Hai to Gensou no Grimgar – Capítulo 8 – Volume 11

 

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Hai to Gensou no GrimgarGrimgar of Fantasy and Ash

Light Novel Online – CapĂ­tulo 08:
[HistĂłrias BĂŽnus]


Cena #1

— Senpai! Ei, Senpai!

Ao ouvir a voz chamando por ele, Haruhiro levantou o rosto lentamente.

Num canto do pĂĄtio da escola, havia alguns bancos, e Haruhiro sempre saĂ­a da sala assim que o intervalo começava para garantir um deles para si. Com um olhar rĂĄpido para o aluno que o chamara—um garoto absurdamente alto para alguĂ©m que estava um ano abaixo dele—Haruhiro respondeu de forma indiferente e voltou a abaixar a cabeça.

— Oh…

— O que vocĂȘ tĂĄ fazendo? — O aluno mais jovem sentou-se ao lado de Haruhiro.

— Jogando. E outras coisas. — Haruhiro mexia em seu celular.

— Hum. — O garoto mais jovem olhou para as mãos de Haruhiro. — É divertido fazer isso?

— Mais ou menos — respondeu Haruhiro, empurrando o garoto com o ombro. — Tá muito perto, cara, e meio que no caminho.

— Oh, foi mal. — O garoto se desculpou e recuou um pouco.

Haruhiro continuou jogando por mais algum tempo, mas depois desligou o jogo.

— VocĂȘ queria alguma coisa? — perguntou ao garoto.

— Não, só achei que te encontraria aqui se viesse. — O garoto deu uma risadinha.

— VocĂȘ veio pra me ver, entĂŁo?

— Bem, Ă©. Tipo, nĂŁo que tenha um motivo real pra isso. SĂł pensei: “Ei, talvez vocĂȘ esteja aqui” e meio que vim.

— Ah, Ă©? — Haruhiro respondeu, considerando se deveria voltar a jogar, mas nĂŁo estava no clima. Pensando bem, decidiu perguntar: — VocĂȘ tem um nome meio estranho, nĂ©?

— Com certeza. — O garoto mais jovem assentiu. — Se escreve KU-ZA-KU. — Ele desenhou os kanji äč…ćș§ć·„ no ar com o dedo. — Esse sobrenome Ă© bem raro, pelo que ouvi. Acho que nunca conheci ninguĂ©m com ele que nĂŁo fosse da minha famĂ­lia.

— Heeeey, Parupirooo! — Uma voz veio de cima.

Quando olharam para cima, Ranta estava pendurado na janela do segundo andar, com um sorriso zombeteiro. Haruhiro desviou o olhar sem dizer uma palavra.

— O quĂȘ, vai me ignorar? TĂĄ se achando, Parupiron! — gritou Ranta.

— Ugh, ele Ă© tĂŁo barulhento… — Haruhiro murmurou, mas parecia que a audição aguçada de Ranta tinha captado aquilo.

— Quem vocĂȘ tĂĄ chamando de barulhento?! Hein?! — berrou Ranta.

Haruhiro tentou ignorĂĄ-lo, mas bolas de papel amassado e caixas de doces vazias começaram a chover lĂĄ de cima. NĂŁo o acertaram, entĂŁo ele nĂŁo ligou, mas…

— Ai! — O garoto mais novo soltou um grito.

Olhando para o lado, parecia que uma pantufa tinha acertado a cabeça do garoto. Ele chutou o calçado caído.

— Seu idiota! Que tipo de pessoa joga uma pantufa, sĂ©rio?! — gritou ele para Ranta.

— Foi mal, foi mal — Ranta se desculpou, mas ainda assim exibia aquele sorriso idiota. Ele claramente não estava nem um pouco arrependido.

— Desce aqui, Ranta-kun.

— Nem ferrando.

— Tá com medo?

— NĂŁo tĂŽ coooom medo. Por que eu teria medo de vocĂȘ?

— Droga, desse jeito vocĂȘ me irrita!

— Então fique irritado. Nyan nyan nyan nyan nyan nyan.

— Nyan nyan nyan nyan nyan nyan? VocĂȘ Ă© uma criança?! Quem faz isso, sĂ©rio?!

— Eu faço!

— Só ignora ele — disse Haruhiro, pegando a pantufa de Ranta e jogando-a o mais longe que pîde.

— Ahh! Haruhiro, seu…! O que vocĂȘ tĂĄ fazendo?! — Ranta protestou, inclinando-se ainda mais para fora da janela, quase caindo. — Ahh! Droga! Eu vou… — Ranta gritou desesperado antes que Monzo o puxasse por trĂĄs.

— Oh! Moguzo-san — disse o garoto mais novo. — VocĂȘ nĂŁo precisava salvar esse idiota. Seria melhor se ele caĂ­sse.

