Hai to Gensou no Grimgar â CapĂtulo 02 â Volume 5
Hai to Gensou no GrimgarGrimgar of Fantasy and Ash
Light Novel Online – CapĂtulo 05:
[A Distinção Clara Entre os Comuns e os Incomuns ]
Haruhiro havia chegado a Grimgar, provavelmente sem aviso, em um grupo de onze homens e mulheres. Entre eles estavam Ranta, Shihoru, Yume, e os falecidos Manato e Moguzo. Também estavam Renji, Ron, Sassa, Adachi e Chibi-chan. E, por fim, Kikkawa.
â Cara, sĂ©rio! Que coinkidinky! â gritou Kikkawa. â Encontrar vocĂȘs num lugar assimâisso Ă© tipo, impagĂĄvel! sĂ©rio?! Chocado! Uau! FantĂĄstico! Yay!
Ele era anormalmente descontraĂdo, positivo alĂ©m da razĂŁo, excessivamente energĂ©tico, super sociĂĄvel, tinha conexĂ”es em todos os lugares e parecia ser a personificação viva da palavra âfrĂvoloâ.
Renji havia rapidamente colocado Ron, Sassa, Adachi e Chibi-chan sob seu controle e formado o Time Renji, e agora dificilmente havia um soldado voluntårio que não conhecesse esse nome. Para eles, nada parecia estar fora de alcance e haviam se tornado uma força a ser reconhecida.
Quanto a Haruhiro e sua party, eles eram os restos que, de alguma forma, conseguiram formar uma equipe e se arrastaram até onde chegaram.
Kikkawa havia ficado por conta prĂłpria e, embora nĂŁo estivesse claro para Haruhiro comoâele tinha explicado uma vez, mas mesmo assim nĂŁo fazia muito sentidoâele conseguiu se juntar a uma das equipes mais experientes de soldados voluntĂĄrios. Desde entĂŁo, ele estava desfrutando da vida de soldado voluntĂĄrio com risos e um excesso de bom humor.
Kikkawa continuava tagarelando.
â HĂŁ? E aĂ? O que, o que? Ohh, ohh, Ranta, como vocĂȘ tem passado? Shihoru, vocĂȘ estĂĄ como sempre, pelo que vejo. Hehe, nĂŁo que eu me lembre de como era a de sempre, mas ei, Yume! Yumeeee! Yayyyy! Tudo bem?! Mary! Mary-chaaaan! Uau, vocĂȘ estĂĄ ainda mais linda do que o normal hojeâestou brincando! Bem, mas Ă© verdade! Kuzaku, certo? VocĂȘ Ă© enorme, sĂ©rio! EntĂŁo? O que vocĂȘs estĂŁo fazendo aqui? Brincando? Querem brincar? No Buraco das Maravilhas! VocĂȘs sĂŁo um bando de brincalhĂ”es?! Wahahahaha!
â Muito barulhento, nĂ©! â uma pequena garota loira de olhos azuis disse, colocando a mĂŁo no rosto de Kikkawa e empurrando-o. â Kikkawa Ă© muito barulhento, fala demais!
â Aaaaaaaaah, espera, Anna-san, para! NĂŁo o rosto! Meu rosto Ă© importante! Ă minha vida! â Kikkawa uivou.
â NĂŁo Ă© um rosto muito bom, nĂ©! Ă normal, parece um cogumelo shiitake, sim?! Ă um rosto feio, feio, feio?! â Anna-san retrucou.
Com Anna-san de repente se voltando para eles em busca de concordĂąncia, Haruhiro gaguejou um pouco, sem saber o que dizer, mas Ranta estava segurando a barriga de tanto rir.
â Wahahaha! Shiitake! Shiitake! Bem, isso Ă© bastante normal, Kikkawa! Seu rosto! Eu nĂŁo acho que seja um rosto feio, mas talvez seja um pouco abaixo da mĂ©dia!
â Ei! â Anna-san de repente se virou para Ranta e mostrou o dedo do meio. â Por que vocĂȘ insultou nosso Kikkawa?! Vou te matar! Fuck You! â ela gritou, numa mistura de fala truncada e palavrĂ”es estrangeiros.
