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Hai to Gensou no Grimgar – AP 2: Capítulo 24 – Volume 14++

 

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[Capítulo 01: Na Praia]


Em uma praia remota, havia duas mulheres se encarando.

O sol alto no céu ardia sobre elas com uma intenção assassina.

Estava abafado.

Não, escaldante.

Enquanto a luz solar intensa e implacável batia na praia quente, as duas mulheres estavam descalças. Na verdade, elas nem estavam vestindo roupas, mas também não estavam completamente nuas.

Estavam seminuas. Cada uma tinha um pano grosseiro enrolado no peito e na cintura. Não, não era pano grosseiro. O que elas tinham era um tecido não tecido, feito ao ferver casca de árvore e batê-la. Não era tecido com pelos de fera ou com caules e folhas de planta, então não podia ser chamado de pano.

Ambas tinham cabelos razoavelmente longos. Uma delas tinha o cabelo trançado, enquanto a outra o tinha amarrado para a esquerda e para a direita. As cordas que usavam para amarrar o cabelo também eram feitas de casca entrelaçada.

Havia um brilho interno em seus olhos enquanto se agachavam, dobrando os joelhos e inclinando o tronco para frente. Elas balançavam os braços, moviam uma mão ou a outra para frente, depois a puxavam imediatamente de volta, alternando o peso entre os pés. Parecia que cada uma observava as reações da outra.

Estavam encharcadas de suor. Gotas de suor que pareciam mais gotas de vidro surgiam e escorriam de sua pele bronzeada, pingando de seus queixos e braços sem nunca parar.

Não houve aviso prévio. De repente, a mulher de tranças atacou a mulher de cabelo amarrado.

A mulher de tranças mirava agarrar a mulher de cabelo amarrado a partir de uma postura baixa, derrubando-a rapidamente. A areia deveria ter segurado seus pés pelo menos um pouco e retardado seus movimentos, mas o ataque da mulher de tranças veio rápido como um raio. Era um ataque diabólico. Não, era um ataque do demônio. A mulher de cabelo amarrado ficou chocada, engolindo em seco. Seus olhos se arregalaram, e tudo o que ela podia fazer era ser derrubada pelo ataque do demônio.

Ou pelo menos parecia, mas a mulher de cabelo amarrado não apenas exclamou, Nossa, ela é rápida! Ela sorriu. E não foi só isso. Ela realmente disse, “Sorria!”

O pensamento, Hrm, isso pode ser ruim, passou pela mente da mulher de tranças enquanto avançava. A mulher de cabelo amarrado agarrou sua cabeça, pois havia previsto com precisão o momento do ataque com base nas ações da mulher de tranças. Graças a isso, foi fácil para ela empurrar a cabeça da mulher de tranças para baixo e saltar por cima dela.

A mulher de cabelo amarrado deu um pequeno salto, e a mulher de tranças foi forçada a ranger os dentes enquanto seu ímpeto a fazia tombar para frente. Isso por si só já fazia a mulher de tranças sentir que fora superada, mas a mulher de cabelo amarrado era gananciosa. “Vou pegar isso também”, ela parecia dizer enquanto balançava a perna esquerda para trás.

A mulher de cabelo amarrado estava no ar, e a mulher de tranças caía para frente. Suas costas estavam voltadas uma para a outra.

O pé esquerdo da mulher de cabelo amarrado se aproximava das costas da mulher de tranças. Esses cinco dedos se abriram amplamente, como se fossem dedos de uma mão. Se isso fosse pedra, papel, tesoura, então ela estava jogando papel. Não, na verdade, esse era o papel ideal tornado realidade. Nenhum papel mais perfeito que este poderia ser jogado.

Seu dedão tocou as costas da mulher de tranças.

Para descrever isso com um pouco mais de precisão, tocou entre seu ombro esquerdo e direito. Lá, era onde ela havia amarrado sua faixa de peito. Uma vez que seu dedão tocou o nó, ele foi seguido pelo dedo indicador.

