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- Revisado Capítulo 5-Intermissão-5

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Death March Web Novel Online 5-Intermissão-5
[o Jovem Comerciante e as Crianças do Orfanato]




Web Novel Death March Kara Hajimaru Isekai Kyousoukyoku / Death March To The Parallel World Rhapsody Ilustração Arco 5

Quando fui ao orfanato fazer um serviço para meu empregador, vi algumas crianças brincando com cartas idênticas aos cartões de aprendizado que fiz uma vez. No entanto, o design era ligeiramente diferente.

— Ei, vocês, onde conseguiram esses cartões?

— Foi o Tsui-niichan que fez.

— Não, foi a Yuni-ane quem conseguiu com o namorado dela.

Rudy: A Yuni-chan tem namorado??? Será que estão falando do Satou?

— Etai-niichan desenhou as figuras

— Mas foi o Tsui-niichan que arrumou os blocos de madeira, sabe?

— E a Yuni-ane quem nos ensinou a jogar.

As crianças começaram a brigar entre si falando todas ao mesmo tempo. Se vocês dizerem assim, eu não vou conseguir entender. Como a briga começou a ficar mais séria, eu as interrompi com pressa.

Depois de perguntar várias vezes, entendi que: 

    • Elas tinham recebido os cartões do namorado de uma mocinha chamada Yuni. 

    • A criança chamada Tsui forneceu a matéria-prima para os blocos de madeira, tinta e pincéis 

    • O menino chamado Etai desenhou as figuras.

Desde que eu vendi os cartões, incluindo o protótipo, para aquele garoto no mercado de pulgas, ele provavelmente era o namorado dessa menina. Talvez, aquela mocinha esperta que estava como ele fosse a tal de Yuni.

Rudy: Nop, era a Arisa-chan. Se ele soubesse que a Yuni é uma menina de 08~09 anos, a hipótese da namorada iria por água a baixo.

Ou seja, as crianças que ele queria ensinar eram as desse orfanato.

O que me lembra, elas disseram alguma coisa que me chamou a atenção.

— Como se joga?

Não havia nenhuma regra específica para as cartas que eu fiz. Você apenas lia o texto e virava a carta para conferir, nada mais do que isso.

— É assim!

— Você as alinha.

— Em turnos.

— Adivinha a palavra certa.

— E ela se torna sua.

As crianças falam em rápida sucessão. Uma nova briga para quem ver quem explicaria começou. Eu escuto pacientemente as palavras das crianças e as organizo na minha cabeça.

Você coloca as 100 cartas com o lado escrito para cima no [Campo] e se puder lê-la de maneira a combinar com a imagem na parte de trás, ela será sua. As cartas perdidas são enviadas para o [Cemitério] e, se não houver mais cartas no [Campo], as cartas no [Cemitério] são colocadas de volta no [Campo] e o jogo é retomado.

Quando as cartas do [Campo] e do [Cemitério] acabam, quem detém mais cartas se torna o [Estudioso], o vencedor em outras palavras.

— Surpreendente, para pensar em tal método.

— Isso mesmo a Yuni-ane é incrível.

— Mas ela não disse que quem inventou foi a Arisa?”

— Não é Arisa, é Tarisa!

— Achei que fosse Maisa.

Eu queria conhecer essa menina chamada Yuni. Por isso, perguntei se as outras crianças se elas podiam me apresentá-la.

— A Yuni-ane está trabalhando.

— Tsui-niichan também, né?

— E quanto ao Etai-niichan?

— Não está no quarto?

— Não, o ancião disse que ele iria trabalhar no campo hoje.

— Campo de Gabo?

— Não, no de mostarda espinafre.”

— Então, ele está no telhado vermelho.

— Tio, eu vou te guiar lá!

T-tio? Mas eu só tenho 20 anos.

Enquanto me sinto magoado pelas palavras das crianças, eu as sigo à mão.



◇◇◇



As crianças me levam para o lugar onde 20 garotos cerca de 10 anos mais velhos do que aquele que me guiou até aqui, estavam trabalhando nos campos.

O garoto musculoso de aparência mais velha, olhou de maneira desconfiada para mim que fui guiado pelas crianças mais novas.

— Prazer em conhecê-lo sou Neisen, um comerciante.

— E que negócio o Comerciante-sama teria com a gente? Tudo que for colhido aqui pertence ao proprietário, então não podemos vender nada que tem aqui sem permissão, entedeu?

Notei um tom ligeiramente sarcástico de seu [Comerciante] e [Sama], mas não vim aqui para começar uma briga com uma criança.

— Não é assim. Eu pedi para as crianças me guiarem até aqui porque eu queria falar com o Etai-kun.

— O Etai está ali caído debaixo da árvore. Ele é completamente inútil aqui, então pode levar ele e tratar do que bem quiser.