â …Mas, vocĂȘ disse primeiro… â Ranta reclamou.
â Shut up! Anna-san diz isso? Okay! VocĂȘ diz isso? NĂŁo! Entenda isso, humano com bunda cheia de verrugas!
â Hahaha! Eu nĂŁo sei o que dizer. â Kikkawa estava envergonhado por algum motivo. â O amor da Anna-san por mim Ă©, digamos, de classe peso pesado. Ă um verdadeiro espetĂĄculo de nocaute. Hahaha, bwah…?!
â Seu idiota! â Anna-san acertou Kikkawa com um direto de direita e o nocauteou de verdade. â NĂŁo tem amor nenhum aĂ! Ă tipo terra arrasada! Anna-san nĂŁo ama, mas gosta, tĂĄ bom? Como vocĂȘ pode entender errado?!
Shihoru, Yume, Mary, Kuzakuâsim, Haruhiro tambĂ©m, e atĂ© Rantaâficaram todos impressionados com a intensidade de Anna-san.
A propósito, Anna-san estava usando um uniforme de sacerdote com linhas azuis. Inacreditavelmente, ela era uma sacerdotisa. Mais do que isso, pelo que Haruhiro havia ouvido antes, ela também havia sido uma maga. Isso não fazia sentido algum.
â Bem, deixando isso de lado… â Um homem incrivelmente simpĂĄtico e bonito deu um passo Ă frente. Ele vestia uma armadura com um hexagrama gravado. Era um paladino, assim como Kuzaku. Ao sorrir, era possĂvel ver um reflexo de seus dentes, que brilhavam de tĂŁo brancos. Ele era, sem dĂșvida, 200% bonito, e estava claro que era o lĂder da equipe Ă qual Kikkawa havia se juntado. â O que vocĂȘ estava fazendo aqui, Harukawa?
â …NĂŁo, hum, meu nome Ă© Haruhiro, Tokimune-san â disse Haruhiro, meio sem jeito. â Acho que jĂĄ corrigi vocĂȘ sobre isso duas vezes.
â Ah, desculpa, desculpa â disse Tokimune. â VocĂȘ Ă© amigo do Kikkawa, entĂŁo talvez eu tenha pensado que estavam ligados pelo âkawaâ nos nomes de vocĂȘs, ou algo assim?
â Eu apreciaria se, talvez, vocĂȘ nĂŁo fizesse essa conexĂŁo entre nĂłs…?
â Tudo bem. â Tokimune fez um sinal de positivo com o polegar, piscando. â Haruhiro. Agora entendi. NĂŁo vou errar de novo. Eu juro.
â …Certo.
Ele disse a mesma coisa enquanto fazia a mesma pose das Ășltimas duas vezes. Mas isso era algo que Haruhiro decidiu nĂŁo comentar. Provavelmente era apenas como o cara era. Afinal, ele aceitou Kikkawa em sua equipe, e eles se entendiam bem, entĂŁo nĂŁo poderia ser uma pessoa normal. Anna-san tambĂ©m tem uma personalidade bastante Ășnica. AlĂ©m disso, os outros tambĂ©m eram realmente incrĂveis.
No entanto, nĂŁo era como se nenhum deles parecesse normal.
â Bem, vocĂȘs sabem â disse um cara que parecia sensato, ajustando os Ăłculos. Ele tambĂ©m usava um uniforme de sacerdote. O enorme martelo de guerra que ele carregava causava um pouco de preocupação, mas poucas pessoas que estivessem passando por ali olhariam para ele e pensariam: Ah, aquele cara Ă© encrenca. â Isso aqui Ă© o poço de mineração, entĂŁo eles devem estar mirando nos grimbles. NĂŁo pode ser outra coisa.
â Heh… â O homem alto que resmungou em resposta, por outro lado, claramente parecia encrenca. Para começar, ele tinha um rabo de cavalo. AlĂ©m disso, usava um tapa-olho. E era um cara mais velho. Parecia ter seus trinta e poucos anos, mas eles haviam descoberto que ele nĂŁo era realmente tĂŁo velho.
