Sasaki to Pi-chan – Capítulo 4.5
Sasaki to Pi-chan, Isekai de Slow Life wo Tanishimou to Shitara, Gendai de Inou Battle ni Makikomareta Ken ~Mahou shoujo ga Up wo Hajimeta You Desu~
Sasaki and Peeps: That Time I Got Dragged into a Psychic Battle in Modern Times While Trying to Enjoy a Relaxing Life in Another World ~Looks Like Magical Girls Are On Deck~
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[Capítulo 4.5]



















PÁGINA 01 Aconteceu logo após as negociações no outro mundo — quando voltamos ao Japão moderno. Com a magia de Pi-chan, nos teletransportamos instantaneamente do luxuoso hotel no mundo de fantasia para o meu apartamento. A visão escurecida, a sensação de flutuar sob os pés e a mudança imediata de cenário ainda eram coisas às quais eu não tinha me acostumado. Assim que retornamos ao lar com o qual eu estava familiarizado, algo na minha visão periférica chamou minha atenção. De forma mais concreta, algo pulou da barra da minha calça para o chão do apartamento. Curioso para saber o que era, olhei para baixo e vi um pequeno inseto. — Ah… — Parece que um inseto ficou preso na sua calça — comentou o pomposo pardal-de-java empoleirado no meu ombro. Era um besouro, com o tamanho de um besouro de chifres, mas se assemelhava mais a um besouro-veado. À primeira vista, ele certamente parecia um inseto típico de um mundo de fantasia. Mesmo que estivesse listado em algum livro de entomologia, não era algo que poderia estar habitando o Japão — não com aquela aparência. Era muito arredondado e robusto, com um padrão manchado que lembrava uma joaninha. Sem contar que era um excelente corredor. Assim que pousou no chão, saiu correndo imediatamente e se escondeu atrás de um móvel em um piscar de olhos. PÁGINA 02 — Pi-chan, temos um problema! — Ah, sim. Você não gosta de insetos, não é? — Bem, sim, mas… — Não se preocupe, esse não é um animal perigoso e não tem como ele se reproduzir neste mundo. Muito provavelmente vai acabar morrendo na beira da estrada sozinho. — Não, não é disso que estou falando. — Então qual seria o problema? Tínhamos acabado de chegar em casa e eu já estava começando a entrar em pânico. Primeiro, fechei todas as saídas do cômodo, isolando completamente o apartamento. Certifiquei-me de que as janelas estavam bem trancadas e que o ar-condicionado não estava ligado. Depois de terminar, virei-me para o Pi-chan. O pardal tinha saído do meu ombro e agora estava sobre a minha mesa, me observando com a cabeça inclinada para o lado. — O que aconteceu? Por que o pânico? — Precisamos pegar aquele inseto de algum jeito. — Ele não vai simplesmente fugir se você deixá-lo em paz? — Esse é exatamente o problema. — É mesmo? Por que isso seria um problema? — Se alguém o vir, estaremos encrencados. Pi-chan acreditava que nada disso tinha importância, mas como representante do mundo moderno, tentei explicar minhas preocupações, mencionando análises genéticas e datações por carbono — avanços rápidos do mundo microscópico que não podiam ser ignorados. Não era impossível que o inseto morresse, se decompondo e retornando à terra sem que ninguém o visse. PÁGINA 03 Não seria estranho se um gato de rua ou um pássaro o devorassem, mas, dado seu aspecto significativamente único, era bem mais provável que alguém o notasse antes disso. E se uma pessoa tirasse uma foto com o celular e a postasse na Internet, seria catastrófico. Além disso, havia a possibilidade de o inseto carregar bactérias patogênicas. Se fosse o caso, poderia transmitir essas bactérias para qualquer animal que o comesse, espalhando a contaminação ainda mais. Recentemente, eu tinha assistido a um filme com uma cena introdutória exatamente assim. Para minha surpresa, Pi-chan parecia compreender tudo o que eu dizia. — Nesse caso, acredito que devemos capturá-lo o quanto antes. — Você vai me ajudar? — Claro. Vamos começar a busca imediatamente. Pi-chan e eu nos dividimos para procurar pelo inseto. Comecei verificando atrás do móvel onde o bichinho havia se escondido. No entanto, quando movi o móvel, ele já não