Agradeço ao menino e vou em direção ao Etai-kun. As outras crianças foram apanhadas pelo menino e colocadas para ajudar a limpar a grama.

Me despeço delas com um aceno e me aproximo do Etai-kun.

— Etai-kun, posso falar com você um pouco?

— Quem é você?

— Muito prazer, sou Neisen, um comerciante.

— Haa, sim. Comerciante-san, o que você quer…?

Pelo visto ele não era bom em conversas.

— Na verdade, é sobre as figuras que você desenhou nos cartões de aprendizagem.

— Esses são interessantes, certo!

— Sim, a criança que pensou neste jogo é incrível.

— Todo mundo joga a noite inteira.

— E ninguém nunca brigou por causa do jogo?

— Sempre que alguém faz isso, acaba sendo o último a jogar.

— Entendo, essa é uma boa decisão. No entanto, é difícil esperar sua vez com apenas dois conjuntos de cartas de aprendizado.

— Não, nós temos quatro conjuntos agora.

Não consegui esconder minha surpresa. Fazia apenas oito dias que as [Cartas de Aprendizagem] foram vendidas. Levar quatro para fazer um conjunto inteiro era incrível!

Mesmo o pintor comercial a quem pedi para produzir os cartões demorou meio mês para criar um conjunto...

— Você desenhou todos sozinho?

— Não.

Dou um leve suspiro de alívio com essas palavras. A razão para terem preparado tão rápido foi provavelmente porque eles juntaram muitas crianças para fazer o baralho. No entanto, esse pensamento foi negado com as palavras seguintes.

— Eu fiz os dois primeiros conjuntos, mas o outro foi com a ajuda de outros meninos que eram bons em desenhar.



◇◇◇



— Theo, Shual, Olio venham aqui. Essa pessoa tem algo para falar com vocês.

Etai-kun me leva para uma cabana onde três meninos e três meninas estavam. Eu prontamente faço auto apresentação e começo a trabalhar.

— Vocês conseguem desenhar figuras tão bem quanto o Etai-kun?

— Conseguimos sim.

— Talvez não tão bom quanto o Etai-ani.

— Foi o Etai-niichan quem me ensinou.

Depois que cada um deles faz um desenho, comecei a conversa.

— Eu quero vocês trabalhando para mim.

— M-mas eu não sei escrever tão bem...

— V-você não está de olho no me-meu c-corpo, está!?

— Os meus seios ainda são um pouco pequenos, você não se importa de me ter como esposa ou amante?

Eu nego as respostas sem sentido das crianças, e explico em detalhes.

Sou o criador original deste baralho de aprendizagem, e gostaria de espalhá-lo não apenas em Seryuu, mas por todo o reino Shiga. Para isso, eu precisava dos serviços deles a fim de produzir os cartões em grande número.

— Quanto vai nos pagar? Que tal um centavo por conjunto?

— Ei, não seja ganancioso! Se ele não vai nos contratar!

— Verdade, se a gente fizer vários num mês, vamos conseguir um montão de moedas de cobre.

— Você diz um montão, mas exatamente quanto?

O salário das crianças dependia do tipo de trabalho, mas o preço de mercado era de cerca de 1 a 2 moedas de cobre em um mês. Caso se incluam alimentação e moradia, nem salário receberiam.

Eu digo às crianças que começaram a contar com os dedos a resposta.

— Se vocês conseguirem fazer 30 conjuntos em um mês, então serão 30 centavos, ou seja, 6 moedas pequenas de cobre.

— Nós quatro podemos fazer 40 conjuntos.

— Então serão 8 moedas pequenas de cobre. Cada um vai receber duas.

— Incrível! É o mesmo salário da Yuni-neechan!

— É verdade, incrível!

— Mas, temos material suficiente para isso?

— Me pergunto se podemos pedir pro Tsui-niichan...

As crianças eram rápidas para ficarem excitadas, mas também deprimidas. Eu não pretendo fazê-los trabalhar por tão pouco, mas como não tenho capital para investir, só posso compensá-los mais tarde pela margem de lucro.

— Vou preparar os materiais, é claro.

— Mesmo!?

— Beleza, então poderei fazer muitos!

— Né? A gente vai trabalhar duro!

Entre as crianças que estão em alto espírito, apenas Etai-kun parecia sombrio.

— Mas, é realmente legal fazer isso sem a permissão da Yuni e do Tsui-niichan?

— Ah, sim, foram eles que trouxeram os cartões, ensinaram o jogo e sugeriram a produção certo?

— Foi...

— Sabem onde eles trabalham? Poço ir até a cidade para convencê-los. Se não conseguir encontrá-los, voltarei à meia-noite.

Eu saio do orfanato depois de ouvir os locais de trabalho da Yuni-chan e do Tsui-kun. Como consegui o consentimento do Etai-kun e dos outros falarei sobre isso com as duas crianças restantes. Devo respeitar o espírito de companheirismo deles.