Não apenas o dedão, o dedo indicador também? Oh, isso não está parecendo bom.

A mulher de tranças soltou um grito estranho de “Mobah!” e se contorceu para escapar. Infelizmente, era tarde demais. Com uma crueldade sem coração, a mulher de cabelo amarrado agarrou o nó da faixa de peito com seu dedão e dedo indicador.

— No-chah!

A mulher de cabelo amarrado soltou um grito de guerra e girou como um redemoinho.

Com isso, a faixa de peito se desfez.

O rosto da mulher de tranças quase mergulhou na areia escaldante, mas pouco antes disso, “Ngh, nah!” ela usou ambas as mãos para se apoiar, evitando aquele desfecho patético. Se ela tentasse te dizer, “Mas, sabe, realmente, não foi nada frustrante”, ela estaria mentindo. Não só havia sido usada como obstáculo, seus seios foram expostos, e agora parecia que ela estava tentando fazer flexões por algum motivo.

Ahhh?! Por que isso tá acontecendo?!

Transformando sua indignação em poder explosivo, a mulher de tranças gritou, “Kwomuh!” e saltou no ar usando apenas a força de seus braços.

A mulher de cabelo amarrado riu, sorrindo enquanto levantava o pé esquerdo um pouco.

A faixa de peito que agora pendia dos dedos daquele pé balançava para frente e para trás.

— Seus peeeeitos estão aparecendo, Yumeryun. Hehehehheh…

— Grrrr…

Yume, também conhecida como Yumeryun, rangeu os dentes tão forte que seu rosto bronzeado ficou vermelho escuro. Ela não estava envergonhada por ter seus seios expostos ou algo assim. Isso não importava para ela nem um pouco. O verdadeiro choque era que o ataque no qual ela havia colocado tudo fora completamente ineficaz.

Mas ainda assim, Yume assentiu. — …Ainda não — murmurou ela.

Ela soltou um suspiro. Ficou ereta, assumindo uma postura defensiva com um pé à frente, outro atrás, e relaxou o corpo.

— Ainda não acabou, Momo-san. Ainda tá só 2-1, tá bom?

— Sim.

Momohina, também conhecida como Momo-san, deixou cair a faixa de peito que segurava com os dedos do pé e abaixou o pé esquerdo na praia.

— É assim que se faz, Yumeryun.

A forma como ela estava posicionada era enigmática. Parecia que havia várias aberturas para atacar, mas se você realmente atacasse, ela esquivaria facilmente. Na avaliação de Yume, Momohina era escorregadia. Ela era lisa, suave e macia. Mas, ao mesmo tempo, quando precisava, pow, ela podia se tornar dura. Ela se soltava explosivamente, boom, bam, kaboom, às vezes também.

Momohina podia fazer o que quisesse, na velocidade que quisesse, então era difícil se aproximar dela. O que podia ser feito sobre isso? Quando Yume se fazia essa pergunta, “Hmm, talvez meio que assim” era o tipo de resposta que ela encontrava. Não podia ser colocado em palavras. Era uma daquelas coisas de “Não pense. Sinta!” Se ela tentasse colocar a essência da coisa em palavras, ela a perderia. Ela tinha que sentir. Sentir. O exemplo estava bem na sua frente.

Yume imaginou Momohina. Tornou-se Momohina. Yume era Momohina. Momo-san.

Yume = Momo-san.

Ela moveu os pés. Yume apenas caminhou pela praia. Momohina estava do outro lado.

A primeira a agarrar as faixas de peito e cintura da outra vencia. Essa era a regra desta luta. Mas isso não era realmente um problema. Seus pés sentiam a suavidade e o calor da areia. Ela ouvia as ondas. O vento soprava do sul, mas não forte o suficiente para fazer seu longo cabelo esvoaçar.

Momohina sorriu, mantendo os olhos focados em Yume. Yume não estava sorrindo. Ela olhou para Momohina, sem sorrir. Elas estavam olhando para coisas diferentes, mas talvez, no fundo, fossem essencialmente a mesma coisa.