estava mais lá. Devia ter fugido para outro canto enquanto eu explicava tudo para Pi-chan. Então, comecei a procurar em outros lugares. Queria garantir que o inseto não acabasse indo para algum lugar onde pudesse ser visto por outras pessoas. Ao mesmo tempo, odiava a ideia de um inseto tão colorido e chamativo se escondendo em algum lugar do meu espaço de convivência. Até saber exatamente onde ele estava, provavelmente não conseguiria dormir. Aos poucos, a urgência da minha busca aumentava. Olhei debaixo da cama, atrás da mesa, dentro dos armários e, em seguida, na cozinha. Meu apartamento era composto por um único cômodo, além de uma cozinha separada. Parte 2 – Novel PÁGINA 01 Aconteceu logo após as negociações no outro mundo — quando voltamos ao Japão moderno. Com a magia de Pi-chan, nos teletransportamos instantaneamente do luxuoso hotel no mundo de fantasia para o meu apartamento. A visão escurecida, a sensação de flutuar sob os pés e a mudança imediata de cenário ainda eram coisas às quais eu não tinha me acostumado. Assim que retornamos ao lar com o qual eu estava familiarizado, algo na minha visão periférica chamou minha atenção. De forma mais concreta, algo pulou da barra da minha calça para o chão do apartamento. Curioso para saber o que era, olhei para baixo e vi um pequeno inseto. — Ah… — Parece que um inseto ficou preso na sua calça — comentou o pomposo pardal-de-java empoleirado no meu ombro. Era um besouro, com o tamanho de um besouro de chifres, mas se assemelhava mais a um besouro-veado. À primeira vista, ele certamente parecia um inseto típico de um mundo de fantasia. Mesmo que estivesse listado em algum livro de entomologia, não era algo que poderia estar habitando o Japão — não com aquela aparência. Era muito arredondado e robusto, com um padrão manchado que lembrava uma joaninha. Sem contar que era um excelente corredor. Assim que pousou no chão, saiu correndo imediatamente e se escondeu atrás de um móvel em um piscar de olhos. PÁGINA 02 — Pi-chan, temos um problema! — Ah, sim. Você não gosta de insetos, não é? — Bem, sim, mas… — Não se preocupe, esse não é um animal perigoso e não tem como ele se reproduzir neste mundo. Muito provavelmente vai acabar morrendo na beira da estrada sozinho. — Não, não é disso que estou falando. — Então qual seria o problema? Tínhamos acabado de chegar em casa e eu já estava começando a entrar em pânico. Primeiro, fechei todas as saídas do cômodo, isolando completamente o apartamento. Certifiquei-me de que as janelas estavam bem trancadas e que o ar-condicionado não estava ligado. Depois de terminar, virei-me para o Pi-chan. O pardal tinha saído do meu ombro e agora estava sobre a minha mesa, me observando com a cabeça inclinada para o lado. — O que aconteceu? Por que o pânico? — Precisamos pegar aquele inseto de algum jeito. — Ele não vai simplesmente fugir se você deixá-lo em paz? — Esse é exatamente o problema. — É mesmo? Por que isso seria um problema? — Se alguém o vir, estaremos encrencados. Pi-chan acreditava que nada disso tinha importância, mas como representante do mundo moderno, tentei explicar minhas preocupações, mencionando análises genéticas e datações por carbono — avanços rápidos do mundo microscópico que não podiam ser ignorados. Não era impossível que o inseto morresse, se decompondo e retornando à terra sem que ninguém o visse. PÁGINA 03 Não seria estranho se um gato de rua ou um pássaro o devorassem, mas, dado seu aspecto significativamente único, era bem mais provável que alguém o notasse antes disso. E se uma pessoa tirasse uma foto com o celular e a postasse na Internet, seria catastrófico. Além disso, havia a possibilidade de o inseto carregar bactérias patogênicas. Se fosse o caso, poderia transmitir essas bactérias para qualquer animal que o comesse, espalhando a contaminação ainda mais. Recentemente, eu tinha assistido a um filme com uma cena introdutória exatamente assim. Para minha surpresa, Pi-chan parecia compreender tudo o que eu dizia. — Nesse caso, acredito que devemos capturá-lo o quanto antes. — Você