Um aljava de flechas estava pendurada em suas costas, e duas espadas de um gume estavam presas ao seu quadril. Ele usava um macacĂŁo de couro justo, o que o fazia parecer, bem… algum tipo de pervertido. â O mesmo que nĂłs… entĂŁo, huh. Heh…
O de Ăłculos era Tada. O de tapa-olho era Inui. E havia mais uma pessoa na equipe de Tokimune.
A Ășltima pessoa em sua equipe rivalizava com Inui em altura. Se vocĂȘ incluĂsse o chapĂ©u de maga que ela usava, ela poderia ser ainda mais alta que Inui. O manto de maga que ela usava nĂŁo era tĂŁo grosso, mas ainda assim parecia que ela estava bem agasalhada.
Ela Ă© enorme, pensou Haruhiro.
Certamente, ela nĂŁo era tĂŁo alta quanto Kuzaku, que tinha 1,90 metro. Ainda assim, era uma mulher de grande estaturaâtalvez fosse prudente ressaltar isso. No entanto, ela era tĂŁo grande que qualquer um que a visse jamais a esqueceria.
Apesar de sua altura, os traços de seu rosto, emoldurados pelo cabelo grosso e longo que escapava do chapéu de maga, eram pequenos e discretos. Pareciam pertencer a uma garota de menos de 1,60 metro.
O nome dela… Qual era mesmo? Haruhiro se perguntou. Reconheço-a perfeitamente, mas nĂŁo consigo me lembrar. Sei que seu apelido Ă© Giganta.
A senhorita Giganta tinha olhos como os de um pequeno animal fofo, o que combinava com seu rosto, mas nĂŁo com seu tamanho gigantesco, e, por algum motivo, eles estavam fixados em Haruhiro.
NĂŁo, nĂŁo Ă© isso, ele percebeu. Deve ser algo atrĂĄs de mim. A senhorita Giganta devia estar olhando para o buraco.
Haruhiro olhou para Ranta.
…O que fazemos? ele sinalizou com os olhos, procurando um conselho. Ranta sempre conseguia entender o que ele queria, pelo menos.
â Eh… erm… â Ranta pigarreou de forma constrangedora, enquanto sutilmente se movia para ficar bem na frente do buraco.
Isso nĂŁo foi nada Sutil, pensou Haruhiro.
Na verdade, seria mais justo dizer que Ranta atraiu a atenção de Tokimune e sua equipe para o buraco. Ranta pareceu perceber isso também.
â …I-I-Isso Ă©, bem… Pode fingir que nĂŁo viu? â Ranta perguntou.
â Claro â Tokimune disse com um aceno e um sorriso. â Isso nĂŁo vai acontecer!
â Isso nĂŁo estava aqui da Ășltima vez que passamos por aqui, estava? â disse Tada, coçando o queixo e inclinando a cabeça para o lado.
â EntĂŁo? EntĂŁo? â Kikkawa correu em direção ao buraco. â Pode ser? Pode ser mesmo? NĂŁo Ă© possĂvel! Temos uma descoberta aqui?! Ă isso?!
â E-E-Espere aĂ! â Ranta se colocou no caminho de Kikkawa. â NĂłs chegamos aqui primeiro! Ă nossa descoberta!
â NananinanĂŁo â Kikkawa disse, agarrando-se a Ranta. â Isso nĂŁo Ă© justo! NĂŁo seja assim, Ranta! Somos amigos, lembra? O que Ă© meu Ă© meu, e o que Ă© seu tambĂ©m Ă© meu. Certo?
â Nem a pau, cara! â Ranta gritou, afastando Kikkawa. â Nem pensar, idiota! Tudo neste mundo pertence a mim, Ranta-sama, obviamente!
â Heh… â Inui, o de tapa-olho, colocou a mĂŁo no cabo de suas espadas. â Demasiada ganĂąncia pode ser o seu fim, sabia…?
â Q-Q-Q-Quer brigar?! Eu te encaro, otĂĄrio! â Ranta berrou.
â Se forem brigar, deixem o resto de nĂłs fora disso â disse Shihoru, afastando-se dele.
