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Hai to Gensou no Grimgar – AP 2: Capítulo 26 – Volume 14++

 

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Hai to Gensou no GrimgarGrimgar of Fantasy and Ash

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[Capítulo 03: Bach e Rose]


O navio lançou âncora em alto-mar e enviou um bote. Havia cinco pessoas a bordo da pequena embarcação, todas com três olhos—eram habitantes do Continente Vermelho.

Se não fosse pelo terceiro olho no centro da testa, eles pareceriam tão humanos quanto Yume ou Momohina. Tinham cabelos vermelhos e desgrenhados, pele bronzeada, talvez por causa do sol forte, e, ao que parecia, todos os cinco eram homens.

Yume e Momohina tinham ido até a praia para receber os recém-chegados, mas, no instante em que os homens as viram, começaram a gritar e avançaram com suas lâminas brancas em punho, prontos para atacar. Yume ficou um pouco surpresa, mas Momohina… ela parecia animada.

— Delm, hel, en! Balk! Zel, arve! Blast, boom! — gritou Momohina.

O feitiço Blast que ela conjurou não machucou os homens de três olhos, mas lançou para o alto a água do mar e a areia sob seus pés.

Naturalmente, aquilo era proposital. Momohina raramente usava magia. Apesar de ser uma maga com habilidades físicas extraordinárias, ela era, acima de tudo, uma guerreira que amava a liberdade e prezava pela paz. Às vezes recorria à violência, mas nunca além do necessário. E, além de tudo, elas não tinham escolha: precisavam daquela tripulação para sair dali. Matar os marinheiros estava fora de cogitação, mesmo que eles estivessem atacando primeiro.

— Yumeryun! Inicie a supreeeeessão! Velocidade máxima! — berrou Momohina.

— Sim, senhora! — respondeu Yume.

As duas rapidamente desarmaram os homens, que estavam em pânico, arrancando suas lâminas. Depois de alguns socos e chutes bem aplicados para quebrar a vontade de lutar, tentaram negociar.

O problema era que não se entendiam.

— Ugyaga gukyago zukyazukya!

Yume piscou, confusa. — …Ei, Momo-san, você tem alguma ideia do que ele tá dizendo?

— Nãããããão! Nadinha! Não faço a menor ideia!

Não havia muito que pudessem fazer quanto à barreira linguística, mas desistir também não era opção. Com muita mímica, talvez conseguissem explicar que haviam naufragado em uma ilha deserta e estavam aguardando resgate. Talvez até que desejavam embarcar no navio deles e serem levadas para o Arquipélago de Coral, o Continente Vermelho… ou qualquer outro lugar que não fosse aquela ilha.

Era nisso que Yume queria acreditar.

No fim, dois dos cinco homens de três olhos ficaram na ilha, enquanto Momohina, Yume e os outros três embarcaram no bote e voltaram para o navio-mãe. O bote provavelmente suportaria sete pessoas se forçassem um pouco, mas, por algum motivo, aquela divisão tinha parecido natural.

— Momo-san — disse Yume, baixinho. — Por que você acha que aqueles dois ficaram na ilha?

— Hummm… não sei? Talvez… Justin Case?

— Quem é esse?

— Eu também não sei! Nwahahahahaha!

Apesar da situação estranha, Momohina e Yume conseguiram embarcar no navio sem maiores problemas. A tripulação era variada: além dos homens de três olhos, havia pessoas com muitos olhos, que lembravam insetos, com metade do rosto tomado por aquelas estranhas esferas negras. Outros tinham braços tão longos que quase arrastavam no chão. E ainda havia os de pele espinhosa, que pareciam ouriços-do-mar ambulantes.

O capitão, no entanto, era diferente. Ele tinha orelhas compridas, semelhantes às de um coelho, mas o rosto lembrava o de um cão feroz. Apesar da aparência intimidadora, ele não parecia ser alguém cruel ou autoritário. Pelo contrário, demonstrava certa compreensão.