vai me ajudar? — Claro. Vamos começar a busca imediatamente. Pi-chan e eu nos dividimos para procurar pelo inseto. Comecei verificando atrás do móvel onde o bichinho havia se escondido. No entanto, quando movi o móvel, ele já não estava mais lá. Devia ter fugido para outro canto enquanto eu explicava tudo para Pi-chan. Então, comecei a procurar em outros lugares. Queria garantir que o inseto não acabasse indo para algum lugar onde pudesse ser visto por outras pessoas. Ao mesmo tempo, odiava a ideia de um inseto tão colorido e chamativo se escondendo em algum lugar do meu espaço de convivência. Até saber exatamente onde ele estava, provavelmente não conseguiria dormir. Aos poucos, a urgência da minha busca aumentava. Olhei debaixo da cama, atrás da mesa, dentro dos armários e, em seguida, na cozinha. Meu apartamento era composto por um único cômodo, além de uma cozinha separada. PÁGINA 04 Achei que encontraria o inseto rapidamente, já que meu apartamento era tão pequeno. Infelizmente, esse não parecia ser o caso. Apesar de procurarmos por vários minutos, nenhum de nós conseguiu localizá-lo. — Hmm. Isso está se mostrando mais complicado do que pensei. — Ele não poderia ter saído do apartamento, poderia? — Deveríamos dar uma olhada rápida ao redor, só para garantir? — …Suponho que sim. Com o incentivo do passarinho, decidimos verificar lá fora. *** Calcei as sandálias perto da porta e saí. Pedi para Pi-chan continuar procurando dentro do apartamento. Era uma emergência, mas tê-lo voando lá fora poderia causar problemas. Um pombo ou um corvo não chamariam atenção, mas um pardal-de-java voando livremente poderia facilmente ser confundido com um animal de estimação perdido. Assim que saí, ouvi uma voz familiar me cumprimentar. — Bom dia, senhor! — Ah. Bom dia. Com uma pontualidade quase estranha, minha vizinha tinha acabado de sair de casa para ir à escola. A garota estava vestida com seu uniforme sailor e carregava a bolsa de livros na mão. — Você está indo para o trabalho agora? — perguntou ela. — Algo assim. — Mas você está de sandálias. Vai ficar tudo bem? — Eu só ia passar na máquina de bebidas ali na esquina primeiro. PÁGINA 05 — Entendi. Me desculpe por perguntar algo estranho. Minha vizinha sempre foi curiosa e rápida em fazer perguntas. Eu ainda me surpreendia com o fato de ela sequer prestar atenção em um homem de meia-idade como eu. Embora fôssemos vizinhos de porta, nosso contato nunca tinha passado disso. Ou talvez… Será que aquilo era uma forma indireta de me alertar? Ela estava tentando dizer que usar sandálias com um terno era horrível e que eu não deveria fazer isso? Nesse instante, avistei o inseto a meio passo atrás dela. Ele estava vagando perto da parede, em um canto do caminho de concreto do lado de fora. Como ele conseguiu sair? Curioso, virei-me e notei o jornal preso na fenda da caixa de correio na minha porta. O inseto provavelmente passou por aquele pequeno espaço. Achei que tinha bloqueado todas as saídas, mas, ao que parece, estava errado. Não havia considerado que ele já pudesse ter escapado enquanto eu tomava minhas precauções. — Alguma coisa está incomodando você? — perguntou a vizinha. — Hein? Não, nada, por quê? — Você parece meio inquieto. Eu realmente estava inquieto, e era por causa da situação que estava se desenrolando bem atrás dela. Quando voltei a olhar para minha vizinha, notei um novo personagem entrando na cena: uma aranha-caranguejo, que tinha crescido até o tamanho da minha palma. Ela se aproximava lentamente do inseto que havia escapado do meu apartamento. PÁGINA 06 Havia uma razão para chamarmos essa aranha de “sargento” no Japão; agora ela estava caçando aquele inseto de outro mundo, cujo nome eu nem sabia. O visitante de outro mundo, por sua vez, não reagia nem mesmo à aproximação da aranha. — Tenho uma reunião importante de manhã — menti. — Acho que estou um pouco nervoso. — Ah — respondeu minha vizinha. — Espero de verdade que tudo corra bem para você. — Certo, uh. Obrigado. Com a situação ficando crítica, eu só conseguia responder de