â Heeeey?! â Ranta olhou para Haruhiro e os outros da party.
Como se tivessem planejado antes, Haruhiro e os outros evitaram fazer contato visual.
â Hahaha! â Anna-san riu, estufando o peito. Embora ela sĂł tivesse cerca de 1,55 metro de altura, seu peito era grande. â Ranta idiota! NĂŁo Ă© popular, nĂŁo! SĂł pela aparĂȘncia dele, nĂ©!
â Cala a boca! Sua tampinha sardenta de peitĂŁo! Eu vou te apalpar! â Ranta gritou.
â Tenta, se acha que consegue! Porque os seguidores da Anna-san vĂŁo te estraçalhar primeiro! E nem vem falar das minhas sardas, idiota! Eu sou sensĂvel com isso, seu babaca! Fica de ponta cabeça e chupa seu pau, asshole! Idiota, idiota, idiota! Ranta burro! Ahhh, sem perdĂŁo! DĂȘ a ele o castigo em nome do cĂ©u!
â …Ei â Haruhiro apontou com o queixo na direção de Ranta. â Pede desculpas, Ranta. Anna-san estĂĄ chorando um pouco.
â Por que eu deveria pedir desculpas?! â Ranta gritou. â NĂŁo seja ridĂâ
â Hmm… â Tokimune acariciou a cabeça de Anna-san, enquanto desembainhava sua espada. â Bem, talvez eu te castigue em nome do cĂ©u. NĂŁo deixamos ninguĂ©m escapar impune depois de magoar a Anna-san. Ela Ă© nossa mascote preciosa, afinal.
â Eu…! â Ranta se lançou ao chĂŁo, de joelhos e com as mĂŁos, em uma velocidade impressionante. â Me desculpe?! Nunca mais vou falar sobre as sardas novamente, entĂŁo vocĂȘ pode me perdoar?! Por favor?!
â Isso foi rĂĄpido… â murmurou a senhorita Giganta, surpresa.
â Seu cabeça-de-abĂłbora retardado! â Anna-san gritou, pressionando o pĂ© contra a parte de trĂĄs da cabeça de Ranta. â Se vai pedir desculpas, nunca fale nada primeiro! Se aprendeu a lição, vai ser escravo da Anna-san a partir de hoje! Seja grato, filho da puta!
Ranta gemeu de dor enquanto ela pisava em sua cabeça, mas ele ficou lå, aguentando.
Bem, Ă© provavelmente melhor que ele sĂł aguente, Haruhiro pensou. Do contrĂĄrio, as coisas vĂŁo sair do controle.
A maior party de brincalhÔes do Esquadrão de Soldados Voluntårios. Essa era a reputação que a equipe de Tokimune, os Tokkis, tinha conquistado. Mas eles estavam nisso hå muito mais tempo que Haruhiro e sua party. Deviam ser competentes se estavam ativos hå tanto tempo.
Os Tokkis tambĂ©m nĂŁo eram do tipo que jogava pelo seguro. Eles estavam mais do que felizes em correr riscos, e ainda assim conseguiram continuar por tanto tempo. Eles eram mais do que apenas uma party de excĂȘntricos brincalhĂ”es.
Haruhiro não tinha intenção de brigar com os Tokkis. Kikkawa tinha se alistado ao mesmo tempo que eles, e ainda deviam a ele por ter apresentado Mary a party. Se pudessem se dar bem pacificamente, ele sentia que seria o melhor.
O problema era: Tokimune sentia o mesmo?
â Uh, Tokimune-san â Haruhiro chamou.
â O que foi, Haruhikawa? â Tokimune perguntou.
â … Ă Haruhiro.
â Ah, erro meu. EntĂŁo? O que foi? â Tokimune embainhou sua espada. â Quer fazer isso? Juntos. NĂłs toparĂamos.
Aquele sorriso agradĂĄvel agora parecia desconcertante.
Fazer isso juntos, Haruhiro pensou. SerĂĄ que… Ă© nossa Ășnica opção?
Dadas as circunstĂąncias, nĂŁo seria estranho que os Tokkis, como veteranos, ignorassem Haruhiro e os outros, ou os empurrassem de lado e ficassem com a descoberta para si. NĂłs nĂŁo faremos issoâvamos compartilhar a descoberta, era o que Tokimune estava propondo.