Mesmo assim, a barreira linguística continuava sendo um muro difícil de atravessar. Tentaram seguir adiante, buscando algum tipo de entendimento, mas quanto mais tentavam, mais confusa a situação ficava. Até que, por fim, o capitão se irritou… e não houve outra escolha senão lutar.

— Se é assim que vai ser, então que seja assim! — gritou Momohina, abrindo um sorriso feroz. — Mostra pra eles, Yumeryunryun!

— Sim, senhora! — respondeu Yume, vibrando.

As duas avançaram como uma tempestade. Treze membros da tripulação foram jogados ao mar. Outros dezenove, incluindo o capitão de orelhas compridas, foram simplesmente nocauteados sem piedade. Uns quatro acabaram com ossos quebrados ou ferimentos graves, mas dezoito perderam totalmente a vontade de lutar e se renderam.

Yume saiu da batalha com alguns cortes e hematomas leves. Já Momohina… nem um arranhão.

— Muito bem! — declarou Momohina, erguendo os braços. — Este navio agora pertence à Companhia Pirata K&K da M! M! M! Momohina! Velocidade máxima!

— Momo-san, você é a melhor! Uhul! — Yume pulava e agitava os braços.

— Ahhh, nem sou tudo isso… — Momohina fez uma pausa dramática. — Ou será que sou sim?! Hehehe, talvez eu seja mesmo!

Apesar da vitória, elas tinham um problema sério: sabiam lutar, mas não sabiam navegar. Sem escolha, teriam que obrigar a tripulação a trabalhar. Primeiro, resgataram os homens que haviam sido lançados ao mar, depois voltaram à ilha para buscar os dois que tinham ficado para trás.

Quando finalmente reuniram todos, descobriram que apenas um cara de muitos olhos sabia falar algumas palavras da língua delas. E, para falar a verdade, nem chegava a ser “frases quebradas”; era pior do que isso. Mesmo assim, Yume conseguiu se virar, mais ou menos.

Usando o homem de muitos olhos—que se chamava Nyagoh—como intérprete, conseguiram explicar suas intenções ao capitão e à tripulação. A resposta veio com dificuldade: eles poderiam levá-las até o Arquipélago de Coral.

— Ótimo! — Momohina gritou, empolgada. — Então vamos, vamos, VAMOS!

E assim, o navio partiu.

Segundo Nyagoh, o nome da embarcação era algo como Moccha Joe… ou talvez Mwachattsa Jowo. A explicação dele foi confusa: — Sea… floaaat… sobee… mahhh… — balbuciou, sem sentido algum.

Era um nome complicado, difícil de pronunciar, então Momohina tomou a decisão: — Ei, Yumeryun. O que acha de chamarmos ela de… Inútil-go?

— Hrmm… Inútil-go, hein? — Yume franziu a testa. — Não sei…

— Não gostou?

— Ééé…

— Eu acho que combina perfeitamente!

— Bom… se você acha que combina, Momo-san, então pode ser Inútil-go mesmo.

— Certo! Está decidido! Este navio agora se chama Inútil-go!

E assim, a outrora Mwachattsa Jowo passou a ser chamada de Inútil-go.

Daí em diante, a viagem até o Arquipélago de Coral foi tranquila.

Mentira.

No meio do caminho, o capitão de orelhas compridas e seus homens tentaram um motim.

Depois, os outros membros da tripulação organizaram uma insurreição armada.

As duas conseguiram contornar as situações sem matar ninguém, mas foi uma confusão atrás da outra. Além das brigas constantes, enfrentaram tempestades que quase afundaram o navio.

Quando finalmente avistaram o porto do Arquipélago de Coral, foram recebidas por uma multidão hostil. Três-olhos, muitos-olhos, orelhudos, braços-longos… uma variedade de seres invadiu o Inútil-go. A tripulação, que até então se submetia a Momohina, virou a casaca na hora.

— Ahhh, agora eu fiquei muuuuito brava! — rugiu Momohina, cerrando os punhos. — Resolver tudo com violência é puro barbarismo! Eu tô realmente furiosa!