Yume estava conectada a Momohina. Não fisicamente, mas havia um elo. Agora, se você beliscasse a bochecha direita de Momohina, Yume sentiria a dor na sua própria.

A distância entre as duas diminuiu.

Estava na hora.

Yume, e também Momohina, estenderam a mão direita ligeiramente aberta. As costas de suas mãos se tocaram. Quase como um aperto de mãos. Esse era o sinal.

Momohina esticou a mão esquerda. A mão direita de Yume empurrou o braço esquerdo de Momohina para fora, e a mão direita de Momohina se aproximou do queixo de Yume. Yume a afastou com a mão esquerda.

Momohina tentou acertar o lado do pescoço de Yume com a mão esquerda. Yume desviou esse golpe para cima e para o lado diagonalmente usando o cotovelo esquerdo. Momohina lançou um chute rasteiro na direção do joelho esquerdo de Yume com a perna direita. Yume imediatamente puxou a perna esquerda para trás e esperou a perna direita de Momohina passar.

Elas estavam a curta distância. Quase se tocando. Seus braços e pernas se entrelaçavam enquanto colidiam. Elas se roçavam. Elas se esfregavam uma na outra. Não havia necessidade de fechar o punho, exceto no momento do impacto. Havia momentos em que podiam usar os dedos como garras, também. Podiam tentar agarrar. Cotoveladas, claro, também eram válidas. Chutes com o joelho, chutes usando a ponta do pé ou o calcanhar, pisadas, e mais.

Havia muitas maneiras de fazer isso. Maneiras ilimitadas. Era por isso que, se ela continuasse pensando, Se ela fizer isso, eu faço isso, e tentando planejar tudo, ela não conseguiria reagir. Seu corpo se moveria sozinho. Era para isso que todo esse treinamento servia.

Yume empurrou com força o ombro esquerdo de Momohina com a mão direita. Ela foi atrás da faixa de peito de Momohina com a mão esquerda, mas Momohina a deteve com a mão direita.

Yume tentou contornar por trás de Momohina pela direita. Para evitar isso, Momohina girou o corpo na direção oposta.

Yume parou de ir para a direita e foi para a esquerda. Ou fez parecer que ia, então parou por um momento.

Isso criou uma brecha.

Yume respirou fundo. O fato era que ela mal havia respirado enquanto se movia. Inspirar, em particular, tinha sido impossível. Isso era igual para Momohina. Yume tinha acabado de fazer uma pausa para respirar, mas Momohina não.

Yume acelerou. Ela havia respirado, então podia se mover.

Rápido.

Com mais força.

Yume lançou um chute giratório para a direita. Momohina bloqueou sem esforço com o braço e a perna esquerdos. Yume não puxou a perna direita de volta. Ela lançou um chute giratório alto, depois médio, e médio novamente. Alto, médio, alto, baixo, baixo. Ela variava seus chutes giratórios. O senso de equilíbrio de Yume, seu eixo inabalável, era algo que Momohina havia elogiado antes. Yume era um pouco maior, e nessa distância, onde suas mãos não alcançavam, ela conseguia pressionar Momohina.

Mas ela não conseguia romper a guarda de Momohina. Mesmo com uma mistura de chutes giratórios, chutes frontais, chutes para trás e chutes laterais, usando variações e combinações, nada funcionava. Um chute voador a deixaria muito exposta. Um chute com o joelho a forçaria a entrar na zona de alcance efetivo de Momohina, o que seria ruim.

Quanto mais ela atacava, menos cartas tinha para jogar. Era como se estivesse atacando para eliminar suas opções uma a uma. Cada vez que atacava, Yume era empurrada mais para um canto.

Ela é forte.

Yume não pôde evitar de se impressionar novamente. Momohina já era forte para começar, mas treinar com Yume nesta ilha a tornara ainda mais forte. Momohina estava muito à frente de onde Yume estava. Mesmo quando Yume perseguia com todas as suas forças, as costas de Momohina continuavam se afastando.

— Koh!