— O que vocĂȘ tĂĄ dizendo? — Ranta esbravejou, afastando o braço de Monzo com raiva. — Pra começar, quem disse que um novato como vocĂȘ pode chamar o Monzo-san de Moguzo, hein, idiota?!

— Ops, foi mal. — O garoto deu de ombros, coçando a cabeça. — NĂŁo foi minha intenção…

— Tá tudo bem — disse Monzo, com um sorriso. — Todo mundo me chama de Moguzo, então não me importo.

— Gwahahaha! — Ranta ria como um idiota enquanto girava um dos braços em cĂ­rculos. — VocĂȘ Ă© muito mole, Moguzo. Se continuar assim, as pessoas vĂŁo se aproveitar de vocĂȘ.

— Tipo vocĂȘ… — Haruhiro murmurou enquanto se sentava novamente no banco. Ao olhar ao redor, viu Manato observando-os de uma janela prĂłxima. Seus olhares se encontraram. Manato acenou. Haruhiro retribuiu o aceno.

—E então o sonho terminou.

Quando acordou, ele mal se lembrava do sonho. Apenas fragmentos permaneceram com Haruhiro. Mesmo assim, segurou-os firmemente. NĂŁo queria deixĂĄ-los escapar. Mesmo sabendo que logo os esqueceria tambĂ©m, queria mantĂȘ-los por agora.

Cena #2: No Påtio Durante o Intervalo do Almoço

— O que vocĂȘ estĂĄ fazendo, Haruhiro? — Manato perguntou, olhando para o que ele segurava.

— Huh? Ohh, apenas jogando… — respondeu Haruhiro enquanto tocava a tela do smartphone.

Manato olhou para a tela de Haruhiro. Fez um som pensativo, mas nĂŁo disse nada.

Haruhiro continuou tocando, tocando e tocando.

Manato, de repente, se perguntou: Esse jogo Ă© divertido?

— Parece divertido — disse Manato com um sorriso. Ao dizer isso, sentiu que estava certo.

— É, atĂ© que Ă©.

— Talvez eu devesse experimentar alguns jogos tambĂ©m.

— Tem de tudo. Acho que seria um bom passatempo.

— SĂ©rio? NĂŁo jogo muito, entĂŁo nĂŁo entendo muito disso. Alguma recomendação?

— O que estou jogando agora Ă© bem legal, acho. Uh, o nome Ă©…

— Ah, espera. Esqueci meu celular. Não trouxe hoje.

— SĂ©rio? É um saco quando isso acontece, nĂŁo Ă©?

— Dá pra se virar sem ele, de certa forma.

— Ah, Ă©? É assim?

Manato olhou para baixo e viu que a tela de Haruhiro tinha ficado preta. Parecia estar configurada para entrar no modo de espera apĂłs um tempo sem uso.

— Não vai continuar jogando? — Manato perguntou.

Haruhiro pensou por um momento e respondeu: — Nah, tî de boa, acho. — E colocou o celular no bolso.

Esse banco no påtio da escola, que ficava na sombra durante o intervalo do almoço, era o lugar especial de Haruhiro. Naturalmente, se alguém chegasse antes dele, não poderia sentar lå. Por isso, Haruhiro ia ao påtio o mais cedo possível para garantir seu lugar.

Manato olhou para o céu.

— O tempo está bom — disse ele.

— Tá mesmo — concordou Haruhiro.

— Esse lugar Ă© bem agradĂĄvel — acrescentou Manato com um leve riso.

— É.

— É bem confortável.

— E fresco no verĂŁo tambĂ©m.

— Não fica frio no inverno?

— Fica sim. Preciso me agasalhar bastante.

— Mesmo assim vocĂȘ faz questĂŁo de vir aqui?

— É, sei lá. É um hábito. Tipo uma mania minha.

— Isso Ă© bem a sua cara, Haruhiro.

— SĂ©rio?

— VocĂȘ Ă© bem peculiar com certas coisas.

— Deve ser minha personalidade — disse Haruhiro. — Eu sou bem tranquilo, mas talvez fique preso a coisas que nem importam tanto assim.

— Engraçado isso. — Manato sorriu, como sempre.

Eu sou um cara bem sem graça, Haruhiro pensou, mas não disse em voz alta. Tinha certeza de que era uma pessoa monótona, mas Manato podia pensar o contrårio se quisesse.

— Ei, Manato — chamou Haruhiro.

— Hm?

— VocĂȘ Ă©… — Haruhiro hesitou, coçando a cabeça. — Desculpa, deixa pra lĂĄ.

— O quĂȘ? — Manato deu um leve empurrĂŁo no ombro de Haruhiro. — Tudo bem se nĂŁo quiser dizer.

Os dois ficaram em silĂȘncio por um tempo. Era uma situação meio constrangedora.