maneira evasiva. Meus olhos não paravam de desviar para além dela, focando no que estava acontecendo entre os dois insetos. Um momento depois, a aranha entrou em ação. Ela avançou rapidamente em direção ao estranho inseto, diminuindo a distância antes de atacar. Estava prestes a acontecer uma batalha de insetos que cruzava os limites do mundo — e o gongo acabava de soar. Comparado à aranha-caranguejo, o intruso de outro mundo era bem pequeno. Considerando que, na natureza, o tamanho muitas vezes era tudo, isso o colocava em clara desvantagem. O que eu faria se meu alvo acabasse no estômago daquela aranha? Minha cabeça doía só de pensar nas possíveis consequências desse confronto. Mas, no momento seguinte, minhas expectativas foram completamente traídas. A aranha-caranguejo cravou suas fortes mandíbulas no corpo de seu oponente. Em resposta, o inseto de outro mundo levantou a cauda, enfiando a ponta no corpo da aranha. PÁGINA 07 Parecia realmente ter uma espécie de agulha ou ferrão escondido na cauda. À medida que o inseto continuava perfurando a aranha, os movimentos dela foram gradualmente diminuindo. Eventualmente, a aranha parou por completo. A batalha foi mais intensa do que eu esperava, e não pude evitar uma careta diante do desfecho. Até mesmo os insetos do outro mundo eram ferozes. Aquela criatura acabara de derrubar uma das “melhores” do nosso mundo em questão de segundos. Minha reação ao combate insetoide parecia estar estampada no meu rosto. Eu pensei algo como “Eca, que horror”, então provavelmente minha expressão mostrava exatamente isso. Não demorou muito para minha vizinha perguntar: — Hum, fiz algo estranho? — Ah, desculpe, não é nada. Só fiquei um pouco tonto. Pi-chan havia tratado o inseto como inofensivo, mas agora eu não tinha tanta certeza. Do jeito que ele lutou, tinha que ser do tipo venenoso ou algo assim. De qualquer forma, não era o tipo de criatura que eu deixaria vagando por onde eu dormia. — Você está bem? — perguntou a vizinha. — Se não está se sentindo bem, deveria tirar o dia de folga. — Meu plano é descansar bastante no fim de semana, então só preciso aguentar mais um pouco. — Se quiser, ficarei feliz em cuidar do senhor até que se recupe. — Não, não, não posso pedir algo assim. — E se as tarefas estiverem acumuladas, pode deixar a limpeza e a roupa para mim. — Isso pode ser uma surpresa, mas na verdade eu sou muito bom em trabalhos domésticos. Moro sozinho há muito tempo, afinal. — Que tal uma massagem, então? Eu estudei isso nas aulas de Educação Física. PÁGINA 08 — Obrigado, mas só em ter me oferecido ajuda já é o suficiente para mim. — …Tudo bem. Enquanto isso, o ciclo selvagem da natureza seguia seu curso: comer rapidamente após uma batalha pela sobrevivência. O inseto do outro mundo não era exceção — começou a se banquetear com o corpo da aranha-caranguejo gigante. Devia estar faminto, porque estava devorando com vontade. Um apetite voraz para algo tão pequeno. Quem sabe estava em fase de crescimento? — Hum, desculpa por estar agindo de forma estranha — pediu minha vizinha. — Acho que é melhor eu ir para a escola agora. — Tome cuidado com carros e bicicletas. Muita gente está com pressa a essa hora do dia. — Vou sim. Obrigada. E então, não muito depois do término da batalha, o fim chegou. Depois de se despedir com uma leve reverência, minha vizinha se virou para ir embora. No entanto, o primeiro passo que deu acertou o inseto bem no momento em que ele devorava sua presa. — Oh…! — …Acho que pisei em alguma coisa — comentou ela. O som seco de algo sendo esmagado ecoou, e foi alto o suficiente para que eu ouvisse. Ela rapidamente ergueu o pé para olhar a sola do sapato. Por causa do tamanho, o que notamos primeiro foram os restos da aranha-caranguejo. — Era uma aranha. Sem demonstrar a mínima emoção, ela raspou a sola do sapato no concreto para limpá-lo. Ela realmente tinha nervos de aço. Na verdade, até consegui sentir um certo ar de confiabilidade vindo dela. PÁGINA 09 Até um adulto ficaria bem chocado ao pisar em uma aranha desse tamanho. Se fosse