Yume levantou a perna direita com tanto ímpeto que parecia que poderia se curvar para trás. Se Momohina não tivesse se inclinado para trás, os dedos de Yume provavelmente teriam acertado o queixo de Momohina.

Ela sabia que Momohina esquivaria. Por isso, Yume não apenas se curvou para trás, ela deu um salto mortal. Havia uma habilidade de caçador chamada Weasel Somersault. Yume usou isso. Não uma vez. Duas vezes seguidas, para se afastar de Momohina.

Finalmente, ela pôde respirar. Não bem, no entanto. Sua garganta e pulmões doíam como se estivessem em chamas. Seu coração batia loucamente. A quantidade que ela estava suando era surreal.

— Você ficou boa, Yumeryun.

Momohina também estava suando. Mas não a ponto de provavelmente se afogar no próprio suor como Yume. Apesar do calor, a expressão em seu rosto era fria.

— Quando chegamos à ilha, você era absoluuuutamente sem chance contra mim. Urkh. Não absoluuutamente. É absolutamente, né?

Momohina colocou as mãos nos quadris e riu para si mesma. Tudo isso não era grande coisa para ela.

Momohina nunca era de se preocupar. Ela era sempre magnânima e descontraída.

Quando estava com Momohina, Yume quase conseguia esquecer que isso era uma ilha deserta. Yume conseguia manter a sanidade nesta ilha porque Momohina estava aqui. Se Momohina não estivesse por perto, ela não teria ficado mais forte. Momohina ensinou e treinou Yume. Se Yume não quisesse ser fraca, ela só tinha que ficar forte. Ela podia ficar mais forte. Momohina a fez acreditar nisso.

Yume esticou as costas, afastou os pés na largura dos ombros e deixou os braços pendurarem frouxamente.

— Punho Animal… Urso!

— Ok, então eu vou com…

Momohina avançou a perna esquerda, colocando a perna direita atrás. Havia uma distância de cerca de dois punhos entre seus pés. Ela dobrou os joelhos, abaixando seu centro de gravidade. Inclinou-se para frente, curvou as costas e colocou as mãos na praia.

— Punho Animal… Cão!

O cabelo de Momohina se arrepiou. Grrrr! Havia um rosnado baixo no fundo de sua garganta.

Yume rugiu. Grawwwwr! Ela era totalmente um urso agora.

O cão correu para o urso. O urso balançou os braços furiosamente para manter o cão à distância. O cão pulava ao redor, esquivando-se dos braços do urso e mirando arrancar sua garganta.

O urso e o cão lutavam. O cão ficava por cima às vezes, o urso em outras.

Eles se separaram. O cão correu; o urso perseguiu. O cão virou, e o urso fugiu. Eventualmente, o urso contra-atacou, e o cão tentou colocar distância entre eles.

— Punho Animal… Cobra!

Os braços do urso se moviam agilmente, como cobras. Não apenas seus braços; o urso, não, todo o corpo de Yume havia se tornado o de uma cobra. Ela atacava o cão com mãos de cobra.

— Punho Animal… Esquilo!

De repente, o cão, não, Momohina se tornou um esquilo. Esquilos eram pequenos e rápidos. Ela se movia como um moinho de vento girando, evitando todos os ataques da cobra.

— Tá bom então! Punho Animal… Escorpião!

— Vou com Punho Animal… Sapo!

— Punho Animal… Abelha!

— Punho Animal… Borboleta!

— Borboleta?!

— Errei! Água-viva!

— Água-viva?!

— Não, Polvo!

— Hipopótamo!

— Rinoceronte!

— Papagaio!

— Papagaio?! Elefante!

— C-Crocodilo!

— Ovo!

— Ovo?!

— Miau! Punho Animal, Gato!

— Então Mosca!

— Fungh!

— Munah!

— Dohh!

— Undakatsuohhh…!

