovem cavaleiro estå enfrentando um demÎnio negro que surgiu no espaço à frente do castelo. Além disso, dois Grilos-camelos do tamanho de uma casa o acompanhavam.
â Aquele que atacou a cidade de Seryuu anteriormente, o demĂŽnio superior negro (Wagahai-kun)
â Prazerosamente correto. Eu maravilhado!
O Demonio Superior sacou uma espada larga de cor vermelha escura do espaço vazio.
â Agora, vamos lutar. Eu batalho!
Ao extremo norte do Reino Shiga, a batalha do jovem cavaleiro contra o desespero, se inicia.
Tradução feita por fãs.
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