comigo, eu teria congelado de medo. Para ser sincero, talvez fosse uma boa ideia mantê-la em mente caso algum outro inseto intimidador aparecesse no meu apartamento… Esse tipo de ajuda parecia bem mais atraente do que qualquer oferta de massagem ou ajuda doméstica. — Enfim, estou indo agora, senhor. — …Certo. Vá com cuidado. Usei um pedaço de jornal para recolher os restos tanto do inseto do outro mundo quanto da aranha-caranguejo — cuidadosamente, para que nenhum resquício tocasse a minha pele. Quando voltei para a sala de estar, Pi-chan perguntou: — Ouvi você conversando com alguém. Encontrou o inseto? — Sim. Consegui recuperá-lo, com uma ajudinha — respondi, mostrando os corpos embrulhados no jornal. — Fico feliz em saber disso. O pardal de Java usou sua magia, fazendo o embrulho flutuar da minha mão para o ar. Antes que eu pudesse piscar, o jornal e os insetos explodiram em chamas e foram rapidamente consumidos. Em poucos segundos, qualquer prova da existência do outro mundo havia sido completamente incinerada, sem deixar nem mesmo uma cinza para trás. Por um momento, achei que isso poderia disparar o alarme de incêndio, mas ele não reagiu. Pi-chan provavelmente havia usado algum feitiço de barreira para conter o calor e a fumaça. — A propósito, esse tipo de inseto tem algum tipo de veneno, ou…? — Se ele picar um humano, pode causar um leve inchaço. Não é algo com que você precise se preocupar. PÁGINA 10 — Ah… — murmurei. — Está curioso a respeito disso? — perguntou Pi-chan. — Que tipo de… hum… posição ele tem no seu mundo? — É muito parecido com o besouro-rinoceronte deste mundo. — Espera, sério? Quando ele colocou dessa forma, senti uma leve familiaridade com a criatura. Afinal, eu realmente não odiava besouros-rinoceronte. Quando era criança, costumava capturá-los e brincar com eles tanto quanto qualquer outra criança. — Para ser honesto, alguns nobres que não gostam de insetos os rotulam como prejudiciais à saúde mental. Eu queria que ele tivesse continuado a mentir. Só de pensar na verdade por trás disso, minha pele começou a se arrepiar. Precisava ser extremamente cauteloso com insetos como aquele, tanto no que dizia respeito à quarentena quanto à minha própria sanidade mental. Nunca, jamais, poderia trazê-los para este mundo. Isso ia muito além de batalhas psíquicas malucas ou garotas mágicas. Na minha cabeça, conseguia imaginar claramente um cenário de caos absoluto, digno de um filme de desastre. Afinal, o mundo tinha me mostrado recentemente que muitos desses “e se” não eram necessariamente sempre fantasia. PÁGINA 11 Muito obrigado por adquirir Sasaki to Pi-chan: Aquele momento em que fui arrastado para uma batalha psíquica nos tempos modernos enquanto tentava aproveitar uma vida tranquila em outro mundo Parece que garotas mágicas estão a caminho! Este trabalho é a adaptação em mangá da série de novels de Buncololi-sensei, publicada atualmente pela MF Bunko J. O formato de mangá foi concebido de forma a permitir que você aproveite ainda mais o universo de Sasaki to Pi-chan, adicionando detalhes visuais e verbais que não foram muito explorados no livro original, como as reações dos personagens e muito mais. Se você conheceu Sasaki to Pi-chan primeiro pelo mangá, acredito que aproveitará a história de forma mais completa ao ler também as novels originais (já temos três volumes disponíveis!). Recomendo que as experimente. Você ficará impressionado com todas as ilustrações maravilhosas criadas por Kantoku-sensei, retratando personagens tão encantadores e cativantes. Por isso, sugiro comprar três exemplares das novels: um para preservar, outro para compartilhar com amigos e um para aproveitar pessoalmente! Por fim, gostaria de expressar minha profunda gratidão a todos os envolvidos na criação tanto da obra original quanto da adaptação para mangá. Demorou bastante, mas continuarei fazendo o meu melhor para seu entretenimento. Portanto, fiquem de olho em mais aventuras de Sasaki to Pi-chan no futuro!
Tradução feita por fãs.
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