Os pensamentos desapareciam de sua cabeça um após o outro. Não havia espaço para pensamentos supérfluos. Seu corpo estava exausto, claro. Era justo dizer que ela estava extremamente fatigada. Mesmo assim, ela nunca parava completamente. De alguma forma, enquanto bloqueava os ataques de Momohina, ou os evitava desesperadamente, sua força de repente voltava. Então ela imediatamente contra-atacava. Se ela não aproveitasse quando podia, estaria sempre na defensiva.

Há um fluxo em uma batalha. Você o lê. Cavalga suas correntes. Yume realmente queria dominar a arte de cavalgá-las. Mas ainda era demais para ela. Yume não conseguia criar uma corrente contra uma oponente como Momohina.

Ela podia cavalgar uma corrente existente e tentar trazer as coisas um pouco mais a seu favor. Não era fácil. Momohina estava sempre observando Yume calmamente. Vendo, ouvindo, cheirando e sentindo. Para compreender o todo de sua oponente, mas também os pequenos detalhes. Não em pedaços, mas de forma contínua, cuidadosa. Com uma compreensão que tudo engloba.

No tempo que passou treinando com Momohina, Yume pelo menos encontrou as primeiras pistas dessa técnica. Graças a isso, agora ela também podia cavalgar a corrente.

Em algum momento, o sol havia começado a se pôr.

Após incontáveis trocas de ataque e defesa, Yume conseguiu pegar o nó da faixa de peito de Momohina com o dedão do pé esquerdo.

Yume usou o dedão e o dedo indicador do pé para desfazer habilmente o nó da faixa de peito.

Ao mesmo tempo, a mão esquerda de Momohina estava rasgando a faixa de cintura de Yume.

A primeira a tomar a faixa de peito ou cintura da outra seria a vencedora.

— Hee! Parece que eu ganho!

— Unnyoh! Yume perdeu!

O sol poente tingiu a beira da água de laranja. Não havia como resistir às sombras que expandiam seu território a cada momento que passava. O mundo que elas haviam invadido descaradamente vestia as cores da noite.

Ambas estavam deitadas de braços abertos na praia.

Yume estava completamente nua. Apenas a metade inferior de Momohina estava coberta pela faixa de cintura. Mas que diferença isso fazia? Elas eram as únicas na ilha, de qualquer forma. Até que haviam naufragado ali, a ilha era completamente desabitada.

— A gente treinou muito hoje, né? Bom trabalho, Yumeryun.

— Ainda falta muito. Não importa quantas vezes a gente lute, Yume nunca termina sentindo que poderia ter ganhado.

— É mesmo? Não sei disso não. A disputa pode estar mais apertada do que você pensa.

— Hmm. Apertada, é?

— Yumeryun, você tem um transglúteo bom e firme.

— Um transglúteo é uma bunda?

— Claaaro que é.

— Você também tem uma bunda saltitante, Momo-san.

— Nããão. Meu transglúteo não chega nem aos pés do seu, Yumeryun.

— Espera, você tá elogiando a Yume?

— Sim, sim, estou. Porque bundas saltitantes são as melhores, ok?

— É mesmo?

Logo após Yume dizer isso, houve um ronco alto.

Yume esfregou a barriga. Dessa vez, o ronco foi ainda mais alto.

— …Oh. Yume tá com fome!

— Beleza!

Momohina levantou-se como se nada a segurasse. Mesmo após todo aquele treinamento, ela conseguia se mover com leveza. Era incrível. Ela era algum tipo de monstro.

Yume sentou-se lentamente. Para ser honesta, ela gostaria de poder se levantar rápido, mas havia pontos onde sentia dor.

Tenho que continuar trabalhando nisso.

Mas quando chegou à ilha, Yume teria sido incapaz de sequer se mover a essa altura.

— Vamos procurar comida!

Momohina estava perfeitamente bem em entrar na floresta logo após treinar até o crepúsculo, e Yume havia chegado ao ponto em que, de alguma forma, conseguia acompanhá-la. Yume estava progredindo constantemente.


Tradução: ParupiroHPara estas e outras obras, visite o Cantinho do ParupiroH – Clicando Aqui


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