— Talvez seja meio raro… — murmurou Haruhiro.

— O que Ă© raro?

— Uh, nĂŁo sei… Ter um amigo como vocĂȘ? Pra mim, isso talvez seja meio incomum, acho.

— É mesmo?

— Não que eu tenha muitos amigos, pra começo de conversa.

— NĂŁo importa se vocĂȘ tem muitos ou poucos, nĂ©?

— Talvez.

— É o que eu acho.

Eu tambĂ©m acho isso, Haruhiro disse para si mesmo em silĂȘncio. O vento era agradĂĄvel, e o intervalo do almoço logo terminaria.

Cena #3: Na Sala de Aula

— Hmmm… — Ranta estava encarando seu smartphone e resmungando, enquanto Monzo perguntava: — O que foi?

Ranta o ignorou.

— Hmmm… — continuou resmungando. — Hmmm… Hmmmmmm… Hmmmmmmmmmmmmmmmmmmm…

Ele lançou um olhar para o lado. Monzo estava olhando para frente.

— Ei! — Ranta levantou-se e deu um leve tapa na cabeça de Monzo. — Moguzo! Escuta! Normalmente, vocĂȘ deveria perguntar o que foi!

Monzo segurou o lugar onde havia sido atingido.

— E-Eu perguntei, sabe? Mas vocĂȘ nĂŁo respondeu…

— Se estiver interessado, pergunte duas ou trĂȘs vezes! Pergunte, cara!

— Eu não tî tão interessado assim.

— O quĂȘ?! VocĂȘ disse alguma coisa?!

— NĂŁo, Ă© que… Desculpa. VocĂȘ estava pensando, entĂŁo nĂŁo quis interromper.

— Ei, ei, ei, ei!

— …O q-quĂȘ?

— Moguzo! — Ranta jogou o braço ao redor do ombro de Monzo com força. — Nós somos amigos! Não precisa ficar se preocupando! Mesmo se eu estivesse pensando, não tem como eu te dar uma bronca por falar comigo, certo?!

— HĂŁ? Mas vocĂȘ dĂĄ bronca Ă s vezes…

— Tá, certo, às vezes!

— EntĂŁo vocĂȘ dĂĄ, nĂ©…

— Eu sou humano! Quando dou bronca, dou bronca! Quando não dou, não dou! É assim que os humanos são! Porque somos humanos, certo?!

— …Humanos, certo.

— NĂłs somos humanos, nĂŁo somos? Moguzo, nĂŁo me diga que vocĂȘ nĂŁo Ă© humano?! O que vocĂȘ Ă©, entĂŁo?! Um lagarto-de-gola?! NĂŁo consigo te imaginar sendo um, mas mesmo assim!

— Eu nĂŁo sou um lagarto-de-gola…

— O quĂȘ? NĂŁo Ă©?! Diga essas coisas mais cedo! VocĂȘ me assustou por um momento!

— …EntĂŁo, o que vocĂȘ estava fazendo no celular?

— Hm? Ahhh, isso? Ramen.

Os olhos de Monzo se arregalaram.

— Rameeeeen?!

— S-Sim… P-Por que ficou tĂŁo empolgado de repente?

— Quando ouço “ramen”, como nĂŁo ficar?! Quero dizer, Ă© ramen! Ramen!

— VocĂȘ disse isso duas vezes porque era importante…?

— Claro! Quero dizer, Ă© ramen, nĂ©?! EntĂŁo, do que se trata esse ramen?!

— Nah, eu tĂŽ com vontade de comer ramen desde manhĂŁ, entĂŁo tava pensando em ir comer depois da escola. Por isso estava procurando lugares de ramen no celular…

— Se Ă© sĂł isso, deixa comigo! — Monzo tirou o braço de Ranta de cima dele e puxou um caderno da mochila. — Aqui! Shio?! Shoyu?! Ou miso?! VocĂȘ tambĂ©m gosta de caldos de frutos do mar, certo?! E como vocĂȘ ama carne, vai querer algo com um chashu especial! Isso significa…

Ele folheava e folheava o caderno. Cada pågina estava repleta de informaçÔes. Parecia ser um compilado sobre restaurantes de ramen. Monzo abriu em uma pågina específica e mostrou para Ranta.

— Este Ă© o restaurante de ramen que eu recomendo agora! Uchinachu Haiden-ken! O nome soa meio okinawano, mas isso nĂŁo importa! Esse lugar Ă© delicioso! O caldo de asari Ă© incrĂ­vel! A nori em cima Ă© crua, mas Ă© isso que a torna especial! E o chashu deles tambĂ©m Ă© excelente!