Ela fez uma pausa, os olhos brilhando.

— Maaaas! Ainda faltam milhões de anos pra vocês conseguirem me derrotar!

— Milhões?! Nossa, isso é cedo pra caramba?! — Yume riu, empolgada.

E então começou a verdadeira pancadaria.

Momohina e Yume varreram o convés, derrubando pirata após pirata. Não importava quantos viessem, elas nunca perdiam o ritmo. Era como se a derrota fosse algo impossível.

Mas havia um problema: os inimigos não paravam de aparecer. Por mais que derrotassem dezenas, sempre surgiam mais.

Defender o Inútil-go estava se tornando inviável. E, mesmo que conseguissem eliminar todos e manter o navio, ainda não poderiam navegá-lo sozinhas. Ou seja, no fim, não faria muita diferença.

Sem alternativas, Momohina e Yume decidiram abandonar o navio e fugir para a terra firme.

A ilha tinha não apenas um porto, mas uma cidade inteira. Infelizmente, era também o quartel-general dos piratas que agora as perseguiam. Os moradores, hostis a forasteiros, começaram a jogar insultos, pedras e até lixo nelas, além de bloquear o caminho com caixas e barris.

Por um momento, parecia que tudo se resumiria a matar ou morrer, mas nem todos eram bandidos. Matar indiscriminadamente estava fora de questão. Assim, resolveram se esconder na selva para pensar em um plano.

Mais tarde, descobriram que a ilha ficava na borda do Arquipélago de Coral, e que aqueles piratas pertenciam a um grupo chamado Titechitike, cujo nome, em algum idioma do Continente Vermelho, significava: “o vômito idiota de um demônio”.

Os piratas estavam sedentos por sangue e caçaram por toda a ilha qualquer sinal da dupla.

Naturalmente, Momohina e Yume não tinham a menor intenção de apenas serem caçadas. Elas derrubaram todos os piratas que apareceram no caminho, pegaram os pertences deles e depois os mandaram de volta, porque você só vive uma vez—e aqueles caras realmente precisavam aprender a valorizar mais a própria vida.

— Eu só mato o que eu como!

Esse era o lema de Momohina, e Yume concordava totalmente.

Era certo caçar as feras da floresta para se alimentar? Por que ela não queria comer pessoas, ou criaturas que se pareciam com pessoas? Essas perguntas, inevitavelmente, surgiam em sua mente. Porém, Yume chegou à conclusão de que não havia necessidade de se forçar a matar e comer algo que não desejava.

Além do mais, mesmo que não transformassem os piratas em comida, eles já traziam consigo coisas perfeitamente comestíveis. Carne seca, frutas, grãos… sempre havia algo útil entre o saque.

Apesar de os piratas as caçarem pela floresta, parecia que eles não caçavam no sentido tradicional da palavra. Por isso, a ilha ainda estava repleta de presas naturais.

Fontes de água doce surgiam aqui e ali, permitindo que elas bebessem água cristalina à vontade, sempre que quisessem.

No geral, não estavam passando por dificuldades.

No entanto, com o tempo, os piratas Titechitike começaram a deixar comida e utensílios espalhados pela floresta.

— Hã…? — Yume arregalou os olhos. — O que será que é isso…?

Seria o que parecia ser?

Será que os piratas tinham começado a adorá-las como divindades?

Era verdade que, mesmo que Yume ainda não estivesse nesse nível, Momohina já tinha uma aura digna de deusa da ilha. Seus cabelos haviam crescido de forma impressionante, suas peles estavam totalmente bronzeadas, e as roupas originais já não existiam há muito tempo.

Agora, vestiam apenas trajes “nativos” improvisados, tiras de tecido enroladas no peito e na cintura.

Yume parecia uma selvagem, enquanto Momohina tinha a postura de uma sábia ancestral.

Por um momento, Yume pensou: Será que não seria melhor ficarmos aqui, como deusas dos Titechitike…?

Nem pensar.