Bem, nós encontramos o buraco primeiro, era algo que Haruhiro sentia, até certo ponto, mas não era um mau acordo.
Se eles ficassem satisfeitos apenas por serem os que o descobriram, seria uma coisa. Mas, jĂĄ que estavam ali, ele tambĂ©m queria explorar. A grande maioria dos soldados voluntĂĄrios tinha mais experiĂȘncia e habilidade do que Haruhiro e sua party. mas era possĂvel que ninguĂ©m tivesse passado por aquele ponto. Se eles pudessem ser os primeiros a deixar suas prĂłprias pegadas ali, ele queria isso.
No entanto, ele não fazia ideia do que poderia estar, ou viver, do outro lado do buraco. Poderia ser algo, ou alguém, realmente, realmente perigoso, então havia riscos.
Se os Tokkis vierem conosco, seria reconfortante, ele pensou. Se pudermos confiar neles, claro.
â Tenho uma condição, pode-se dizer… â Haruhiro disse, cuidadosamente avaliando a expressĂŁo de Tokimune.
Tokimune mantinha um sorriso agradĂĄvel, com seus dentes brancos Ă mostra.
Ele estĂĄ sendo simplesmente honesto conosco, ou estĂĄ tramando algo?, Haruhiro se perguntou. Ă difĂcil de entender esse cara.
â Por enquanto, pelo menos, que tal mantermos isso entre nĂłs? â Haruhiro concluiu.
â Tudo bem â Tokimune disse facilmente, fazendo um sinal de positivo. â Haruhirokawa, atĂ© vocĂȘ e eu conversarmos e ambos concordarmos, serĂĄ um segredo entre os doze aqui. Bem, nĂŁo Ă© como se pudĂ©ssemos isolar a ĂĄrea, entĂŁo se alguĂ©m descobrir, nĂŁo hĂĄ muito o que fazer.
â …Bem, Ă©, vocĂȘ tem razĂŁo sobre isso â disse Haruhiro. â NĂŁo parecia que alguĂ©m alĂ©m de nĂłs estivesse vindo para a mina ultimamente, mas entĂŁo vocĂȘs apareceram, afinal. Ah, e meu nome nĂŁo Ă© Haruhirokawa, Ă© Haruhiro.
â Haruhiro, nĂ©. Desculpa, desculpa. Hmm. Bem, vocĂȘ sabe como Ă©. Foi pura coincidĂȘncia. Quem foi que sugeriu virmos aqui mesmo?
â Eu. â A senhorita Giganta levantou a mĂŁo.
â Ah, Ă©. Mimori, nĂ© â Tokimune disse, sorrindo muito mais do que fazia sentido. â Mimori, por que foi mesmo? Que viemos para a mina.
â Porque eu gosto de grimbles â disse a senhorita Giganta, cujo nome aparentemente era Mimori, de forma simples. â Eles sĂŁo fofos.
â Certo, certo. Foi isso. Agora me lembro, Mimori, vocĂȘ estava dizendo que queria pegar um para ter como animal de estimação.
Mimori assentiu.
Sim, eu sabia. A senhorita Giganta também é uma esquisita, Haruhiro pensou.
â De qualquer forma â Tokimune estendeu a mĂŁo direita em direção a Haruhiro. â Prazer em trabalhar com vocĂȘ, Haruhiro. Vamos dar o nosso melhor.
Parece que ele finalmente aprendeu meu nome, Haruhiro pensou.
Ele olhou para seus companheiros. Ninguém parecia insatisfeito. Ranta ainda estava sendo pisado por Anna-san, no entanto.
â Estamos sob seus cuidados â Haruhiro disse, apertando a mĂŁo de Tokimune. â Pegue leve com a gente.
â Heh heh heh! â Tokimune sacudiu sua mĂŁo vigorosamente. â Isso pode ser um pouco difĂcil, sabe?
Tradução: ParupiroHPara estas e outras obras, visite o Cantinho do ParupiroH â Clicando Aqui
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