◇◇◇



Primeiro, fui na hospedaria em frente ao portão, onde Yuni-chan estava trabalhando. Tenho que convencer a garota que primeiro teve a ideia de criar o jogo. Se vendesse um manual separado com as regras, tenho certeza de que venderá bem.

— Tudo bem, pode entrar.

Obtive permissão da menina da estalagem para conversar com a Yuni durante o seu trabalho, e ela respondeu prontamente, mas garota que encontrei era diferente da minha expectativa. Ela não era aquela mesma menina bonita e de aparência inteligente que vi no mercado de pulgas, mas uma sim uma outra de perfil extremamente comum.

— Quem pensou no jogo não fui eu. Foi minha amiga chamada Arisa.

— Onde posso encontrá-la?

— Ela foi para a cidade do Labirinto.

— Cidade do Labirinto? Entendo, isso é preocupante.

— Está tudo bem. Do jeito que a Arisa é, ela diria coisas estranhas como [não há barreiras para a diversão!] e lhe daria a permissão.

Essa menina chamada Arisa tem uma mentalidade muito divertida.

Como ela havia prometido mandar uma carta para a Yuni-chan quando chegasse na cidade do labirinto, pedi-lhe para escrever sobre isso na carta de resposta. Seria uma aprovação após o fato consumado, mas vamos trabalhar duro para evitar que se torne uma disputa.

Claro, eu não estava infringindo nenhuma lei, entre os mercadores, lucrar com a ideia de outra pessoa era algo muito mal visto. Normalmente, a guilda do comércio faria a arbitragem.

Quando digo a Yuni-chan que enviarei a resposta junto com a carta dela, ela aceita enquanto parece sinceramente feliz.



◇◇◇



Por último, vou em direção à usina de processamento de madeira onde Tsui-kun trabalhava. Ficava indo reto após o portão na rua leste, uma vez que está relacionado ao transporte de madeiras. Falei com ele quando fez  uma pausa, e ele me respondeu prontamente assim como a Yuni-chan.

— Por mim tudo bem.

Ele responde enquanto brinca com os restos finos de madeira raspada em seus pés.

— Originalmente foi uma coisa que a Yuni trouxe. Eu só peguei alguns restos de madeira na floresta porque queria ter um conjunto também. Se você fosse comprar as cartas que a gente tem usado até agora, eu ficaria meio zangado, mas como serão apenas as novas que os outros vão vender, não vejo problema. Mais ainda, você vai dar um emprego pro Etai, não é? Ele nunca conseguiu fazer nenhum trabalho direito antes e também não imagino ele sendo um soldado ou transportador.

Ele era inesperadamente responsável.

— Prometo que cuidarei bem do menino Etai.

— Ótimo. Aquele cara sempre foi bom em desenhar, mas se você não tiver cuidado, ele vai continuar desenhando até desmaiar.

Tsui-kun acena e me diz para avisar a ele para ter cuidado.

Eu deveria fazer um limite máximo para o número de conjuntos feitos em um mês. Se não fizer isso, as crianças poderiam trabalhar até ficarem doentes.

Quando vejo as lascas de madeira que o Tsui-kun estava segurando, lembro-me de certas palavras.

[Que tipo de ideia você vai fazer em seguida? Se a demanda estiver lá, o que vem em seguida é estabelecer o preço. Procure materiais baratos, ou uma maneira barata de produzir em massa. Encontrar novos caminhos e possibilidades através da tentativa e erro é a parte divertida de se ter um comércio.]

Pensei nessas palavras enquanto observo as lascas de madeira.

— Isso mesmo, é isso!

Eu involuntariamente me levanto e grito, os capatazes deste lugar juntam seus olhos em mim.

No entanto, o entusiasmo com a ideia recém-descoberta não se importava com aqueles olhares, e fui negociar com o chefe-san. A coisa que pensei neste momento toma forma depois de meio ano.

Neste momento, pensei em usar o compensado feito de lascas de madeira e cola como material para os cartões, o que não teria acontecido sem os grandes esforços e experiências do Chefe-san e Tsui-kun.

Cartões de aprendizagem feitos de compensado de madeira eram vendidos a duas moedas de prata, e tornaram-se lembrancinhas para as pessoas que visitam esta cidade em busca de se aventurar no labirinto. Nosso produto se torna conhecido.

No entanto, essa era uma história para mais tarde. Até lá, os dias de fazer cartões de aprendizado normais com blocos de madeira e apenas sucatas para retornar o custo do material continuaram por um tempo.

Neste dia, o melhor que posso imaginar eram os rostos de Etai e os outros que estavam maravilhados quando viram a pequena sacola cheia de moedas de cobre no final do mês.




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