Não havia chance alguma.

Tinham finalmente escapado de uma ilha deserta. Yume e Momohina queriam voltar para casa.

Se irritassem ainda mais os piratas, só criariam mais problemas. E, para falar a verdade, Yume até sentia certa pena deles.

Decidiram explorar os arredores. Descobriram que a ilha vizinha era bem próxima.

Com a ajuda de Momohina, Yume improvisou uma jangada em pouquíssimo tempo. Às vezes, só era preciso tentar.

Atravessaram o estreito sem qualquer dificuldade.

— Yumeryun, você é uma gênia! Você é incrível! Ei, você é a melhor do universo! Devia ser presidente! — gritou Momohina, exaltada.

— Nyeheheheh. — Yume coçou a cabeça, rindo. — Yume não fez nada de tão especial assim, sabe?

— Vamos continuar assim! Bora!

Saltando de ilha em ilha, continuaram explorando. Se conseguissem chegar a uma ilha grande e populosa, talvez encontrassem pessoas de Grimgar, e não do Continente Vermelho.

Era essa a esperança.

Na mente de Yume, não havia dúvida. Elas iriam encontrar.

Não existia a possibilidade de não encontrarem.

A maior ilha do Arquipélago de Coral chamava-se Atunai, e possuía vários portos.

Em um deles, chamado Indelica, Yume e Momohina finalmente, finalmente, encontraram algo inesperado.

— Uoooh! É o B-B-B-B-Bachrose! — Momohina gritou, com os olhos quase saltando do rosto.

— Unuh…? Back roast…? — Yume inclinou a cabeça, confusa.

— Não! Yumeryun, o B-B-B-Black Toast… quer dizer, não, não é isso! Errr… ahhh! Isso mesmo! O Bachrose!

— Oooh. O Bachrose. Agora tudo faz sentido.

— Você também conhece, Yumeryun?!

— Não! Nem um pouco!

— Não conhece?!

Sem perder tempo, elas correram o mais rápido possível em direção ao cais onde o navio Bachrose-go estava atracado.

Era um navio grande, sólido e elegante.

Pintado em tons de vermelho e verde, seu casco lembrava um templo dedicado a um deus das artes, ou talvez da música.

O mastro que sustentava as velas erguia-se como uma lança tentando perfurar os céus.

A figura de proa—uma mulher alada dourada—parecia que começaria a dançar a qualquer momento, tamanha a vivacidade dos detalhes.

Perto do Bachrose-go, havia um homem que não era de três olhos, nem orelhudo.

Parecia um humano comum, provavelmente um marinheiro.

Momohina disparou em sua direção como um raio.

— Whuh, Momo-san, espera—! — Yume tentou impedi-la, mas era inútil. Momohina era rápida demais.

Sem hesitar, ela gritou: Bam! — e acertou um voadora perfeita no pobre homem.

— Eeeek!

O sujeito caiu direto no mar.

Yume se ajoelhou na beira do cais e olhou para baixo.

O homem se debatia, desesperado, quase se afogando. Para alguém que parecia marinheiro, ele estava estranhamente em pânico.

— …Momo-san. — Yume suspirou.

— Mokeeee?!

Momohina parecia surpresa também.

O que não fazia sentido algum, já que ela mesma tinha acabado de chutar o cara para dentro da água.

Era simplesmente incompreensível.

— Por que você chutou ele…? — Yume perguntou, franzindo a testa.

— O-Opa! — Momohina levou a mão à boca, teatral. — Que bobagem a minha! Acho que exagerei um pouquinho!

— Isso é o que você chama de exagerar? — Yume ergueu uma sobrancelha. — Pareceu mais uma agressão pura e simples.

— É que… eu conheço ele. — Momohina sorriu, envergonhada. — Não consegui me controlar. Eu estava tão feliz!

— Oooh, você conhece ele. Beleza, entendi… — Yume coçou a cabeça. — Mas, normalmente, não é assim que se cumprimenta alguém, né?