— O-Olha sĂł…

— Quer um caldo mais encorpado?! Se for o caso, entĂŁo, hĂŁ, aqui! Ramen House Kanzen Jizai! É super rico, e as porçÔes sĂŁo generosas. É super substancioso, e vocĂȘ vai ficar super satisfeito! Mas Ă© meio pesado, entĂŁo Ă© mais voltado pra um pĂșblico especĂ­fico, mas, olha, se quiser algo mais leve de comer…

A aula estava prestes a começar, mas Monzo não dava sinais de que ia parar.

Cena #4: O Pequeno

JĂĄ fazia uma semana desde que ela ganhara seu primeiro smartphone.

Ele estava em cima da mesa.

Ela estendeu a mĂŁo.

Recolheu-a.

Desviou o olhar. Olhou para fora da sala de aula. O céu era azul, com nuvens parecidas com algodão-doce brilhando nele.

Baixou os olhos de volta para a mesa. Aproximou-se de pegar o telefone. Resistiu.

— Ei, ei! — uma voz chamou por ela. O rosto de Yume apareceu do lado da mesa.

— O-o quĂȘ? — perguntou Marii.

Yume arregalou os olhos e inclinou a cabeça para o lado.

— Marii-chan, o que vocĂȘ tĂĄ fazendo?

— …Nada, na verdade.

— Mesmo?

— NĂŁo fiz… nada de mais.

— Hmm. TĂĄ bom. Mas, sabe, vocĂȘ tava olhando pra lĂĄ e pra cĂĄ entre o telefone e a janela um bocado, nĂ©?

— Eu estava olhando.

— Tava mesmo, huh. Esse telefone, ele tá quebrado?

— Ele nĂŁo estĂĄ quebrado. Se alguma coisa, ele Ă© muito agitado… — Marii abaixou a cabeça. — É… Cheio de energia, o pequeno… Cheio de energia? Falar assim Ă© estranho?

— O telefone?

Quando Marii confirmou com um aceno, Yume inflou uma das bochechas.

— Talvez nĂŁo seja normal dizer que um telefone Ă© cheio de energia? Se vocĂȘ diz isso, parece que Ă© um bichinho, nĂ©? NĂŁo, como se fosse uma criatura viva.

— VocĂȘ tem razĂŁo. Mas o pequeno… NĂŁo consigo tirĂĄ-lo da cabeça.

— Hmm.

— Por algum motivo, não consigo parar de olhar pra ele. Mesmo quando não tenho tempo, isso acontece.

— Ohhh.

— Olho tanto. Ainda nĂŁo sei usar ele direito, mas acabo tirando fotos, checando notĂ­cias, pesquisando coisas, e Ă© sĂł isso.

— EntĂŁo vocĂȘ tĂĄ usando ele bem, nĂ©.

— …VocĂȘ acha? Estou conseguindo usar bem?

— Sim, com certeza. Yume sĂł consegue usar o telefone pra… telefonar. Olha, o telefone da Yume era da mĂŁe dela, Ă© daqueles que dobram.

— Um flip phone?

— Ohhh! Yume aprendeu errado, nĂ©? EntĂŁo Ă© um telefone flipando!

Flip, nĂŁo flipando, mas tanto faz, pensou Marii.

— Eu tambĂ©m nĂŁo tinha um smartphone antes, mas compraram um pra mim — ela disse. — Eu queria aprender a usar e, enquanto testava vĂĄrias coisas, parece que acabei me viciando nele.

— Ah, Ă©? Fungh…

— Yume…

— Nyoo?

— VocĂȘ nĂŁo devia morder a mesa.

— Unoo.

Yume aparentemente tinha começado, distraída, a morder a borda da mesa. Imediatamente afastou a boca dela.

— Miau! Yume babou tudo aqui. Mesmo não sendo a mesa dela. Desculpa, Marii. Yume vai limpar agora.

— …NĂŁo deveria limpar com a manga.

— TĂĄ tudo bem! Essa roupa Ă© da Yume.

Marii tirou um pacote de lenços do bolso e entregou para Yume.

— Use isso.

— Nyoh! Obrigada.

Enquanto assistia Yume limpar a mesa com os lenços, o smartphone no canto do olho chamou sua atenção. Marii estendeu a mão, incapaz de resistir, e tocou o telefone. Apertou o botão. A tela de bloqueio apareceu. Sem hesitar, apertou o botão novamente, apagando a tela.

Ela trouxe de volta a tela de bloqueio. Quando inseriu sua senha, a tela inicial surgiu. Imediatamente desligou o telefone.

— Nyeehee! — Yume soltou uma risada estranha. — Marii-chan, vocĂȘ gosta mesmo desse telefone!

— …SerĂĄ?

Marii segurou o smartphone com as duas mĂŁos.

Yume talvez tivesse razĂŁo, pensou. Preciso ter cuidado com o pequeno, pra ele nĂŁo quebrar.


Tradução: ParupiroHPara estas e outras obras, visite o Cantinho do ParupiroH – Clicando Aqui


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