Momohina fez uma careta, língua de fora, meio sem jeito.

Enquanto isso, o homem na água gritava desesperado, algo como: — S-Socorro!

Se o deixassem ali, ele podia se afogar.

Yume já estava pensando em resgatá-lo, quando uma voz firme gritou de cima do convés do Bachrose: — Você aí!

— …Hoh? — Yume ergueu os olhos.

Um homem barbudo as observava lá de cima.

Ele ostentava um bigode exuberante, mas a primeira impressão de Yume foi: Sabe… não tá funcionando, não.

Seu olho direito estava coberto por uma venda preta.

O casaco negro que ele simplesmente jogava sobre os ombros, em vez de vestir direito, tinha detalhes prateados e era cravejado de joias. Parecia caríssimo.

O problema era que o homem era pequeno, e o casaco parecia estar vestindo ele, não o contrário.

Ele soltou um breve: — Ah…

— Ah! — Momohina gritou, de repente.

— …Ah? — Yume olhou de um para outro, sem entender nada.

O homem levou a mão direita aos cabelos, puxando-os levemente, e então suspirou antes de falar, num tom sonolento, como se estivesse comentando o clima logo após acordar: — Ora se não é a Momohina…

— Kisaragicchon… — murmurou Momohina.

Ela não parecia decepcionada… parecia exausta. Sua voz estava baixa, especialmente para os padrões explosivos de Momohina. Era óbvio que ela nunca esperava encontrá-lo ali.

Era como se o choque tivesse arrancado não só suas forças, mas também sua alma.

— Kisaragicchon… — repetiu, antes de, de repente, explodir em alegria. — Yaaaay!

Começou a pular no mesmo lugar, animada.

— Yaaaay! É o Kisaragicchon! Yaaaay!

— Certo, chega. — Ele suspirou, apoiando a mão esquerda no corrimão do navio.

Yume reparou que a mão direita dele estava descoberta, mas a esquerda tinha algo que parecia uma luva metálica.

Não, olhando melhor… não era uma luva.

Aquela mão era maior que a outra, feita inteiramente de metal.

— Quantas vezes eu tenho que dizer pra você parar com esse “cchon” no final do meu nome? — resmungou ele. — Ah, quer saber? Dane-se, deixa assim mesmo.

— Você é o verdadeiro, autêntico Kisaragicchon, né?! — Momohina perguntou, radiante.

— Isso mesmo! — ele declarou, cheio de confiança. — Acha que eu toleraria a existência de outro homem tão absolutamente incrível quanto eu?

— De jeito nenhum!

Momohina gargalhou, então disparou em uma corrida repentina.

— Romoh?! — Yume gritou, confusa, e seu corpo reagiu por instinto, correndo atrás dela.

Momohina corria em direção à rampa do Bachrose, subindo-a com passos leves e velocidade absurda, deixando Yume para trás em questão de segundos.

Quando finalmente chegou ao convés, Momohina se jogou nos braços de Kisaragicchon.

— Waaaah! É o Kisaragicchon! Kisaragicchon! Waaaah! Waaaah! Waaaah!

— Eu já disse que sou eu, não disse?

— Mas! Mas, mas, mas! É o Kisaragicchon! Ooooh! Waaaah! Oooh!

— Caramba, como você é insistente… Tá bom, tanto faz.

Com um olhar de exasperação, Kisaragicchon abraçou Momohina com força, envolvendo-a com os dois braços—um de carne e osso, o outro metálico.

Era bem possível que ela estivesse chorando.

Yume fungou, cobrindo a boca com a mão para não soluçar também.

Por pouco ela não chorou junto.

Parte dela queria se permitir, mas sentia que, se começasse, em vez de aliviar a emoção, só ficaria ainda mais triste.

Momo-san, estou tão feliz por você…

Ela pensou isso do fundo do coração, enquanto lutava para segurar as lágrimas.


Tradução: ParupiroHPara estas e outras obras, visite o Cantinho do ParupiroH – Clicando Aqui


Tradução feita por fãs.
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